Pages

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Conheça o palmarino Carlos Adriano, locutor de rodeios


Marcelo, nasci em um sítio chamado Baixa Seca, próximo ao povoado Timbó, em União dos Palmares. Aos 5 anos de idade fui para União onde meus pais me levaram para estudar do 1 ano até a 4ª série no Grupo Escolar Jorge de Lima, da 5ª a 8ª série no Colégio Carlos Gomes de Barros,  fiz o Colegial técnico em administração no CETEPA, que ficava ao lado do Colégio Santa Maria Madalena, onde estudei Contabilidade, o diretor era Francisco Viana.

Morei no Bairro de Fátima,  grupo C, Nº 21. Trabalhei na Caixa Econômica Federal como office boy e depois estagiei 2 anos. Curtia muitos os bailes na AABB e Palmarina.

Aos 22 anos me mudei para São Paulo em busca de uma vida melhor, onde o mercado de trabalho é bem mais promissor. Trabalhando em indústrias, depois em rede de hotéis, neste tempo descobri que minha voz era de grande valor para o mercado fonográfico. Comecei a fazer locução em portas de lojas, trabalhando em rádios piratas, passando para  rádios comunitárias e depois rádios comercias. Conheci um empresário de rodeios, ele me convidou para uma festa e pediu para que eu fizesse uma narração. Come ele gostou, fui avante. Hoje sou radialista, locutor de Rodeios, empresário artístico e jornalista. 

Quanto a minha vida, estou bem. Graças a Deus.

 O palmarino com algumas, personalidades nacionais.

domingo, 14 de julho de 2013

Jornal do Commercio de Pernambuco, faz reportagem com moradores da Serra da Barriga

"Matéria da excelente repórter especial de Cultura do Jornal do Commercio, Fabiana Moraes -ganhadora do Prêmio Esso de Jornalismo, o mais importante do país - sobre a situação de famílias que moram na Serra da Barriga (antiga sede do Quilombo dos Palmares) na minha cidade, União dos Palmares-AL.

No Jornal do Commercio de hoje. Imperdível.
" Paulo Veras.
 
"Dizem que essa é a terra da liberdade, mas que liberdade é essa que eu não posso nem melhorar o lugar onde vivo?". Seu Louro, nome pelo qual Benoino Ferreira de Moraes, 59 anos, é conhecido, abre a porta da casa e aponta para o chão de terra. Comprou material para fazer um piso novo mas, quando o caminhão chegou com a areia, o guarda que permite ou não acesso de veículos até a sua residência barrou a entrada. Além da sala sem piso, os quartos estão sem reboco e o banheiro é precário. Funciona fora da residência, apesar de o comerciante e pedreiro ter iniciado um interno. Nunca terminou. Foi impedido pela Justiça.

Seu Louro faz parte de uma das 16 famílias que moram na Serra da Barriga, em União dos Palmares, Alagoas. Ali funciona o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, dedicado a evocar o local onde existiu, durante quase cem anos (entre o final dos 1500 e 1695), a maior resistência negra no período da escravidão. Estima-se que 20 mil pessoas viveram ali, e não apenas negros - mais índios e brancos procurados pelas forças repressivas de então (há pesquisadores que falam em 35 mil habitantes). Espalhavam-se por dez aldeias. A serra onde vive o comerciante era considerada a "capital" da República dos Palmares, como o quilombo também é denominado.

Ele comemora o fato de morar em um local de natureza privilegiada, longe da poluição e da violência e de inestimável valor histórico - mas os contínuos constrangimentos pelos quais vem passando nascem justamente por sua presença naquela área, onde chegou há 20 anos. Conta que sua família não foi questionada durante muito tempo. Pelo contrário: sempre foi vista como uma espécie de "salvadora" dos turistas que vão até a Serra e, no terraço da casa simples, são servidos de tapiocas e beijus, além de café e refrigerante. Lá também são oferecidos almoços, feitos por encomenda. O "salvadora" explica-se: como o único restaurante construído no local(o Kúuku-Wáana) só funciona praticamente uma vez ao ano, no mês de novembro, quando celebra-se o Dia da Consciência Negra (20), não há outro local para matar a fome a não ser na casa de Seu Louro.

Foi o próprio que, ao ver o carro de reportagem, aproximou-se para falar sobre sua situação ali. Conta que criou sete filhos no local, todos eles já adultos e nenhum vivendo mais naquele lar. Conta que plantava macaxeira, milho e laranja, mas precisou abandonar as culturas por conta das novas regras de preservação e recuperação da mata (que já foi bastante castigada, por isso o impedimento de roças). Que não tem água em casa desde dezembro. Que, quando os turistas chegam e pedem para usar o banheiro, ele diz que não pode permitir o acesso, mas é porque não tem água mesmo. "Meus vizinhos que são idosos... eu fico com pena, fico mesmo. Eles precisam ir buscar água longe, não podem ter um banheiro dentro de casa, é perigoso", diz, apontando para a pequena residência de um senhor chamado Cícero Leopoldino, que não estava na casa no momento em que a reportagem visitava o parque.

A permanência das famílias que residem no platô da Serra começou a ser questionada de maneira enfática a partir do final de 2011, depois que a Polícia Federal realizou uma vistoria no local para checar se havia desmatamento. Foram três dias de inspeção. No ano seguinte, uma ação do Ministério Público Federal(autoria da procuradora da República Niedja Kaspary) apontou irregularidades que teriam sido identificadas em uma análise realizada a partir de 2007, ano em que o MPF solicitou inquérito para apurar denúncias contra crimes ambientais - as famílias que vivem na Serra da Barriga seriam as autoras das contravenções. Vale lembrar que o local foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional(Iphan) em 1986 (já o Parque Memorial foi implantado em 2007, justamente quando PF iniciou investigação). Por isso, é curioso que, mais de 20 anos depois do tombamento, é que a presença das famílias seja vista como um impedimento para a preservação.

"LEI É LEI"

Diretor de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Palmares (autarquia federal responsável pelo Parque Memorial), Alexandro Reis adota o discurso do "lei é lei" e diz que a reintegração de posse da área para o Iphan é uma ação da Justiça Federal que precisa ser cumprida.

"As famílias que viviam ali na época do tombamento foram indenizadas. O parque é um patrimônio do País... É claro que não vamos deixar que elas saiam de todo jeito, nós precisamos verificar para onde vão, como vão... Não adianta apenas despejar as pessoas." Assim, transfere para a PF o impedimento da feitura do prosaico piso da sala de Seu Louro que, com a possibilidade de sair da Serra da Barriga, não pode realizar benfeitorias no seu imóvel- embora, curioso, ele e seu pequeno restaurante sempre tenham sido atração e apoio para quem vai até o Parque. É possível inclusive encontrar foto e matéria sobre o pedreiro e comerciante no próprio site da Fundação Palmares, como a publicada no dia 16/11/2010, na qual ele aparece processando mandioca na casa de farinha (em http://www.palmares.gov.br/563-2/).

O não funcionamento do equipamento, aliás, é motivo lamentação do comerciante. "Antes, quando eu podia usar a casa de farinha, conseguia vender a tapioca por R$ 1. Agora não podemos mais, porque é só para os turistas verem... eu tenho que comprar a farinha pronta", conta Seu Louro, que hoje cobra R$ 2 pela tapioca. Outros moradores da área também usavam a moenda. "A casa de farinha faz parte do memorial. É possível deixar que as pessoas sentem nas cadeiras expostas em um museu? É a mesma coisa", diz Alexandro Reis.

A diferença é que, como mostra a experiência dos moradores, o equipamento era utilizado para sobrevivência - como um dia foi usado pelo moradores do Quilombo dos Palmares - não para mera contemplação. Talvez, inclusive turisticamente, fosse mais interessante ver a casa de farinha realmente sendo utilizada.

Só quem chegou antes poderá ficar

O diretor de Proteção ao Patrimônio Afro Brasileiro da Fundação Palmares, Alexandro Reis, diz que algumas das famílias que hoje pedem para continuar na Serra chegaram após o tombamento - apenas aquelas que estavam ali antes poderiam, em tese, ser mantidas. Seu Louro, no caso, diz ter chegado há 20 anos, ou seja, bem depois do tombamento. Questionado porque foi então permitida a construção de várias casas quando a Serra da Barriga (230 hectares) já era posse do Iphan, Reis diz: "É uma pergunta que eu gostaria de poder lhe responder".

Atualmente, o parque, que tem verba anual de manutenção de R$ 500 mil, recebe uma média de 1.200 visitantes ao mês, segundo o diretor. O acesso é gratuito. Grande parte dos que vão ao local são estudantes e pesquisadores.

O potencial turístico do local é enorme, mas pouco explorado - uma exploração que poderia ter molde sustentável e com propósito de gerar renda para a própria população remanescente de quilombolas. O restaurante fechado durante todo o ano é um exemplo. A princípio, ele deveria funcionar, em parceria com o Senac, também como escola (uma licitação de R$ 96 mil para compra de equipamentos foi feita em 2009).

"No início ele foi mantido aberto, mas o número de visitantes não compensava os custos", diz Alexandre Reis. Segundo ele, os mais de mil visitantes ao mês também não precisam necessariamente se alimentar no local (embora quem venha de Maceió, por exemplo, precise superar 80 quilômetros de estrada até União e mais 6 quilômetros até o alto da Serra).

Marlon Rossy, o maior imitador do Brasil, está de volta a Alagoas

Ele está de volta a Alagoas! Conhecido como o maior imitador do Brasil, Marlon Rossy passa uma breve temporada em seu estado natal, neste mês de julho, e já contagia os alagoanos com sua alegria. 

Rossy foi o entrevistado especial de hoje do Programa Gerações, da Rádio Pajuçara FM 103,7 Maceió. Com textos humorísticos e interpretações de grandes nomes da música nacional e internacional, como Alcione, Maria Betânia e Elvis Presley, o imitador arrancou boas gargalhadas de ouvintes e das apresentadoras Telma e Floracy Cavalcante.

Antes de voltar para São Paulo, Marlon Rossy se apresenta todas as quintas-feiras deste mês de julho no Espeto Grill, em frente à barraca Lopana, na Ponta Verde. Depois, ele volta para São Paulo, onde desenvolveu a carreira. Não dá para perder!

O show

O show de Marlon Rossy conta com performances de pelo menos 18 personagens caracterizados por espetáculo, dos 30 que compõem o seu casting, e que fazem parte da música nacional e internacional, como: Maria Betânia, Caetano Veloso, Alcione, Belchior, Fagner, Raul Seixas, Caubi Peixoto, Agnaldo Timóteo, Reginaldo Rossy, Sidney Magal, Roberto Carlos, Louis Armsntrong, Plácido Domingo, Julio Iglesias, Elvis Presley, entre outros. 

As apresentações contam também com um rol de causos nordestinos e piadas hilárias, numa linguagem suave e que podem ser prestigiadas por todos os públicos: crianças, jovens e adultos.

Fonte: TNH

 + Mais Rossy no blog AQUI
+ Mais Rossy no blog  AQUI

sábado, 13 de julho de 2013

Parabéns aos comunicadores Palmarinos!!!


"Aos amigos e colegas do rádio palmarino que se formaram hoje no curso de Rádio e TV do Sindrádio/AL os meus parabéns! - Parabéns pelo esforço e talento, parabéns pela coragem e dedicação, parabéns pela arte de entreter e informar! Parabéns pelos grandes profissionais que orgulham e enobrecem nossa terra! [Não falta, muito para enfim compor o grupo de profissionais que fazem a diferença na comunicação desta terra] Os meus sinceros votos de sucesso!" Clezivaldo Mizael.

Passeando de moto de Recife à Serra da Barriga em União dos Palmares

 
 Saindo de Recife a União dos Palmares.
Saindo de União dos Palmares a Recife.

"Partimos de Recife com o objetivo de 'pegar estrada' e, secundariamente, visitar o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, onde o negro Zumbi organizou escravos fugidos em meados do século XVII. O quilombo também contava com índios, o que serviu para unir culturas e hábitos, como se vê nas habitações em forma de ocas e na herança culinária. Pena que a estrada não tava seca e as hornets não subiram a serra..." Mc Conterrâneos do Asfalto.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Passeando de carro pelo centro de União dos Palmares


"Nunca fui infeliz, pelo fato de ser Gorda" Crislane Teixeira



A pedido do meu amigo José Marcelo, estou escrevendo este depoimento acerca da experiência que tenho vivenciado, e que realmente foi uma das melhores decisões que já tomei para o meu bem estar, físico e sem falar da auto estima que é outro ponto sublime a ser mencionado.

Em 25 de Janeiro de 2013 por insistência da minha mãe que sempre me orientava para fazer uma dieta, porém eu não dava ouvidos e por muitas vezes tentei e por falta de esforço e força de vontade não conseguia continuar. Decidi tentar mais uma vez, pois no fundo eu sabia que era necessário e que o excesso de peso estava me causando dificuldades na respiração, circulação, problemas hormonais e etc.

Iniciei a minha batalha, eu sabia que a luta seria árdua, porém satisfatória, procurei auxílio médico que é indispensável, para que não tenhamos problemas fazendo dieta por conta própria. O esforço da minha parte tem sido grande, pois sempre tive dificuldades em aderir as saudáveis verdura e legumes na dieta, entre outros alimento light, mas desta vez estou cumprindo com tudo que me é orientado por minha Nutricionista e Endocrinologista, e tudo isso não é fácil é preciso ter muita força de vontade, renunciar, superar, amar a si próprio, e primeiro que tudo FÉ em Deus, que nos permite alcançar tudo, o que desejamos, e que torna as dificuldades em simples provações.

O momento da adaptação é duro, porém quando coloca-se o objetivo em mente e começa a obter resultados, o esforço se torna gratificante, além de eu estar me sentindo bem fisicamente, estou em um momento da vida que a palavra que define o que estou sentindo é FELICIDADE, pois tenho alcançado os meus objetivos, estou bem comigo mesma, me amando cada dia mais, e só tenho agradecer ao meu Deus, a minha família e amigos verdadeiros que me apoiam, que me amam, independentemente de estar gorda ou magra. E que com certeza foram formidáveis nessa minha conquista. Quem me conhece sabe que nunca fui INFELIZ, por esta situação. E se sempre fui uma menina alegre, agora com os ótimos resultados que tenho alcançado é que estou transbordando de ALEGRIA.

E para aqueles que assim como eu, lutam contra os quilinhos indesejáveis, se esforcem não pelos os outros, mas por vocês mesmos, e pensem que em primeiro lugar estar o nosso bem estar físico, pois nós somos conscientes de que a obesidade nos causam muitas dificuldades. Vamos nos colocar em primeiro lugar, e nos amar, não por opiniões de pessoas que acham que a estética é muito mais importante que o caráter e a dignidade, mas é por nós mesmos, por nosso bem estar físico, psicológico e etc. Por que infelizmente muitas pessoas são preconceituosas, e maldosas, e isso não vai deixar de ser assim. No entanto nós somos fortes e se nos dispusermos a lutar e juntos nos ajudarmos deixaremos muitos de boquiaberta. Nunca esqueçam que com Deus a frente de tudo, o impossível não devemos temer, basta tão somente crê que alcançaremos nossos objetivos.

"O VENCEDOR nunca DESISTE e quem DESISTE nunca É VENCEDOR!"

E a luta continua... Isso é apenas o início da minha triunfante vitória! 

Agradeço a oportunidade de relatar um pouco da vitória que tenho alcançado, um grande abraço a você Marcelo


Crislane Teixeira de Araújo

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Show gospel em União dos Palmares

Cartaz de um dos shows. 

O cantor Thalles Roberto tem a agenda de lotada de shows até setembro de 2013. O mineiro de Passos é cantor, compositor, produtor musical e pastor evangélico e é um dos cantores mais solicitados no Brasil. Thalles antes da música evangélica já tocou no Jota Quest e com Jamil e Uma Noites. Hoje é membro da Igreja Batista da Lagoinha e lançou 4 CDs e 2 DVDs.

Serviço: 
Thalles Roberto
18 de Julho de 2013 

Horário: 20hrs 

Local : Estádio Municipal Orlando Gomes de Barros (Orlandão) 

União dos Palmares - AL

Ingressos: R$ 35,00 - Casa Marta e Azevedo Funerais
Mais Informações
  

(082) 91734430, 91734361 e 96271847