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domingo, 8 de março de 2015

6 dicas para ser um ótimo professor



Todo professor apaixonado pelo que faz busca a excelência. No entanto, sabe que para atingir esse objetivo é preciso empenho e dedicação. Se esse é o seu caso, confira a seguir seis dicas que podem te ajudar a se tornar um educador nota 10. 
1 – Esteja em constante aprendizado
A boa formação e o aprimoramento constante são a base para o professor que busca sucesso na carreira. Hoje, mais do que passar o conteúdo na lousa, ele precisa dominar as técnicas de ensino e estar atento às novidades.
Isso é possível por meio de cursos rápidos ou outros, como pós, mestrado e doutorado, além de muita leitura e pesquisa constante. Na própria internet o educador encontra ferramentas interessantes para auxiliá-lo em sala de aula.
Uma dica é conhecer mais sobre os jogos educativos que cativam, ao mesmo tempo que passam ensinamento aos alunos. 
2 – Seja claro e objetivo 
O professor deve ser sempre muito claro e objetivo. Isso vale não só na hora de passar o conteúdo como também ao explicar o seu sistema de avaliação e regras que exigirá dentro da sala de aula.
Antes de aplicar provas ou solicitar algum tipo de trabalho exponha objetivamente sobre a pontuação e regras, para não abrir margem a dúvidas e comparações. Os alunos precisam confiar e respeitar o seu professor.
3 – Mostre o porquê de aprender
Um bom professor é aquele que conquista os seus alunos por sua competência, honestidade e porque demonstra  importância daquela disciplina na vida do aluno.
Quando o estudante entende a importância daquilo que está sendo passado, tende a se tornar mais dedicado. Principalmente ao se tratar de uma turma adolescente, que questiona tudo tempo todo. Portanto, procure mostrar na prática todos os benefícios que terão absorvendo aquela disciplina.
4 – Respeite as diferenças
Nem todos têm a mesma formação cultural, educação e compreensão do conteúdo. Aliás, esse é um dos grandes desafios de um bom professor: contornar todas as diferenças dentro da sala de aula.
Ainda que o papel do educador seja também o de colaborar para a formação cidadã, é preciso passar o conhecimento sem grandes imposições. O jogo de cintura faz toda a diferença em momentos de conflito. 
5 – Demonstre interesse por seu aluno
Em uma sala de aula sempre existem os alunos com dificuldade de aprendizagem ou que não demonstram muito interesse em estudar. Todos, porém, merecem a atenção do professor para que não fiquem ainda mais desmotivados.
Para ser um bom professor é necessário demonstrar interesse constante, mesmo quando o aluno não corresponder às expectativas. Nesses casos uma boa conversa pode ser uma ótima saída. 

6 – Seja criativo
Ainda que você tenha todo um planejamento que deve ser seguido à risca, é possível inovar de vez em quando. Para os alunos é importante um momento mais descontraído.
Para tanto invista em aulas diferenciadas. Elas podem até ser feitas em um ambiente diferente, ao ar livre, quebrando a rotina. Caso não seja possível mudar de local, aposte em atividades às quais eles não estão acostumados, como jogos, interpretação, produção de maquetes. Enfim, use a criatividade.
Depois de todas essas dicas é continuar fazendo o seu trabalho com muita paixão. Um profissional que gosta do que faz sempre vai buscar e realizar o seu melhor.
Agora que você conhece essas ótimas dicas para evoluir como professor, que tal botá-las em prática? Caso você tenha alguma outra, compartilhe-a conosco por aqui!
Fonte: Playdea

sábado, 7 de março de 2015

Moradores do Parque Quilombo dos Palmares (AL) terão novas casas

As novas moradias estão localizadas na região central do município de União. 2,86 hectares de terra serão destinados à essa população.
 
Residentes na área correspondente ao Parque Memorial Quilombo dos Palmares, na Serra da Barriga, em Alagoas, serão contemplados com residências mais próximas do centro do município de União dos Palmares. O Governo Estadual declarou, na última semana, que uma área que seria destinada à construção de matadouro público é de interesse social e atende às necessidades das quinze famílias em questão.

O Parque administrado pela Fundação Cultural Palmares (FCP/MinC) foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1985 e recria o ambiente da República dos Palmares – o maior, mais duradouro e mais organizado quilombo já implantado nas Américas. Por se tratar de patrimônio cultural do país, além de declarada área de preservação ambiental, o lugar não pode abrigar residências.

Para os encaminhamentos decorrentes da declaração, o presidente da Fundação, Hilton Cobra, se reunirá na próxima semana com o governador de Alagoas, Renan Calheiros Filho. Nela, serão decididos os detalhes da doação do terreno e possíveis projetos para a construção das casas que atenderão às famílias.

Competência
De acordo com Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da FCP, a destinação do terreno de 2,86 hectares à essa população por parte do Governo, marca um momento importante à vida dessas pessoas. “Fora do Parque e melhor localizadas no município, elas terão mais possibilidades de segurança, acesso à saúde e alternativas ao desenvolvimento”, explica.

Ele ressalta que desde a aquisição da área pela instituição para a construção do Parque, na década de 1980, há uma preocupação com o destino dessas famílias. “A Palmares se comprometeu com o realocamento das pessoas sem que elas não corressem riscos e tivessem como garantia alternativas à melhoria de sua qualidade de vida”, diz.

Até então, as famílias que ocupam a área do Parque vivem numa região de encosta, considerada de risco pela Defesa Civil. As casas feitas de taipa condenam a saúde dos moradores, uma vez que são consideradas estruturas favoráveis à proliferação do barbeiro transmissor da doença de Chagas.

Expectativas
Nesta sexta-feira (6),  Denônio Ferreira de Morais (Seu Louro), 57 anos e morador do Parque, recebeu a notícia e se comprometeu a informar às outras famílias. Segundo ele, a preocupação inicial em ter que deixar o espaço era com as condições do novo lugar.

“Queríamos um espaço que contribuísse para o nosso desenvolvimento”, disse. Ao saber da localização da futura moradia, afirmou que a novidade deve surpreender a todos.

O coordenador dos Agentes Florestais da Serra, Diogo Palmeiras, remanescente quilombola, cuida da área há 15 anos e acompanha a rotina e as dificuldades enfrentadas por essas famílias. “Nos períodos de chuvas, todos ficam isolados. O rio enche impossibilitando o acesso à cidade. As crianças chegam a ficar dias sem frequentar a escola”, preocupa-se.

Para ambos, a mudança pode ser tratada como uma conquista, pois o acesso à outros dois municípios – Chã Preta e Murici –  também será facilitado, o que permite  a melhoria da comercialização dos produtos da agricultura familiar, principal fonte de renda dessa população.

Fonte:
Fundação Palmares

1 Corrida de ciclismo de União dos Palmares

 1 Corrida de ciclismo de União dos Palmares
Premiação para os 10 primeiros colocados.
 
E tá chegando a hora do palmarino Nino Espartano, disputa o cinturão dos Pena do MFC contra Otávio Besouro. União dos Palmares está na torcida ‪#‎Go‬ Espartano

sexta-feira, 6 de março de 2015

Volta às aulas

Nesta época do ano, após o carnaval, é que de fato, nós, professores, conhecemos todos os nossos alunos. Existe ainda, para algumas famílias, o hábito antigo de esperar a “semana” do carnaval – que pelo calendário resume-se a apenas uma terça-feira, para, enfim, mandar os filhos direito para a escola aqui na Terra Brasilis.
Especialmente, quando o carnaval acontece em fevereiro. É como se toda a estrutura escolar funcionando nada significasse – o ano escolar começa mesmo após o carnaval na mente destes pais desavisados.

Ledo engano, claro. Não preciso nem dizer. As aulas começam segundo o calendário e quem falta neste período chega atrasado, pega a matéria no meio, perde explicações cruciais.

Porém, não posso negar que o mau hábito persiste e que é agora que eu me ponho a pensar no meu material de trabalho principal, já que o tenho completo à minha frente – as mentes que se sentam diariamente nas centenas de carteiras em dezenas de salas de aula que visito regularmente.

Sempre fico meio saudosista nesses momentos – lembrando-me dos alunos que já partiram para outras etapas de suas vidas e que deixaram boas lembranças. Tantos queridos – João, Gabriel, Igor, Marlon, Flávia, Luana, Maria –  ex-alunos, sempre amigos –, mas cujas carteiras hoje são ocupadas por novos alunos. Outro João, outro Gabriel, outro Igor, outro Marlon, outra Flávia, outra Luana, outra Maria. Mas ao mesmo tempo permanecendo insubstituíveis em suas individualidades.

Essa semana mesmo, conversando com meu amigo Pedro – não ex-aluno, pelo menos, ainda não –, estava rememorando excelentes momentos que vivi com estes alunos – e tantos outros. O troféu de “Malvada Favorita”, as palavras guardadas no coração, os bilhetinhos enfiados entre as folhas de atividades, os recadinhos carinhosos nas provas – e não. Não estou falando apenas dos pequenos. Mesmo os grandes, adolescentes, tomam de seu tempo e criatividade para me fazerem pequenos agrados que são guardados com muito carinho. Sem contar os abraços, os beijos, as lembranças que sempre recebo como prêmios.

Sim. Todo início de ano é para mim momento de recordar o que passou em um processo que termina apenas agora, após o carnaval – e com isso, também, reavaliar posturas. É tempo de pensar no que deu certo, para fazer de novo, e no que deu errado, para buscar novas estratégias.

A vida do bom professor, ideal que venho perseguindo ao longo de todo o exercício da minha profissão, é o mesmo do bom médico, do bom engenheiro, do bom advogado – constante aprimoramento pelo estudo e pela prática.

Quando iniciei como professora 20 anos atrás, recebíamos alunos diferentes. Os pais mais presentes na vida de suas crias tinham tempo de ensinar a seus filhos conceitos básicos de educação e convivência. Hoje, esta lógica não se aplica – muitos pais não conseguem se dividir entre seus afazeres profissionais e a educação de seus rebentos (apesar de existirem aqueles que o fazem de maneira exemplar).

No caso dos que não conseguem, estes relegam todo e qualquer princípio a ser ensinado pela escola – como se a família nada representasse no aprendizado de valores. É a verdadeira terceirização da formação da moral, terceirização esta que só pode acontecer de maneira imperfeita, já que crianças ensinadas a respeitar os valores básicos de convivência desde cedo, fazem-no melhor.

Mas da forma como se processa a formação moral hoje há os que chegam até mesmo à adolescência sem saber que devem bater à porta, se chegam atrasados, e pedir licença para entrar, por exemplo. Não sabem que brincadeiras possuem o limite do bom senso. Desconhecem qualquer medida de hierarquia e respeito. Ignoram que devem se desculpar quando ofendem e pagar pelo que, mesmo sem intenção, quebraram.

Já ouvi muitas vezes de colegas professores: “Não recebo para isto!” – querendo dizer que em seu salário/papel não está incluso o ato de educar para o bom convívio social.  Eles pensam que o dever primordial para a educação moral é da família.

E nisto concordo. É mesmo ali que se começa a aprender tais regrinhas básicas.

Mas quando isto não acontece, professores devem apenas ignorar e cruzar os braços fechando os olhos, como querem alguns de meus colegas, para alunos que não sabem sequer o mínimo para viver em sociedade – demonstrar educação e respeito no trato com o outro?

Nem preciso dizer que discordo. Do mesmo jeito que o escultor deve trabalhar a madeira que recebe, nós devemos trabalhar as mentes que recebemos. E se, não importa a idade, elas ainda precisam ser moldadas para o mínimo da convivência, que seja. Melhor do que viver reclamando de uma realidade que, enquanto professor, se é capaz de mudar – mesmo que minimamente.

Emendei estas reflexões na conversa com meu amigo Pedro com outra – sobre o conceito do que vem a ser um bom professor.

Experimente perguntar-se: qual sua definição de bom professor?

Quando pedidos a definirem, não raro deparar-nos-emos com ideias como: o bom professor é o que dá muita matéria. O que passa muito dever de casa. É o temido que mantém o silêncio intacto durante toda a aula. Bons professores reprovam muito (ou dão muitas recuperações).  O bom professor ensina apenas a sua matéria. Mantém distância dos alunos evitando qualquer contato externo.

Se estas são definições do que vem a ser bom professor, tenho que dizer que venho falhando copiosamente.

Porque dentro do cronograma, procuro ministrar o que é suficiente para aquele dia. Nem a mais, nem a menos – senão as explicações necessárias não serão dadas e as dúvidas que surgirem não serão esclarecidas.

Também, assinalo tarefas em quantidade razoável, entendendo que elas servem para fixação – e que outros professores usam deste recurso. Ou seja, o aluno não pode ser sobrecarregado de atividades para casa – há que existir o bom senso.

Mais: prefiro ser respeitada a ser temida.

Temida, em última hipótese, quando a razoabilidade não prevalece – porque para tudo há consequência.

Mas o respeito é possível na larga maioria dos casos, especialmente, quando o professor, ciente de que ele é o adulto, e que, portanto, é ele quem deve dar primeiro o exemplo de respeito e educação estabelecendo limites claros desde o primeiro dia de aula.  (Aqui sempre faço um porém com meus alunos: ser tratado com educação e respeito não quer dizer nunca ouvir um “não” ou nunca ser chamado a atenção. Significa que vai ouvir “não” sempre que necessário; e será chamado a atenção sempre que exceder o limite – mas, sem ofensas, sem desrespeitos verbais).

Eu apenas sacramento as recuperações e reprovações necessárias, dadas a si mesmos pelos próprios alunos. Fica entendido que devem seguir estas etapas aqueles alunos que falharam no cumprimento de seu papel como aluno, esgotados todos os recursos pedagógicos possíveis. Sim, porque alunos também falham – como quaisquer outros seres humanos – e não há quem me convença do contrário nem quem impute a mim culpas que não me pertencem.

Enquanto professora, fica claro para meus alunos que há que haver respeito pela hierarquia – mas isso nunca significará para mim um abismo que me separe deles. Não raro compartilho com eles informações pelas redes sociais, outros assistem a ensaios da minha banda, trocamos e-mails, mensagens etc. Há aqueles que me procuram também com questões pessoais que gostariam de discutir, sendo sempre bem-vindos para isto, recebendo opiniões ponderadas, quando cabem, ou sendo encaminhados para os serviços oferecidos pela escola – psicólogos, psicopedagógicos – para a assistência necessária.

Assim, tenho me esforçado sempre para me colocar profissionalmente de uma maneira bem diferente do que é compreendido, às vezes, pelos próprios professores como sendo seu papel.

E é exatamente neste momento do ano que reflito no antes, no agora e no que haverá de ser – buscando sempre colocar-me dentro de um conceito aprendido na teoria e amadurecido na prática do que vem a ser boa professora.

E com isto, além de achar-me hoje satisfeita com os resultados que tenho obtido, ainda vejo-me pessoalmente satisfeita com as relações duradouras de respeito mútuo estabelecidas com meus alunos. E ex-alunos. Porque alguns deles permanecem como amigos para a vida.

Que este ano, portanto, reserve-me a continuidade do que é bom e a sabedoria para perceber o que não é – dentro e fora de sala.

Que assim seja.

Érica Araújo e Castro - Articulista Estadoatual
www.facebook.com/ericaaraujoecastro

quinta-feira, 5 de março de 2015

Império do usineiro João Lyra não cobre dívida com credores

 Bens do empresário são avaliados em R$ 1,91 bilhão enquanto o débito é estimado hoje em R$ 2,1 bilhões

Após sete anos de decretada falência do Grupo JL, o juiz Mauro Baldini, da comarca de Coruripe, determinou a venda dos bens da massa falida do Grupo Laginha Agro Industrial S/A, pertencente ao empresário e ex-deputado federal João Lyra (PSD), avaliados em R$ 1,9 bilhão. Ou seja, o império de JL não é o suficiente para pagar dívidas milionárias a credores e ex-funcionários, reconhecidas pela Justiça em aproximadamente R$ 2,1 bilhões. Dos bens em questão, o de maior valor é a Usina Guaxuma, com valor global (sem cana) avaliado em  R$ 864,1 milhões.Vale ressaltar que o magistrado não aceitou a contestação de JL sobre o valor e homologou o laudo da empresa Valor Engenharia, responsável pela avaliação.

O juiz frisou que “estamos na fase da falência, e não mais na fase de recuperação judicial...” Ele determinou, ainda, a realização de processo para venda de todos os ativos e que a  venda seja feita na modalidade de proposta fechada, após publicação de edital com antecedência mínima de 30 dias.

De acordo com a decisão,  as cinco usinas, em Alagoas e Minas Gerais, além do escritório central da companhia, em Maceió, e uma Aeronave Prefixo PT-RVT serão leiloados para sanar as dívidas existentes da empresa.O documento aponta que  a situação é insustentável: “Milhares de credores à míngua aguardando o recebimento de seus créditos, cidades com suas economias paralisadas [...], invasão das terras das usinas por diversos movimentos ‘sem terra’ e os incêndios nos canaviais”, afirmou o juiz Baldini”.

Em sua decisão, o magistrado foi enfático ao afirmar que o sócio majoritário  da Laginha foi intimado para participar da arrecadação dos bens em destaques, mas “ficou inerte, deixando de fiscalizar o ato”. Porém, vão ficar de  fora outros bens conhecidos do empresário João Lyra que não foram avaliados porque não fazem parte da massa falida, a exemplo do avião e do helicóptero que pertencem à Lug Táxi Aéreo, da revendedora VW Mapel e de imóveis particulares.

Veja o valor de avaliação dos bens do Grupo JL

I) Escritório Central- Valor Global R$ 15,7 milhões.II) Avião Laginha- Valor Global – R$300 mil.III) Usina Guaxuma – Valor Global sem Cana R$ 864,1 milhões (Área Total das Fazendas e Usina – 17.453,4650 há,  Área Cultivada – 12.285,9849 ha. Capacidade  de produção Produção – 900.000 t/safra).IV)

Usina Uruba- Valor Global sem Cana R$ 296,2 milhões (Área Total das Fazendas e Usina – 8.323,15 há, Área Cultivável – 6.891,85 ha, capacidade de moagem 1.100.000 t /safra)V) Usina Laginha -Valor Global sem Cana R$ 297,5 milhões (Área Total das Fazendas e Usina – 16.521,80 há,Área Cultivável – 7.978,75 há, Área de Pasto – 1.881,26 ha.

Usina – Produção – 900.000 t / safra)VI) Usina Trialcool- Valor Global sem Cana R$ 227,7 milhões ( Área Total das Fazendas e Usina – 8.197,95 há, Área Cultivável – 4.364,10 há. Usina – Produção – 1.800.000 t/ safra).VI) Usina Vale de Paranaíba -Valor Global sem Cana R$ 211,2 milhões (Área Total das Fazendas e Usina – 3.228,8775 ha. Área Cultivável – 1.744,50 há. Usina – Produção – 1.700.000 t/ safra)

quarta-feira, 4 de março de 2015

Igreja Ministério Internacional Restaurando as Nações comemora 1º aniversário em União dos Palmares


A Igreja Ministério Internacional Restaurando as Nações, de União dos Palmares, está completando seu primeiro aniversário na cidade e convida os palmarinos e regiões vizinhas para um grande evento em adoração a Deus.


Serão 4 dias de louvor a glória de Deus, venha receber um milagre e traga sua família e amigos.


Programação: 


Dia 12: A cantora Sarah Farias 

Dia 13: O cantor Marcos Antônio e Banda

Dia 14: Rev Abílio Santana

Dia 15: Rev Ivonélio Abrahão


Participação especial do Ministério de Louvor da Igreja e a comemoração contará com outros cantores.


Faça já sua caravana pelo contato (082) 9173-4361 (Whatsapp)


A igreja fica na Trav. Santa Maria Madalena, número 18, centro de União de Palmares.

Alunos bagunceiros? Não se desespere! Temos 5 dicas para você controlar sua turma!

Uma turma bagunceira é o pesadelo de qualquer professor. Você prepara sua aula, define suas diretrizes, sai de casa disposto e contente, mas na hora da aula nada flui. Barulho excessivo, desatenção, desinteresse ou distração com algum fator externo estão muito presentes nas classes por todo o país. E isso leva o educador a precisar rever o seu papel e buscar alternativas para conseguir passar seu conteúdo e ter seus estudantes num nível adequado de convívio e educação. Se num primeiro momento pode parecer impossível controlar dezenas de crianças ou adolescentes cheios de energia e vontade de extravasar, a boa notícia é ficar por conta de um fato: atitudes simples podem mudar, e até reverter, essa situação em seu favor. Desesperado para saber como agir nesse caso? Confira nossas dicas a seguir e controle sua classe em pouco tempo.

Mantenha a disciplina com atitudes


Crianças e adolescentes estão repletos de energia contida e loucos para extravasá-la. Por isso, com certeza eles não darão muita atenção às suas palavras se forem apenas elas. Porém, quando as atitudes deles tiverem consequências bem definidas eles ficarão mais atentos. Uma vez que você neutraliza o mau comportamento de um, os outros irão sentir-se imbuídos a também não repetir tais atos, por medo de ter igual destino.

Lembre-se contudo, que toda ação deve ser coibida com disciplina e punição, mas nunca deixe a justiça e a ponderação de lado. Atente-se também às regras da escola e às boas práticas em sala de aula antes de definir uma pena pelo mau comportamento do aluno em sala.

Conduza-os no caminho correto


Levar sua classe a cumprir regras e ter responsabilidade não é só uma boa tática para fazer a aula fluir, mas também faz parte do ato de educar. Compartilhe com eles claramente os objetivos, debatendo os rumos do processo e, sim, ouvindo suas opiniões e ponderações. Fazendo deles agentes diretos de seu aprendizado, com atitudes mais cooperativas e flexíveis nesse ponto, você mantém o respeito, a rigidez, mas sem se tornar alvo de antipatia ou inimizade.

Controle o barulho na sala de aula


É complicado controlar a bagunça e as conversas numa sala cheia, mas isso é essencial para que um mínimo de fluência ocorra na sala de aula. Se você verificar que alguns alunos perdem mais o controle e falam em excesso, vale a pena uma conversa individual com eles para explicar que há momento para isso. Isso será uma boa forma de se aproximar desse aluno que tem dado problema, permitindo também que ele exponha sua opinião sem expô-lo demais aos colegas durante sua advertência. Dessa forma, você poderá ensinar em paz e liberar vez por outra uns minutos para o bate-papo, sem prejudicar o andamento do programa de ensino.

Se for repreender algum aluno específico, faça-o individualmente


O ideal é não repreender com frequência, mantendo uma relação mais sadia o possível com seus alunos. Mas quando isso for inevitável, você deve ser duro, porém acessível, para que o aluno se sinta livre para se abrir com você, caso haja alguma dificuldade de ordem maior. Aqui o ideal é, mais uma vez, conversar individualmente, pois a repreensão em público pode, inclusive exacerbar alguma situação problemática já existente. Se preciso, procure ajuda do psicólogo da escola para lhe auxiliar com esse problema e desenvolva um planejamento para tratar este caso de forma individual.

Use a gamificação para bonificar os alunos mais comportados


Uma boa forma de estabelecer metas compartilhadas com seus alunos é através da gamificação. Com base em estratégias de jogos você pode definir um objetivo comum para a turma, assim como metas individuais. A partir dos resultados de cada aluno você pode premiá-los e criar um ranking dos “melhores alunos”. Lembre-se de premiar não apenas de acordo com performance no aprendizado, mas também em relação ao bom comportamento. Isso será um fator refreador de bagunça e será um incentivo para que todos se comportem.


Com a implementação dessas ações você perceberá uma grande diferença na hora de educar os seus alunos e controlar os momentos de falta de comportamento deles. Muitas vezes, revendo algumas atividades e conversando com alguns alunos-chave, você tornará uma turma problemática em um excelente grupo para trabalhar – e um caso de sucesso na sua carreira. Adote esses hábitos e sinta a diferença, todos só têm a ganhar!

Fonte: Playdea 

Natureza em União dos Palmares


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