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terça-feira, 11 de junho de 2019

Retratos em preto e branco tirados no Mesa Z

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As fotos / imagens em preto e branco foram tiradas há exatos 9 anos no programa Mesa Z da Rádio Zumbi FM. Vemos nas fotografias os primeiros integrantes "novatos" da comunicação palmarina.

Eu, os demais membros, não tínhamos experiência com comunicação mesmo assim, levamos através das ondas sonoras muita informação, entretenimento e entrevistas de peso toda semana, exemplo do industrial João Lyra.

Os anos que passei na Rádio Zumbi FM, foram importantes por conviver com jovens determinados que queriam contribuir com nossa sociedade levando aos lares do município opiniões e crítica inteligentes a respeito da política local e outros problemas da cidade.

O rádio no Brasil surgiu na década de 30, no governo do presidente Getúlio Dornelles Vargas, que governou o país por 18 anos. 

Com o surgimento da TV nos anos de 1950 muitos acreditavam que a radiodifusão irei acaba, ao contrário mesmo neste mundo globalizado pelos meios de comunicação / internet o rádio mostrar sua força e, teremos o prazer de ouvir músicas e informações pelos rádios.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Por onde anda as crianças?


Remexendo meu baú / acervo de fotos antigas, vejo essas imagens produzidas em julho de 2009. Por alguns minutos fico a pensar onde e como estão as crianças das fotos.

A certeza que alguns são adultos, outras adolescentes. Alguns com filhos, uns trabalhando em União dos Palmares ou espalhados pelo Brasil.

Outra certeza / afirmação é que não moram no local onde foram tirados os retratos. Em junho de 2010 teve a enchente que destruiu a Rua do Jatobá onde foram feitas as fotografias. A demasia de águas acabou com outras ruas de União e cidades circunvizinhas. 

Ao tempo que relembro esse registro lindo desses meninos e meninas, vejo que está na hora de sair por outros espaços geográficos palmarinos para fazer novas imagens e num futuro breve se embebedar nas memórias e saudades.  
 

sábado, 1 de julho de 2017

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Quantas indústrias chegaram em União dos Palmares com o fechamento da Usina Laginha? Por Jânio José


Essa semana os amigos Marcos Antônio, André Silva e Emerson Candido colocaram fotos e mensagens nas suas páginas do Facebook relembrando a época que trabalharam na Usina Sucroalcooleira Laginha "Lembrança da empresa que dava emprego em nosso município! Laginha Agro Industrial - Matriz" disse Marcos. André comentou "Na grande Usina Laginha que hoje não funciona mais, mas tenho fé em Deus que verei ela funcionar novamente", e para finalizar Emerson completou "Justiça será feita para vê esta majestosa voltar a lançar sua fumaça pela suas chaminés, nós acreditamos!".

Automaticamente, outros ex-funcionários começaram compartilhar e comentar sobre a antiga indústria que em sua época áurea na moagem chegava a empregar mais de 5 mil pessoas de União dos Palmares e das cidades vizinhas. Um dos comentários que chamou minha atenção foi a do músico Jânio José que dizia o seguinte: "Desejo de tantos que ela fechasse as portas, pois diziam que a mesma impedia que outras indústrias se instalassem no município. QUANTAS INDÚSTRIAS CHEGARAM AQUI JÁ!?" o Blog JMarcelo Fotos responde: nenhuma.

Há  6 anos, o industrial João Lyra fechou as portas da Usina Laginha e outras empresas e o impacto foi devastador para o município de União dos Palmares, o comércio foi quem mais sentiu a falta dessa indústria. Milhares de desempregados foram embora da cidade e até hoje muitos pais de famílias viajam para Estados como Minas Gerais ou Mato Grosso em busca de trabalho.

A venda da empresa Laginha Agroindustrial S/A ou da massa falida é uma novela que se arrasta há anos, já que a dívida do negócio sucroalcooleiro é estimada em mais de R$ 2 bilhões em valores atualizados. 

Mesmo assim, muitos palmarinos têm esperança de ver a Laginha funcionando a todo vapor abrindo vários postos de trabalho e,  com o tradicional apito às 05:00 da manhã.

Vamos ter fé em Deus.  
    

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Rocha Cavalcante minha terra querida! Por Chayanne Monteiro



O Distrito de Rocha Cavalcante é muito antigo, pois há muito tempo atrás as casas eram de barro, já que foram as primeiras a serem construídas. Como as casas, as ruas também eram de barro. 

As pessoas que moravam em sítios vizinhos, longe da cidade, precisavam comprar alimentos em algum lugar. Então encontraram na Barra o lugar mais perto, para que eles pudessem comprar o que necessitassem, e o único transporte na época era os cavalos com carroça; as pessoas chegavam aqui na Barra e transportavam suas mercadorias. 

Mas agora os tempos mudaram: as residências, o transporte, a escola, e as coisas estão mudando em Rocha Cavalcante. Mas essas mudanças foram no ano de 2010, que foi marcado no Distrito devido a enchente que passou aqui e destruiu várias casas, e a população foi afetada. A vida continuou e construiram novas moradias, e até mesmo vieram morar outras pessoas aqui na comunidade.

Entre os problemas aqui, a falta de emprego é muito grande, pois a maioria das pessoas trabalha no corte da cana de açúcar; outros trabalham no comércio nos mercadinhos, ou na feira livre. Para que possam manter suas famílias, sem ter oportunidade de trabalhar, viajam para outros Estados em busca de uma vida e condições melhores.    

Outro problema aqui em Rocha Cavalcante é o meio ambiente, pois 90% aqui está sem vegetação nas ruas, os esgotos a céu aberto em alguns pontos são  causadores de mau cheiro, e para piorar, o carro do lixo só passa aqui duas vezes por semana para recolher o lixo doméstico. 

Mas, mesmo assim, com todas essas dificuldades, o Distrito de Rocha Cavalcante tem seu valor histórico para sua população, pois aqui tem história para conhecer, para quem realmente quer aprender.

Chayanne Monteiro Pereira de Souza, 14 anos, aluna do 8º ano da Escola Municipal Dr. Antonio Gomes de Barros. 

Chayanne, Alessandra e Maria Helena.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Lembranças de Rocha Cavalcante, a geografia explica!

É engraçado como nossa memória armazena certas lembranças. A foto acima é da rua onde minha vó Rosa morava em Rocha Cavalcante. Eu como morador até os 13 anos, vejo essas imagens com certa nostalgia junto com outros sentimentos prazerosos. 

A Ciência Geográfica explica que para ser "LUGAR", o espaço geográfico tem que nos remeter sentimentos como: lembranças, apegos, cheiros e outros. Por ter nascido e vivido minha infância no distrito é normal que eu tenha um carinho tão especial por esse lugar aqui no município de União dos Palmares.

Mas nem sempre as lembranças são boas. Certa vez, junto com minha vô Rosa, fomos ver a enchente e, por pouco, eu não fui carregado pelas correntezas, pois havia pisado no barro liso na beira do Rio Canhoto; cai e fui puxado rapidamente por um morador do lugar. As enchentes, aliás, eram devastadoras e levavam tudo que via pela frente.

Mas, como o destino tem sempre algo a oferecer no final, a última foto dessa postagem mostra o Conjunto Residencial José Carrilho Pedrosa, no inicio de sua reconstrução. No local ainda não tinham construído a Escola Municipal Dr. Antonio Gomes de Barros, que completou 50 anos dia 15. A escola antes se localizava no centro velho do Distrito.

Fui aluno da escola Antonio Gomes e hoje sou professor. No novo espaço vejo surgir novas amizades, novos amores, novas conquistas e futuramente muitas histórias desse bairro novo.

As histórias que iniciam agora irão se cruzar com as que serão reveladas por muitos ex-alunos Brasil afora. E como diz a GEOGRAFIA, eles estarão conquistando nossos lugares, sentimentos novos e quem sabe não iremos ler aqui no Blog JMarcelo Fotos os testemunhos dos conterrâneos palmarinos.    


Fotos tiradas por me em agosto de 2013 e junho de 2016.