domingo, 16 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Professor: um estimulador da criatividade
Para a psicopedagoga e Mestre em Educação, Maria José Cerutti Novaes, o educador deve planejar suas aulas envolvendo atividades que possibilitem à criança explorar sua inteligência
Que a infância é o período mais fértil para a imaginação, isso é fato
já conhecido! É quando a criança descobre um mundo novo, mágico, e
grande parte dessa aprendizagem se dá na escola. Por isso, o professor
se torna um facilitador e incentivador da criatividade da pessoa.
“Quando falamos de criatividade, estamos falando em dar oportunidade à
criança para trabalhar, desenvolver atividades que ela possa exercer
uma autonomia e usar sua imaginação. O professor deve criar todas as
oportunidades em sala de aula, seja em atividade de coordenação motora
ou cognitiva, para desenvolver pensamento criativo infantil”, explica
Maria José Cerutti Novaes, psicopedagoga e Mestre em Educação.
E isso é tão importante quanto simples. Maria José orienta que o
educador deve planejar suas aulas envolvendo atividades que dêem à
criança livre acesso a diversos materiais para que ela possa explorar
sua inteligência de forma lúdica. “Existem várias aptidões que a criança
vai desenvolver em termos de criatividade, como suas atividades
corporais, afetivas, sociais. Então, é preciso que ela tenha livre
acesso a todos os materiais e atividades que possam possibilitar esse
tipo de conhecimento”.
Tudo isso levando em conta a autonomia da criança. A atividade não
pode direcionar totalmente o pensamento da criança, nada que a amarre,
como colorir determinado desenho ou dar padrões para seu exercício. Para
desenvolver a criatividade, segundo a psicopedagoga, é preciso
alimentar sua imaginação e proporcionar situações para ela colocar na
prática o que está pensando.
“Em vez de dar um desenho pronto, dê um jogo para que ela possa
criar, como o lego, blocos de madeira para construir um castelo,
estradas, casa, o que a imaginação dela quiser. Conte uma história e
peça para a criança criar desenhos a partir dela”, sugere.
E embora a imaginação das crianças não tenha limites, ela precisa ter
um ponto de partida e nunca – em hipótese alguma! – deve ser criticada.
“Tem que deixar a criança estampar o que ela está imaginando e depois
conversar com ela, saber o que ela imaginou. Perguntar, por exemplo,
porque ela fez o sol vermelho, se ela pensou em alguma coisa, se gosta
mais do sol assim”, afirma Maria José.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Relembrar... Estação Ferroviária
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terça-feira, 11 de novembro de 2014
Vista aérea de União dos Palmares
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segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Alunos de União dos Palmares e Branquinha ganham novas escolas
O governador Teotonio Vilela Filho inaugurou nesta segunda-feira (10)
três escolas, sendo duas no município de União dos Palmares e uma em
Branquinha. No total foram investidos R$ 13,5 milhões, R$ 4,5 milhões
para cada unidade de ensino. As três escolas juntas têm capacidade para
receber 3.780 estudantes.
Em União dos Palmares, as unidades entregues foram as Escolas Antônio
Gomes de Barros e João Costa de Oliveira. Já em Branquinha, o Governo
do Estado entregou a Escola Mário Gomes. Durante as inaugurações, o
governador Teotonio Vilela destacou os avanços do Estado. “Por causa do
nosso trabalho dedicado, hoje o Estado está transformado e em todos os
segmentos aconteceram avanços significativos. Na educação, não foi
diferente. Além do andamento das obras das escolas, até o final do ano
serão construídas aproximadamente 30 quadras cobertas”.
Ainda em União dos Palmares, Teotonio visitou as obras do novo campus
da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal). Segundo o governador, a
instituição conquistou espaço e a credibilidade dos alagoanos pelos
excelentes resultados alcançados por seu quadro acadêmico e desempenho
dos alunos.
“A criação da Uneal abriu espaço no interior do Estado para
estudantes que antes eram obrigados a se deslocar até a capital e
estados vizinhos para cursar uma Universidade. Desde sua criação, há 43
anos, a Uneal já formou milhares de profissionais, hoje no mercado de
trabalho graças aos estudos e aos investimentos no ensino universitário
público”, afirmou.
Ainda de acordo com chefe do o poder Executivo em Alagoas, após onze
anos sem realizar concurso público para professor efetivo, a Uneal abriu
edital para o preenchimento de 50 vagas de professor efetivo, uma
significativa conquista para a instituição, que está presente em Maceió,
Arapiraca, Santana do Ipanema, Palmeira dos Índios e São Miguel dos
Campos.
Branquinha
No município de Branquinha, Teotonio Vilela lembrou que o Governo do
Estado formou uma comissão para implantar o Plano de Cargos e Carreiras
para os servidores do administrativo da Educação, um trabalho que
resultou na avaliação de aproximadamente três mil processos. “Isso
significa que houve incremento salarial para esses servidores de acordo
com sua formação. O Governo do Estado concedeu um reajuste de 8,32% para
os professores”, enfatizou.
A prefeita de Branquinha, Renata Moraes, agradeceu ao governador o
apoio. “Quando o senhor entregar o Governo, irá deixar uma cidade
satisfeita por ter tido um governador que cumpriu compromissos nos
momentos mais difíceis que passamos como nas enchentes de 2010”, falou.
E Dandara dos Palmares, você sabe quem foi?
Novembro é oficialmente o Mês da Consciência Negra no Brasil. Apesar
de ser importante e necessária, especialmente por se tratar de um país
que teve séculos de escravidão de pessoas negras, essa data ainda é
bastante incômoda para uma parcela da população. Mesmo assim, o mês de
novembro mobiliza o movimento negro e desperta um interesse temporário
nas escolas, instituições e noticiários, que costumam abordar o tema do
racismo superficialmente no período próximo ao dia 20.
Aqueles que falam dessa data muitas vezes se recordam de Zumbi dos
Palmares, que é o grande ícone da luta contra o racismo por sua
resistência contra a escravidão. Mesmo na escola, muitos ouvimos falar
de Zumbi e aprendemos que ele foi líder do Quilombo de Palmares, onde
negras e negros que fugiam da escravidão podiam encontrar refúgio e
organização política. No entanto, pouquíssimos sabem de quem se tratava
Dandara dos Palmares, uma figura tão importante quanto Zumbi.
Dandara foi esposa de Zumbi e, como ele, também lutou com armas pela
libertação total das negras e negros no Brasil; liderava mulheres e
homens, também tinha objetivos que iam às raízes do problema e,
sobretudo, não se encaixava nos padrões de gênero que ainda hoje são
impostos às mulheres. E é precisamente pela marca do machismo que
Dandara não é reconhecida ou sequer estudada nas escolas.
Lamentavelmente, nem mesmo os movimentos negro e feminista mencionam
Dandara com a frequência que deveriam. De um lado, o machismo, que
embora conte com o trabalho árduo das mulheres negras, não lhes oferece
posição de destaque e voz de decisão. Do outro, o racismo, que só tem
memória para mulheres brancas.
Nós, mulheres negras, crescemos sem nos encontrarmos nos livros de
história, poesia, literatura ou sociologia. O machismo racista da
sociedade parece nos dizer que não temos o direito de encontrar
representatividade e inspiração para rompermos as amarras da
discriminação institucional. Muitas sabemos de Dandara e outras mulheres
negras importantes somente devido a nossas próprias pesquisas
solitárias, ávidas por descobrir. E, infelizmente, somos nós as mesmas
pessoas que lutam para que essas mulheres não sejam apagadas da
história.
Alguns pesquisadores, como o professor Kleber Henrique, que escreveu este belíssimo texto
sobre Dandara, evidenciam o papel dessa grande líder e falam de sua
sede por liberdade. Mas salientam que até hoje não se tem conhecimento
de como era o seu rosto ou de onde veio. Se Dandara fosse uma mulher
negra contemporânea, provavelmente seria mal vista por todos que se
negam a enxergar o racismo. Dandara não queria acordos pela metade e nem
se vendia em troca de libertação parcial. Morreu como a heroína que foi
em vida e, graças à sua luta, hoje temos força para continuar a batalha
contra o racismo brasileiro.
Portanto, me recuso a aceitar que Dandara seja figura esquecida ou
que continue sendo lembrada sob a sombra masculina de Zumbi. A mulher
negra quer e conquista seu espaço, pois tem força, inteligência e
capacidade para romper com paradigmas machistas e racistas. O mês da
Consciência Negra precisa ser cada vez mais o mês de Dandara dos
Palmares, da autonomia absoluta da mulher negra e da completa liberdade
feminina, que protagoniza as trincheiras da resistência contra a
discriminação por cor e gênero. Dandara vive.
Por Jarid Arraes
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Mês da Consciência Negra,
Perguntas
domingo, 9 de novembro de 2014
20 de novembro, data para lembrar a morte de Zumbi dos Palmares, herói da resistência negra
Na história do Brasil, mais silenciada do que proclamada, Zumbi se
destaca como uma figura de inegável importância. De acordo com as
informações mais confiáveis, nasceu livre, em Palmares, Alagoas, no ano
de 1655. Porém, foi capturado e entregue a um missionário português com a
idade de aproximadamente 6 anos. Foram frustradas as tentativas de
"cristianizá-lo e civilizá-lo". Aos 15 anos, em 1670, Zumbi escapou e
retornou ao seu local de origem. Tornou-se conhecido pela sua destreza e
astúcia na luta. Quando alcançou os 20 anos, era um estrategista
militar respeitável.
Símbolo da resistência negra no reduto do Quilombo dos Palmares, atual estado de Alagoas, desafiou a liderança de Ganga Zumba, quando este último se rendeu a uma proposta de paz da Capitania de Pernambuco. Tornou-se então o líder frente à perseguição que se mantinha contra a emancipação dos escravos negros vindos da África.
Após 15 anos de liderança de Zumbi, em 6 de fevereiro de 1694, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho, a serviço das forças repressivas, destruiu a capital do Quilombo dos Palmares. Mesmo ferido, o líder sobreviveu, mas, traído por Antônio Soares, foi surpreendido, capturado e morto pelo capitão Furtado de Mendonça, em 20 de novembro de 1695.
Desde então, passa a ser uma referência não somente para a liberdade dos negros e para a abolição da escravatura, mas para a organização dos trabalhadores ao longo dos séculos. Juntamente com outros protagonistas dos movimentos de libertação, representa um baluarte da luta indígena, negra e popular desde a Colônia, passando pelo Império, até a República e os dias atuais.
Miscigenação: fatos e mitos
Um rápido olhar sobre a paisagem socioeconômica e político-cultural brasileira, por mais superficial que seja, bastará para desmentir o conceito de miscigenação brasileira. Esta aparece muitas vezes como um ideal de harmonia e convivência entre as diferentes etnias que habitam o território nacional. Daí a ideia de "povo cordial", aparentemente avesso a conflitos de ordem racial ou religiosa.
Porém, quando se passa da fotografia a uma radiografia mais criteriosa, não será difícil dar-se conta das injustiças e desigualdades sociais provocadas, entre outros fatores, por motivações étnicas. Tais entraves, embora encobertos, aparecem nas pesquisas sobre os salários inferiores que recebe a população negra por serviços iguais aos brancos. Vale o mesmo para o acesso e a frequência às aulas. Ao lado das diferenças salariais e de escolaridade, persiste a dificuldade de chegar a determinados postos de liderança.
Embora não se possa negar o potencial de convivência pacífica e alegre da população brasileira, no cotidiano deparamos com a discriminação e o preconceito para com a parcela negra e parda da mesma, a qual, diga-se de passagem, representa hoje ao redor da metade dos quase 120 milhões de habitantes. Semelhante postura de xenofobia é também acentuada quando entram em jogo as expressões culturais e religiosas, vindas da África e mantidas com enormes esforços de resistência.
Mas o peso maior da discriminação racial se dá em dupla perspectiva: de um lado, nos andares inferiores do dia a dia, o tratamento que a polícia dispensa aos negros carrega a marca de um estigma que não morreu com a abolição da escravatura. Isto para não falar da tortura e massacre de tantos jovens, majoritariamente negros. De outro lado, num andar superior, a população negra raramente aparece nos salões de beleza, nos eventos fashion ou na publicidade em geral, como se estivesse fora dos padrões de beleza da sociedade brasileira, ou só fosse aceitável como figura decorativa.
Herança e desafios
Não obstante os entraves do item anterior, a negritude é hoje um ingrediente de suma importância na composição deste "povo novo" que é a população brasileira, para usar os termos de Darcy Ribeiro, em sua obra "As Américas e a Civilização". Dela nos vem não apenas o entusiasmo contagiante, marca registrada do cidadão brasileiro, mas também o otimismo e a resistência de um povo que não se deixa abater. Se é verdade que a alegria e a festa encontram-se no DNA de nossa gente, isso se deve, em grande parte, à herança dos povos africanos e afrodescendentes.
Entretanto, se o Brasil se apresenta como um país acolhedor, aberto a todas as etnias, raças, povos e culturas, também é certo que segue sendo um "país de contrastes", na expressão de Roger Bastide. Disso resultam alguns desafios para o Dia da Consciência Negra, celebrado a 20 de novembro, aniversário de morte de Zumbi.
Primeiramente, não podemos esquecer as comunidades quilombolas há séculos ou décadas em suas terras, mas numa situação sempre instável e precária e em condições de vida abaixo de qualquer padrão aceitável. Como pressionar por uma política pública especificamente direcionada a essas populações?
Depois, é preciso dar um basta ao extermínio indiscriminado de jovens e adolescentes, particularmente negros, no enfrentamento com a repressão policial. Tanto nas grandes metrópoles como pelo interior, tal matança já assumiu os contornos incontroláveis de uma guerra civil. Na raiz dessa prática, esconde-se uma discriminação generalizada da população que muitas vezes bate palmas para os "esquadrões da morte".
Enfim, como nos mostra o Documento de Aparecida, não basta a tolerância diante dos imigrantes, dos indígenas e especialmente da população negra. Não basta uma coexistência pacífica. Como avançar de uma justaposição de pessoas e culturas para um diálogo franco e aberto, onde todos possam sair reciprocamente enriquecidos?
* Alfredo J. Gonçalves, CS, é Conselheiro e Vigário Geral dos missionários carlistas.
Publicado na edição Nº09 - Novembro 2012 - Revista Missões.
Fonte: Revista Missões
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Mês da Consciência Negra
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Governador visitará obras do Campus V da Uneal em União dos Palmares nesta segunda-feira
A obra, orçada em quase R$ 8 milhões, deve ser entregue em 300 dias, após o início dos trabalhos
O
governador Teotônio Vilela visita, na próxima segunda-feira (10), o
canteiro de obras do Campus V da Universidade Estadual de Alagoas, a
partir das 9h30, em União dos Palmares. O reitor Jairo José Campos da
Costa e a diretora do Campus, Adriana Rocelly Viana, irão acompanhar a
visita.
A construção do Campus V teve início em setembro deste ano, após a
desocupação do terreno por famílias sem-terra. A obra, orçada em quase
R$ 8 milhões, deve ser entregue em 300 dias, após o início dos
trabalhos.
O reitor Jairo Campos frisou que este é um marco na trajetória da
instituição. “Convido toda a comunidade acadêmica, bem como a sociedade
em geral para prestigiar este relevante momento do Campus V”, disse.
O Campus V - A Uneal instalou-se em União dos Palmares em
abril de 1998, como Escola Superior de União dos Palmares (ESUP), ainda
vinculada à antiga Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca. A
partir de 2004, após a realização de concurso para docentes, a unidade
foi incorporada a então criada universidade. Em 2010, depois de ampla
discussão com a comunidade acadêmica, foi escolhida democraticamente a
designação de Campus Universitário Zumbi dos Palmares.
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Saiba quais cidades vão ter feriado no Dia da Consciência Negra em 2014
O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro, data da
morte de Zumbi dos Palmares. Ele foi o último líder do maior dos
quilombos do período colonial, O Quilombo dos Palmares.
Comemorado há mais de 30 anos por ativistas do movimento negro, a data
foi incluída em 2003 no calendário escolar nacional. Contudo, somente a
Lei 12.519 de 2011 instituiu oficialmente o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.
A data é feriado em mais de mil cidades brasileiras. A lista completa
de 1.047 cidades brasileiras onde dia 20 de novembro é feriado ofical,
com a respectiva lei que regulamenta a data, pode ser conferida em
levantamento realizado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
A lista abaixo poderá ser atualizada a partir da publicação ou revogação doss decretos que determinam o feriado.
Acre: no Acre, o 20 de novembro não é feriado oficial em nenhum município.
Alagoas: de acordo com a Lei Estadual n° 5.724 de
1995, todos os municípios do estado de Alagoas tem feriado no Dia da
Consciência Negra.
Amazonas: desde 2010, por força de uma lei estadual, o
dia 20 de novembro passou a ser considerado feriado em todos os
municípios do Amazonas. A capital Manaus também tem uma lei municipal
que decreta 20 de novembro feriado do Dia da Consciência Negra.
Amapá: a Lei Estadual Nº 1169, de 2007, garantiu feriado oficial em 20 de novembro em todas as cidades do estado do Amapá.
Bahia: apenas três municípios baianos têm o Dia da
Consciência Negra no calendário oficial de comemorações: Alagoinhas,
Camaçari e Serrinha. Em todos eles, o feriado foi determinado por lei
municipal.
Ceará: no estado do Ceará, o Dia da Consciência Negra não é feriado em nenhum município.
Distrito Federal: Distrito Federal não tem feriado para comemorar o Dia da Consciência Negra.
Espírito Santo: as cidades de Cariacica e Guarapari têm feriado oficial no dia 20 de novembro, por determinação de leis municipais.
Goiás: quatro cidades goianas celebram oficialmente o
Dia da Consciêcia Negra em 20 de novembro: a capital Goiânia, Aparecida
de Goiânia, Flores de Goiás e Santa Rita do Araguaia.
Maranhão: apenas o município de Pedreiras terá feriado no dia 20 de novembro, garantido por uma lei municipal de 2008.
Minas Gerais: 11 cidades mineiras têm feriado do Dia
da Consciência Negra em 20 de novembro: Além Paraiba, Belo Horizonte,
Betim, Guarani, Ibiá, Jacutinga, Juiz De Fora, Montes Claros, Santos
Dumont, Sapucai-Mirim e Uberaba.
Mato Grosso do Sul: só a cidade de Corumbá tem feriado oficial em 20 de novembro, por força de lei municipal de 2008.
Mato Grosso: uma lei de 2002 determina feriado do Dia da Consciência Negra em 20 de novembro em todos os municípios do estado.
Paraíba: o 20 de novembro é oficialmente feriado apenas na capital, João Pessoa.
Pará: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.
Paraná: só duas cidades paranenses, Guarapuava e
Londrrina, tem feriado oficial no 20 de novembro. Nos dois casos, o
feriado foi determinado por lei municipal de 2009.
Pernambuco: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.
Piauí: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.
Rio de Janeiro: lei estadual de 2002 garante o feriado do Dia da Consciência Negra em todos os municípios cariocas.
Rio Grande do Norte: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.
Rio Grande do Sul: desde 1987, uma lei estadual determina que o 20 de novembro é feriado em todos os municípios gaúchos.
Rondônia: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.
Roraima: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.
Santa Catarina: Florianópolis
São Paulo: não há uma lei estadual que detemine o
feriado de 20 de novembro no estado. Entretato, a data está no
calendário oficial de 101 cidades por leis municipais, incluindo a
capital São Paulo. São eles: Aguai, Aguas Da Prata, Aguas De Sao Pedro,
Altinópolis, Americana, Americo Brasiliense, Amparo, Aparecida,
Araçatuba, Aracoiaba da Serra, Araraquara, Araras, Atibaia, Bananal,
Barretos, Barueri, Bofete, Borborema, Buritama, Cabreuva, Cajeira,
Cajobi, Campinas, Campos do Jordão, Canas, Capivari, Caraguatatuba,
Carapicuíba, Charqueada, Chavantes, Cordeirópolis, Cruz das Almas,
Diadema, Embu, Embu Das Artes,Estância De Atibaia, Florida Paulista,
Franca, Franco Da Rocha, Francisco Morato, Franco da Rocha, Getulina,
Guaira, Guarujá, Guarulhos, Hortolândia, Ilhabela, Itanhaem, Itapecerica
da Serra, Itapeva, Itapevi, Itararé, Itatiba, Itu, Ituverava,
Jaguariuna, Jambeiro, Jandira, Jarinu, Jaú, Jundiaí, Juquitiba,
Lajes,Leme, Limeira, Mauá, Mococa, Olímpia, Paraiso, Paulo de Faria,
Pedreira, Pedro de Toledo, Pereira Barreto, Peruíbe, Piracicaba,
Pirapora do Bom Jesus, Porto Feliz, Ribeirão Pires, Ribeirão Preto,
Rincão, Rio Claro, Rio Grande Da Serra, Salesópolis, Salto, Santa
Albertina, Santa Isabel, Santa Rosa de Viterbo, Santo André , Santos,
São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São João Da Boa Vista, São
Manuel, São Paulo, São Roque, São Vicente, Sete Barras, Sorocaba, Sumaré
e Suzano.
Sergipe: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.
Tocantins: só o município de Porto Nacional tem, por lei municipal, feriado no 20 de novembro.
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