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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Alunos recebem certificados do curso de defesa pessoal

Neste domingo dia 18, os participantes do Curso de Defesa Pessoal Método Policial receberam seus diplomas de conclusão. O curso foi  realizado em dois finais de semanas de agosto com 20hrs de duração e foi ministrados pelo Mestre Garça. A entrega dos certificados aconteceu no Espaço Cultural Acotirene, Organização Mirim.

Mestre Garça iniciou falando da importância do curso para quem trabalha na área de segurança, já que o profissional tem que passar essa firmeza para a população ou para quem trabalha. "Sempre que faço um curso desses, quero compartilhar os conhecimentos que tenho aprendido ao longo dos anos". Disse Ferreira, como é conhecido na cidade.

O curso foi destinado a seguranças, guardas municipais, agentes de segurança e policiais do exército das cidades de União dos Palmares, São José da Lage e Ibateguara. "As atividades desenvolvidas no curso foram: defesa pessoal de mãos livre e defesa pessoal com armas, desarmamentos de armas de fogo e branca". Explicou o professor.

Mesmo sendo um dia especial para quem adquiriu novos conhecimentos, Mestre Garça, estava triste pela falta de prestígio das autoridades do município para com os eventos desenvolvidos em União dos Palmares, já que são convidados a participar: "Mandei convites para Prefeitura, Câmara de Vereadores, para todas as Secretarias, diretor da guarda e para outros seguimentos da sociedade, como você vê, não vieram ninguém". E completou "Os nossos políticos só prestigiam o povo em época de eleições".

José Hailton, há 11 anos como cabo da policia militar, esteve presente ao evento e explicou que tem um curso específico denominado Combate Urbano: defesa Pessoal, que é voltado para área operacional, como militares, policiais civis e guardas municipais. 

O policial disse ainda que já utilizou várias vezes suas técnicas de defesas no seu dia a dia e que os conhecimentos adquiridos, seja por profissionais ou não, é essencial para a segurança da população. Com passagem pela Rádio Patrulha/RP e pelo Bope, José Hailton afirma: "A policia está passando por mudanças, em épocas de direitos humanos, a policia não é tão truculenta como antigamente e temos que aprender usar outras técnicas de defesas para que o uso da arma de fogo seja cada vez menos usada".          

A instrutora de Thuat Khi Dao, Sara Severiano de Oliveira, de 18 anos era a mais entusiasmada, mesmo sendo a única mulher no curso: "Muita força de vontade e tem que gostar muito, já que os treinos são puxados", diz Sara. Com cinco meses na guarda municipal, Jeferson Dantas de Melo, disse que foi fundamental o curso para aprender a se defender de armas e outros objetos nas ruas. 

Entre os presentes, familiares e amigos e o cantor Tiago Correia.


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domingo, 18 de agosto de 2013

O Câncer de Mama no Alvo da Moda comemora 18 anos no Brasil

Conscientização não sai de moda

Tudo começou nos EUA, em 1994. A ideia surgiu do estilista Ralph Lauren, que, ao acompanhar sua amiga, a jornalista Nina Hyde, na luta contra o câncer de mama, teve um insight e resolveu usar a moda para falar com as mulheres sobre este assunto. Assim nasceu o tão conhecido alvo azul.

A Campanha, que recebeu o nome de Fashion Targets Breast Cancer, nos EUA, foi adotada pelo Conselho dos Designers de Moda da América (CFDA, do inglês), sendo difundida por todo aquele país. No ano seguinte, a marca chegou ao Brasil.

Nesse momento é que entra o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), que, por meio de uma parceria com o CFDA, foi o responsável pela vinda da marca ao Brasil. O Brasil foi, então, o primeiro país a realizá-la fora dos EUA e onde ela fez ainda mais sucesso, superando até mesmo os resultados alcançados em seu território de origem.

Assim que estreou no Brasil, em 1995, a Campanha, que recebeu o nome de O Câncer de Mama no Alvo da Moda, já ocupou seu espaço sob os holofotes do mundo da moda, recebendo o apoio de diversas celebridades que, literalmente, vestiram a camisa.

Em pouco tempo, a Campanha ganhou passarelas, ruas, espaços na mídia e na vida dos brasileiros. Circulou entre produtos dos mais variados segmentos, para todos os gostos e necessidades. Sempre apoiada por empresas, artistas, celebridades, imprensa e a sociedade como um todo.

Superando todas as expectativas, a primeira edição da Campanha vendeu 418 mil camisetas e entrou para o livro dos recordes (Guiness Book Edição 1995), como a camiseta mais cara do mundo. O que esta valiosa camiseta tinha? Um autógrafo da apresentadora Xuxa, que fez com que a camiseta fosse arrematada por R$ 81 mil. Este foi o primeiro dos muitos recordes que seriam batidos em sua história.

Em 2000, a Campanha virou parceira da mais influente semana de moda do País, o São Paulo Fashion Week. Até agora, diversos estilistas já deixaram suas marcas em modelos criados com exclusividade para as edições do evento e que depois ganham as ruas, ajudando a conscientizar a sociedade.

Durante todos esses anos de vida, o Câncer de Mama no Alvo da Moda trouxe um ar inovador para o tema. Travou uma luta contra o preconceito, por meio da conscientização e informações, recuperando a autoestima das mulheres e desmistificando a doença que, sim, pode ser vencida.

O alvo

O alvo azul, o grande estandarte da Campanha, já esteve à frente de inúmeros modelos de camisetas e vestiu milhões de pessoas em todo o País. Já foram arrecadados mais de R$ 57 milhões. A quantia arrecadada com a venda desses produtos licenciados é utilizada como parte do custo em obras de ampliação e benfeitorias do IBCC. 
 
Fonte: IBCC
 
 
 
 
 


 "Eu Estou Vencendo o Câncer de Mama", veja o depoimento da palmarina Silvia Maria. AQUI

sábado, 17 de agosto de 2013

Educação: Alicerce do desenvolvimento de uma nação Por Cleo Basto

Sabe-se que educação oportuniza as mais diversas formas de expressão e a construção do conhecimento. “A educação é a chave para completar a compreensão sobre as pessoas, suas ações sobre o mundo ao seu redor. Se formos educados em um padrão único de qualidade, não teremos mais disputas e desavenças, pois então poderemos entender uns aos outros e as razões que nos levam a dizer e fazer o que fazemos”. Samia Lorraine Mendes Lopes

Apesar de estarmos em pleno século XXI, nos deparando com inúmeras inovações tecnológicas, onde diversos ramos são modernizados, seja economicamente ou culturalmente, ainda convivemos com um grande problema que impede o pleno desenvolvimento do nosso país: a falta de investimento na área educacional, gerando a má qualidade da mesma.

O Brasil ficou em penúltimo lugar em um ranking global de educação que comparou 40 países levando em conta notas de testes e qualidade de professores, dentre outros fatores.
A pesquisa foi encomendada, em 2012, à consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), pela Pearson, empresa que fabrica sistemas de aprendizado e vende seus produtos a vários países.

Isso é reflexo das grandes lacunas existente no processo de alfabetização de estudante em todo o país, gerando salas de ensino médio com alunos analfabetos funcionais. “analfabetismo funcional é um problema significativo em todos os países industrializados ou em desenvolvimento.” (UNESCO, 1998).

Diante dos fatos, percebem alguns entraves que contribuem significativamente com os baixos índices na educação do nosso país: falta de investimento e de uma cultura nacional de aprendizagem que valorizem a educação como alicerce do desenvolvimento de uma nação.

Além disso, percebe-se o despreparo dos gestores municipais, responsáveis pela os primeiros anos da educação básica, em geri esse processo, o que inclui erro na formação de uma equipe técnica e da contratação de professores sem as mínimas habilidades para exercer a função de alfabetizar. Surgi daí a necessidade urgente, de federalizar a educação básica, contratar professores de alta qualidade, encontrar critérios regidos de selecioná-lo e pagar bons salários.

Para isso, é importante cobrarmos políticas direcionadas a essa finalidade, elegermos gestores públicos que tenham a convicção que investimento na educação contribuirá ativamente no crescimento econômico e no desenvolvimento social e cultural da sociedade e do país.
Cleo Bastos Pereira

União dos Palmares-AL
17 de Setembro de 2013

Texto feito a pedido do blog. Quer ver seu texto/depoimento aqui também? Mande para o e-mail jmarcelop_7@hotmail.com 

Parece que foi ontem Por Gilson Nascimento

Rua do Cangote! Era assim o lugar onde eu nasci. Não exatamente onde nasci. Eu nasci num sítio, bem longe da civilização. Mas gosto de ver de uma outra forma. Pra mim, nascemos mesmo quando pela primeira vez nos entendemos por gente.
E foi por volta de 1974 ou 1976 que percebi o mundo pela primeira vez, na cidade de União dos Palmares, AL. Parece que foi ontem. Lembro do cheiro da grama, das cores da paisagem e das pessoas na rua. Adorava meus tios e meus avós. Ainda não tinha primos por perto.
Em seguida lembro da rua Do Alto da Boa Vista. Ali minha infância foi completa! Primeiro dia de aula! Primeira paixão! Primeira palavra lida! Quanta emoção! Primeira vez que vi uma TV. Como era mágico! Em 1978, fomos morar em Maceió. Foram 9 meses. Aprendi a jogar futebol. E logo vi que seria uma pessoa muito competitiva. Tenho um irmão apenas 10 meses mais novo que eu. Dá pra imaginar a rivalidade! Foi nesse ano que meu pai comprou nosso primeiro aparelho de TV. Daquele dia em diante nunca mais dormiria cedo. Era uma época que a Globo tinha uma programação finita. Depois da meia-noite ela saia do ar. Então eu ia dormir.
Meus pais nunca se importaram. E sou assim até hoje. Aliás, estou escrevendo isso as 6:02h da manha de sábado (17.08.13). Fiquei sem sono e ainda não dormi. Neste mesmo ano, voltamos a morar no Alto da Boa Vista. Lembro da viagem de volta à União dos Palmares. Um caminhão "enorme" com a mudança. Nunca entendi aquilo, mas meu pai comprou a mesma casa da rua do Alto da Boa Vista. Parece que foi ontem.
Primeira série! Segunda série... Terminei a oitava série. O primeiro ano do Ensino Médio foi em Maceió. Entrei na antiga ETFAL (Escola Técnica Federal de Alagoas). Mas não consegui terminar os três anos. Não tinha R$ para continuar. E era gratis. Mas faltou o dinheiro da passagem. Voltei pra minha querida Escola Dr. Carlos Gomes de Barros e terminei o Ensino Médio. Na verdade fiz o curso de Magistério. Parece que foi ontem.

Em janeiro de 1990 chegamos em São Paulo! Eita lugar grande da "pexte"! Casamento em 1991. Filhas lindas! Vida que seguiu! Me formei em Física! Me tornei professor! Separação em 2006. Parece que foi ontem! 42 anos...
Estava sem sono. Resolvi escrever qualquer coisa! Saiu isso!
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+ Contando minha trajetória Por Gilson Nascimento

Texto feito a pedido do blog. Quer ver seu texto/depoimento aqui também? Mande para o e-mail jmarcelop_7@hotmail.com

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

As transformações das paisagens nas ruas de União dos Palmares


Olhando as fotos dessa postagem passa um filme na minha memória. Acredito que quem morou ou é palmarino dessa época possa sentir as lembranças desse passado. As fotos mostram as mudanças que as ruas José Domarques, Cana Brava e a avenida que liga o bairro dos Terrenos (hoje Av. João Lyra Filho) sofreram na década de 80 e início dos anos 90.
 
Nenhuma rua da cidade sofreu tantas transformações como a antiga Rua José Domarques (atual Av. Antonio Gomes de Barros). No passado abrigava os “cabarés”, depois se tornou uma rua só de residências e, hoje, cada vez mais dá espaço para o comércio.

Nas fotos que mostram a entrada de União dos Palmares podemos ver uma avenida sem bares e outros comércios, diferentemente de hoje. Em outras, podemos rever a Rodoviário Povina Cavalcante com poucos bares na parte de trás, um dos Supermercados Avenida (não existem mais) e a Creche Municipal ao lado do Parque Infantil, onde hoje fica a Praça Cristina Vergeti (praça da alimentação). 

Fui o primeiro na cidade a colocar fotos antigas ou "especiais" como costumo chamar no extinto ORKUT e posteriormente aqui no blog. A partir daí vejo que outras pessoas perderam a inibição de postar suas fotos pessoais ou compartilhar milhares de fotos de União dos Palmares e fazerem suas considerações sobre as fotos. Tudo isso só enriquece a memória cultural da cidade.

Com o avanço da tecnologia é cada vez mais comum e fácil fazer um registro fotográfico de qualquer lugar ou pessoa e logo em seguida compartilhar com milhares de pessoas.

Cada época tem a sua história e num futuro próximo outros estarão comentando sobre as novas mudanças ocorridas na urbanização de União dos Palmares.
  
 
Fotos: Iran Menezes, Laura Pacheco e arquivo 
 Minhas lembranças da antiga Rua José Domarques, AQUI