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sexta-feira, 28 de junho de 2019
terça-feira, 10 de outubro de 2017
#SemPreconceitos
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terça-feira, 3 de outubro de 2017
Luau da diversidade terá Naná Martins na Serra da Barriga
O Baobá Raízes e Tradições, restaurante temático da cultura afro-indígena, localizado na Serra da Barriga, realizará no dia 28 de outubro, um Luau da Diversidade.
O evento contará com um mega show da cantora Naná Martins, que apresentará sua micareta, além de DJ e show de Drags.
O clima místico da Serra da Barriga, irá abrilhantar a noite colorida. Que contará com petiscos e bebidas afrodisíacas, algo novo em eventos de União dos Palmares.
A venda dos ingressos começaram na noite desta sexta-feira, 29 de setembro e no momento ainda está sendo online plataforma www.sympla.com.br/luau-da-diversidade_196550.
Maiores informações através do número 82 99184-0913 (JP) e 9627-5966 (Júnior).
Colaborou - João Paulo
Fonte: A Palavra
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domingo, 17 de setembro de 2017
Sem Preconceitos...
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quarta-feira, 17 de maio de 2017
domingo, 22 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Luto: Dragão
Abaixo entrevista que o mesmo concedeu ao blog...
Imagine um lugar que era ao mesmo tempo especial e assustador. Era assim que Antônio da Silva, mais conhecido como Dragão, via o Rio Mundaú. As águas serviam para o principal lazer das crianças das antigas ruas Demócrito Gracindo Rua da Ponte) e Jatobá, mas também tinha outras serventias, como lavar roupa, pratos, tomar banho, pescar para se alimentar e revender. Era assim nas décadas de 60 e 70, ano em que Dragão vivia junto com os colegas desbravando o rio. Porém esse mesmo rio destruía tudo que via pela frente. No inverno enquanto uns dormiam, outros vigiavam o aumento das águas. Dragão lembra que não foi só a enchente de junho de 2010 que destruiu a sua casa e dos demais moradores.
O gosto pela cultura herdou dos pais e tios, que já participavam de grupos como guerreiros, baianas e outros. Desde pequeno se apresentava com a família nas festas de União dos Palmares. O olhar atento de criança analisava a criação das roupas e a escolhas das músicas. O pai que veio do município de Atalaia era funcionário da fábrica de doces na Rua da Ponte, Dragão e os irmãos nasceram em União.
Aos 18 anos já participava dos festivais de calouros apresentado pelo comunicador Kleber Marques, daí veio o convite para integrar a Banda Açaí, que mais tarde teria outros nomes, como contágio e contágio tropical. Depois de 4 anos na banda foi morar em Arapiraca e ser um dos integrantes das bandas Alta Voltagem e Cio da Terra.
Em 1999 de volta a União decidiu trabalhar para si mesmo e criou a Banda Afro Nação Dandara. Começou a realizar estudos ligados a cultura negra, como a musicalidade, roupas, comidas e etc. Dragão disse que nessa época frequentava um centro espírita e resolveu conhecer a religião de matriz africana. Na nova religião o preconceito dos leigos não o incomodava, o compositor diz que muitos só querem enxergar o lado ruim da religião, para ele tem gente ruim em todas as igrejas.
Na Banda Afro Nação Dandara é ele quem compõe as músicas, desenha e costura as roupas de todos os componentes. Disse que lembra das criações que sua família e vizinhos faziam nos grupos folclóricos e que é daí também que vem a sua facilidade em realizar suas criações. Como a banda tem crianças, ele pede a autorização dos pais dos integrantes.
Morador do bairro Padre Donald e contratado da prefeitura há 10 anos o músico diz que está ansioso para ter sua casa no conjunto Nilton Pereira e que na comunidade quer fortalecer o bloco de carnaval Unidos da Ponte. Com o segundo grau completo, Dragão diz que é difícil fazer cultura, não só em União, mas no Brasil, segundo ele pela falta de apoio.
Homossexual assumido, o costureiro disse que conversou com os pais a respeito de sua sexualidade quando tinha 18 anos. Os pais na ocasião lhe disseram que apesar de tudo ele era seu filho e fizeram um pedido que ele não usasse vestido. Dragão diz que foi um dos primeiros homossexuais na cidade a usar brinco e roupas coladas, com isso sofreu preconceito, já com os amigos não teve problema, jogava bola, passeava e ia as festas como nos tempos que tomava banho no Rio Mundaú.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
"Me pegou de surpresa em 2015? Meu Casamento" Por Thaynnara Agnes
2015 em uma palavra:
Razoável
Prometi e não cumpri;
Entrar em uma faculdade, mas não conseguir.
Melhor e pior momento de 2015?
Melhor: Conclusão do meu magistério e meu casamento
Pior ter viajado para Minas Gerais.
Me pegou de surpresa
Meu Casamento, pois nunca tinha planejado isso em minha vida.
Meta para 2016:
Tenho várias mais em especial ingressar em uma universidade.
Thaynnara Agnes
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sábado, 10 de outubro de 2015
Homofobia em sala de aula
Dia desses, falei para uma turma com cerca de 120 estudantes que não toleraria nenhum tipo de piada de cunho homofóbico no ambiente. No momento, creio, pareci um pouco “seco” ou “duro”, mas era preciso não dar margem à dupla interpretação: era “não tolero” mesmo.
Explico.
Em maio deste ano, 2015, completei 15 anos de carreira como professor.
Comecei cedo, ainda calouro da UFPR, num pré-vestibular chamado “Em
Ação”, que ajudei a criar e que ainda existe em Curitiba, onde lecionam
estudantes dos cursos de licenciatura da Universidade.
Daí para chegar à educação privada, por onde já passei como professor de
cursinho, ensino médio e educação técnica, foi uma longa jornada e
hoje, uma década e meia depois, sinto-me maduro para debater questões
ditas paralelas, mas extremamente ortogonais, ao modelo de educação
brasileiro.
Em todos esses anos, sempre percebi o quanto um dos assuntos mais empurrados para baixo do tapete é a homofobia.
Para não falar do preconceito velado e violento das escolas de ensino
fundamental e médio por onde passei, ou mesmo no ensino técnico, vou
focar minha análise apenas nos cursinhos, onde atuo ainda hoje.
Olha, e confesso não saber de onde veio a ideia de que professor de pré-vestibular precisa ser humorista.
Que é preciso um bom humor, principalmente com viés motivacional, não
tenho dúvida, assim como não tenho dúvida que bom humor se expressa com
sorriso e com respeito.
Que é preciso, também, ser mais que um orador/explanador, e desenvolver
com os vestibulandos uma relação que pode beirar a amizade, no sentido
de servir de apoio nesse momento extremamente delicado da vida deles,
não há dúvidas.
Da mesma forma, que é preciso estabelecer uma dualidade entre
racionalidade e emoção, para acompanhar as variações de humor de quem
vive sobre a pressão casa/trabalho/futuro/cursinho, todos sabemos.
Mas e quando isso tudo se confundo com busca pela popularidade barata?
Aí entra a velha técnica do comediante: forçar a risada de uns com base na humilhação de outros.
Quando agem dessa forma — e eu creio ter agido assim em algum momento de
minha carreira de professor, não sou santo e nem puritano, sabemos — os
colegas de profissão humilham veladamente alguns alunos em benefício a
alimentar o ego daqueles “não incluídos” na humilhação.
Piadas de cunho racista, machista, segmentadadoras e, em especial,
homofóbicas, são feitas sem critério algum, destruindo a autoestima de
quem é vítima da gozação.
E, na maioria das vezes, a defesa não pode ser feita, seja por medo da
exposição, seja por entender não ser possível mudar a forma das coisas
acontecem.
Já presenciei diversas piadas de mal gosto, assim como músicas, frases
para se decorar tabelas e fórmulas, macetes para regras, etc, em que
incluem-se grosserias do pior gosto possível.
E, a cada dia, percebo o quanto a “maldade não se faz por mal”, e sim por desinformação.
Esses colegas, professores de carreira, pessoas de “nível de instrução”
acima da média, agem dentro de uma cultura nefasta de exposição da
diversidade e da diferença de forma vexatória e com discurso de
normalidade.
Ao fazerem piadas machistas, esquecem que, em média, 15 mulheres são
mortas diariamente no Brasil simplesmente por serem mulheres.
Ao fazerem piadas racistas, fecham os olhos — deles e dos alunos — para a
população negra morta diariamente pela violência e pela polícia, ou
encarcerada em nosso sistema penitenciário horrendo, que mantém mais
negros em situação de privação de liberdade do que quando o Brasil era
um país escravista.
Ao fazerem piadas homofóbica, tapam a luz do sol com a peneira sobre os
LGBTs agredidos, humilhados e mortos, todos os dias, em nosso país, só
por não viverem nas regras heteronormativas da sociedade e expressarem
sua diversidade e sua singularidade.
Só por priorizarem o amor a si mesmo e ao próximo em detrimento à repressão de sua identidade.
A difusão do ódio, mesmo velado, ou “sem querer”, através de
brincadeiras e piadas, é grave em essência. É mais grave ainda, quando
tratamos de pessoas em período de formação e/ou transição. Os alunos do
cursinho serão, em poucos anos, os profissionais, engenheiros, médicos,
professores, sociólogos, jornalistas, arquitetos, veterinários,
advogados, administradores, economistas, etc, que estarão à frente da
sociedade e precisam ter consciência do que somos e de onde queremos
chegar.
Não acho que professor deve ser exemplo, longe disso, mas acredito, isso
sim, que como cidadão, deve respeitar a todos e defender os princípios
básicos da vida em sociedade, da constituição e, principalmente, do
respeito ao ser humano.
*Luiz Henrique Dias é professor e escritor. Autor do livro O Amor Remove Caninos
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Algumas observações sobre políticas educacionais, identidade de gênero e democracia na sociedade palmarina
Nos últimos dias, a população de
União dos Palmares discutiu intensamente a proposta de complementar ou não a discussão
sobre Identidade de Gênero nas escolas públicas do município.
O debate ganhou grandes proporções
devido ao conservadorismo religioso e as informações ignorantes da imprensa
local. Desta forma, o debate que deveria transcorrer sobre propostas para
garantir a qualidade no ensino público, travou neste tema e dividiu a sociedade
palmarina.
Nesta divisão, um lado não concorda que seja discutida Identidade de
Gênero nas escolas públicas, porque isso ensinaria as crianças a serem
homossexuais; o outro lado defende que se discuta “Ideologia de Gênero” nas
escolas públicas; porque ensinará as crianças a respeitar a diversidade sexual.
Porém, ambos os lados terminam caindo numa discussão moralista sobre o assunto e se
esquecem de discutir outros problemas muito maiores que realmente ameaçam a
educação pública na atualidade.
A educação pública da “Pátria
Educadora”
A atual gerente de turno, Dilma
Roussef, prometeu mundos e fundos antes do circo eleitoral para logo em seguida
cometer diversos ataques aos direitos do povo brasileiro. Com o slogan debochado de “Pátria Educadora”,
iniciou seu novo mandato cortando 7 Bilhões de reais das verbas destinadas a
educação pública. O resultado deste crime está presente por todos os cantos do
país; fechamento de escolas e universidades, falta professores, falta
assistência estudantil, etc. Mas, o povo tem lutado com unhas e dentes pelo
direito de estudar e aprender com qualidade, explodem greves, ocupações,
manifestações e diversas lutas combativas.
PNE e PME; democráticos pra quem?
Desde os debates para construir o
Plano Nacional de Educação (PNE), que vários educadores e demais estudantes em
licenciatura já denunciavam o caráter anti-democrático de suas reuniões e
audiências públicas. Estas aconteciam de forma consultivas e não deliberativas,
ou seja, o povo era convidado a expor suas opiniões mas no fim não decidiam
nada. A cena se repete nas discussões do Plano Municipal Educacional (PME) e
mais uma vez o povo é feito de palhaço por aqueles que dizem representar seus
interesses.
Moralismo contra moralismo
Alguns discordaram da aprovação do
PME por razões religiosas, outros por causa da revolta política contra o PT e
também os que sentem fobia de pessoas homossexuais. Este Plano está longe de
corresponder as reais necessidades da educação pública, mesmo sendo muito ruim,
a discussão sobre Identidade de Gênero não é a única pauta dentro deste.
Aprovar o PME por que concorda que
se discuta sobre Identidade de Gênero nas escolas públicas é uma decisão
contraditória, não menos ignorante e moralista do que a dos conservadores
religiosos. Neste caso também está se observando apenas um ponto de todo o
Plano.
Acredito que é justo ser contra a
aprovação e a aplicação do PME, do PNE também, não por uma questão moralista,
por causa de sua construção anti-democrática, que desvaloriza o professor, sucateia
as escolas e universidades públicas para favorecer o setor privado de ensino.
Sobre as escolas
As escolas servem para apresentar o
mundo, da forma que ele existe materialmente e cientificamente. A moral que a
escola deve ensinar é a do respeito mútuo entre as pessoas. Se a criança ou o
jovem seguirá estes ensinamentos, dependerá das experiências de vida
proporcionadas por aqueles que vivem próximo a eles, amigos e familiares.
As escolas não podem obrigar as
pessoas a ser o que elas não querem. A escola apresenta diversos caminhos
dentro da sociedade, qual caminho cada estudante seguirá é uma decisão muito
particular. Discutir sobre o respeito a mulher, ao negro, ao índio, ao
religioso, ao ateu e a diversidade sexual é uma prática legitima e necessária
dentro das escolas públicas.
A forma que muitos se metem no
debate sobre Identidade de Gênero, com total ignorância sobre o assunto e
carregados de moralismos, só reforça que a educação pública vive uma situação
de crise. Talvez, se tivéssemos uma educação pública de qualidade não existissem
tantos ataques pessoais e argumentos moralistas ou falsos moralistas.
Luta de classes, Ideologia e
Identidade
Na sociedade palmarina, existe uma
divisão histórica, que divide a humanidade desde do surgimento da propriedade
privada (isso aprendi nas escolas), é a luta de classes. Inclusive, União dos
Palmares é conhecida internacionalmente devido a uma histórica luta de classes,
entre escravos negros e senhores de engenho. A luta de classes se manifesta em
diversos setores da sociedade; campo, cidade, escolas, universidades, etc.
Enquanto existir exploração do homem pelo homem haverá luta de classes.
Ideologia é o conjunto de ideias
que uma pessoa ou um grupo adota como resposta para explicar diversas formas de
viver. No caso de uma pessoa que se identifica em ser outro gênero que não seja
o que originalmente nasceu, não é uma escolha é uma necessidade fisiológica e
afetiva (a biologia explica). Religião é uma ideologia, porque é um conjunto de
ideias que alguém escolhe viver. A homossexualidade ou a heterossexualidade é
algo natural, anormal é avaliar as pessoas pela forma como elas se satisfazem
sexualmente e não pelo papel social que elas cumprem.
Identidade é o conjunto de
características que uma pessoa ou um grupo assumem por necessidade de existir.
Existem diversos tipos de identidades; culturais, regionais e até de gênero.
Apesar de cientificamente só existirem dois sexos (masculino e feminino),
existem casos de pessoas que nascem com um gênero e se identificam com o
oposto. Existem também os casos de pessoas que escondem sua identidade sexual e
as vezes perseguem quem tem coragem de se assumir.
Ser homem e ser mulher é uma
construção social, escola e família fazem parte desta construção. A escola
apresenta ideologias e toda família tem sua identidade. Assim, não vai ser
incubando ignorância nas crianças que teremos um futuro melhor, teremos apenas
mais uma geração de ignorantes.
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Sou “Thaynnara Agnes”, tenho 18 anos e sou travesti
Inicialmente,
quero me apresentar, sou Luan Vitor mais meu nome social e conhecido por todos
como “Thaynnara Agnes”, tenho 18 anos e moro no conjunto Newton Pereira, sou
travesti assumida há 4 anos, estudo na Escola Estadual Rocha Cavalcanti e estou
cursando o 4º ano do ensino normal em nível médio.
Bom, para iniciamos, essa retrospectiva, do que vivencie esse ano de 2014, primeiramente antes de tudo quero falar sobre dois aspectos que pude vivenciar bastante e quis dividi-los em dois eixos: Os pontos negativos e positivos, desse ano que posso considerar como razoável.
Desde já, quero falar sobre os pontos negativos, onde tive uma das maiores decepções, pois pensava que seria mais fácil para mim enfrentar essa sociedade preconceituosa que temos hoje em dia. Posteriormente, quebrei a cara, onde passei a procurar emprego e todos fecharam as portas para mim, por eu ser travesti e ser considerada como minoria na sociedade.
Houve uma grande exclusão, por parte dessas pessoas onde eles ao verem meu currículo, daí fazia com que eu não fosse chamada para a entrevista de emprego, não só foi no emprego, mais também por outros lados, como na escola, na rua, enfim entre outros meio que estão inseridos em nossa sociedade, onde por parte de cada um, sofri bastante esse ano, onde já fui perseguida por professores, por pessoas que não aceitam a minha identidade, ou até mesmo por familiares meus.
Mas graças a Deus ao decorrer do tempo venho percebendo que a cada nível de estudo, as portas vem se abrindo para mim, pois por já ser considerada como excluída da sociedade por alguns e ainda mais não ter estudo seria uma grande derrota para mim, por essa causa defendo com unhas e dentes, essas oportunidades que surgem em minha vida, sendo assim os estudos seria minha única solução para eu poder mostrar para a sociedade que eu tenho vez e voz para pode-las mostrar-las que eu posso e consigo ter vez nessa sociedade que cada vez está se dividindo cada vez mais.
O segundo eixo destaco: O ponto positivo do ano de 2014, no meu ponto de vista: Bem, ao falar desse ponto as lembranças vem sem querer, e tive muitos momento positivo esse ano, para iniciarmos dou como exemplo minha escola pode ser considerada minha vida, pois foi lá que fui bem recebida e acolhida por todos e todas, onde eles mim aceitaram da forma que eu sou e desejo ser, pois ao entrar naquela escola formadora de futuros professores percebir que não seria nada fácil enfrentar as barreiras que sabia que iria encontrar ao decorrer do tempo, posteriormente soube mim identificar com todos da escola, e isso só fez com que eu pudesse mim sentir mais a vontade com eles.
Esse é uns dos bons momentos que pude considerar, mas foram vários e vários pontos positivos desses anos onde farei uma retrospectiva como: Fui escolhida uma das melhores dançarinas da cidade, uma das pessoas mais dedicadas da escola, enfim uma das travesti mais batalhadora e guerreira dessa cidade, pois disseram que não e fácil enfrentar, isso que eu estou enfrentando no meu dia-a-dia, pois sei que não estar sendo nada fácil enfrentar essa sociedade que cada vez mais estar se diversificando. E sim só quem sofre e quem sabe o que e ser tratado como excluído ou ate mesmo ser considerado como essas palavras horrorosas que escutamos no nosso dia-a-dia.
Mas com ao decorrer do tempo e com os avanços que pude dar em minha vida estou conseguindo quebrar tabus, e mostrar para aqueles que foram os primeiros a mim criticar que estou conseguindo vencer e crescer nessa vida seja ele na pessoal como na profissional e um dia vou ter o direito e respeito que todos deveriam ter.
O que espero que ao terminar esse meu curso de magistério, possa ingressar em uma universidade e mostrar para muito que eu pude, eu quis e eu vou conseguir superar esse trauma todo que eu passei no ano de 2014, e que possa vim mais um ano de lutas, vitorias, dificuldades, pois são através dessas dificuldades, que vou ter argumentos para dizer no final foi através dessas dificuldades que eu conseguir vencer na vida e sambar na cara dessa sociedade preconceituosa.
Portanto para concluir minha fala, quero agradecer ao José Marcelo, pela oportunidade de mim proporcionar esse espaço para falar o que achei desse ano de 2014, e quero dizer que obrigado por ter um olhar mais critico e abrangível, por nos que somos considerados como “Minoria” por muitos.
Sendo
assim que todos possam ter um reflexão, e Boas festas.
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