sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
#ACORDABRASIL
Marcadores:
#ACORDABRASIL,
Carnaval
Telefones úteis
Marcadores:
Carnaval,
Criança,
Telefones Úteis
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
#EuSouProfessor/a
Marcadores:
#EuSouProfessor/a,
Geografia,
Universidade
Por que estudar Geografia
Descubra mais sobre a área de Geografia. Saiba o que esperar do curso e do mercado de trabalho
Depois
de terminar o ensino médio surge a necessidade de fazer uma escolha:
qual o curso de graduação? Algumas pessoas já tem a resposta antes da
formatura, outros ainda precisam refletir na escolha. Se você está no
segundo grupo, a Universia Brasil reuniu tudo o que
você precisa saber sobre o curso de Geografia para ajudar você nessa
decisão. Confira a seguir como é o curso, e quais são as possibilidades
de trabalho para quem se forma em Geografia.
TRABALHANDO COM GEOGRAFIA
O
geógrafo é responsável pelo estudo dos aspectos físicos da Terra e da
ocupação humana no espaço terrestre. A área envolve tanto a Geografia
física, que faz a análise do relevo, do clima e da vegetação, quanto os
estudos sobre a relação do ser humano com o espaço geográfico que
habita.
O profissional desse ramo pode atuar como cartógrafo na
elaboração de mapas, fazer roteiros para excursões ecológicas em áreas
de preservação, atuar no trânsito planejando sistemas de mobilidade,
fazer um planejamento agrícola, analisar imagens capturadas por
satélites, trabalhar como professor, entre outras funções.
Além
disso, há bastante espaço no mercado educacional, para atuar como
professor. Ao optar por essa carreira, o formado poderá atuar tanto no
Ensino Fundamental, como no Ensino Médio e Ensino Superior. O importante
é que o profissional escolha qual a faixa etária que tem mais
facilidade de trabalhar para executar um bom trabalho.
O CURSO DE GEOGRAFIA
A
duração média do curso de graduação é de 4 anos e, desde o vestibular, o
aluno pode optar pela licenciatura ou pelo bacharelado. Ao escolher a
primeira opção, algumas disciplinas voltadas para a Pedagogia, como
Psicologia da Educação e Didática, serão parte da grade curricular. No
entanto, é importante sempre checar a grade curricular da instituição de
ensino que irá estudar, porque algumas são bem específicas e pode
acontecer de o aluno não se interessar pelo enfoque dado pela
instituição.
No caso do bacharelado, algumas disciplinas com as
quais os estudantes terão que lidar ao longo da vida acadêmica são
Geografia Física, Humana, Metodologia, entre outros. Ao formar-se nessa
carreira, o profissional também pode ingressar no universo acadêmico,
buscando estudar a fundo um recorte da Geografia que considerem de
extrema importância.
Fonte: Universia.Net
Marcadores:
Escolas em União dos Palmares,
Geografia,
Universidade
#EuSouProfessor/a
Marcadores:
#EuSouProfessor/a,
Escolas em União dos Palmares
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
É hoje... Aguardamos você!
Marcadores:
Autoestima,
Campanha,
Saúde,
Solidariedade
Animal de estimação!
Marcadores:
Animal de estimação
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
As imagens do 21 de Fevereiro de 2017
Doações de água potável por diversos bairros palmarinos
Bombas d'água retiradas do leito do Rio Mundaú e Rio Canhoto pelo funcionários do SAAE
Hoje dia 21 de fevereiro mais um incêndio criminoso na Mata dos Frios
Fotos: Cortesia
EDUCAÇÃO – O bom professor (1)
Não existe consenso para conceituar o bom
professor. Entre intelectuais, ou melhor, entre os que estudam e
discursam sobre os professores podem ser encontrados características
comuns. Entre alunos a definição de um bom professor tem peso maior na
subjetividade em detrimento de elementos de análise crítica.
Para muitos analistas – ‘intelectuais’; críticos; escritores; outros formadores de opiniões – algumas características recebem ênfase. Na sociedade da informação um ‘bom’ professor seria aquele que consegue que o aluno transforme a informação em conhecimento. Os dois substantivos facilmente se confundem. Informação pode ser conhecimento – e a priori sempre é, para produzi-lo será preciso conhecer – e este pode ser aquela, depende do caráter utilitário e da perspectiva de transformação que acontece, ou não, no comportamento do aluno. Outro aspecto significativo é permitir e fomentar a reflexão crítica do aluno, ou seja, provocar a sua participação na articulação do conteúdo-informação-conhecimento em possibilidades de crescimento pessoal.
Levar o aluno a pensar e refletir criticamente, atributo colado ao ‘bom’ professor, é um enorme desafio. Poucos professores conseguem esta proeza; muitos de nós nem sequer têm a preocupação em articular as diferenças entre os dois verbos: pensar, todos pensam; refletir, pouquíssimos. Construir o equilíbrio entre as perspectivas do professor e do aluno é tarefa complexa. Fazer com que o aluno goste daquilo que lhe indicamos como importante é redirecionar sua motivação. E quando o aluno ‘detesta’ nossas formas e conteúdos docentes, mudar suas atitudes é atribuição mais para santo milagreiro que para mortais professores. Por isso considero que uma parcela mínima de alunos realmente aproveita o que professamos, talvez, em torno de dez por cento em cada sala.
Para o aluno, um bom professor tem muitas facetas. Situa-se mais nos resultados que na sua qualificação. Justifica-se, pois para o aluno, a nota é mais importante que o professor e todo seu desempenho. Infelizmente no contexto atual notas e títulos podem fazer a diferença e ‘derrubar’ concorrentes muito mais qualificados. As formações focam mais nas titulações que nas qualificações. Somos validados pelos títulos e não pelo que somos capazes de articular entre a informação e o conhecimento. As ascensões sociais e profissionais estão baseadas mais em ‘informações’ que na realidade do conhecimento, que nunca é dada e sim em processo.
Nos cursos de graduação, no ensino superior, poucos são os alunos que encontram o que desejam. As formações superiores são necessárias à mobilidade social. Por este motivo muitos alunos estão mais interessados no canudo que no conteúdo, o que transforma muitos professores em uma figura...: nem bom; nem ruim. Apenas uma referência, ainda necessária, segundo o aluno; insubstituível, segundo o professor. A história, o futuro, colocará cada um em algum lugar.
As transformações chanceladas pelas tecnologias da informação evocam para a sala de aula o conflito entre a informação e o conhecimento em que o aluno está com excesso de informação e avesso ao conhecimento e os professores, em sua maioria, sofrem o desequilíbrio entre informação e conhecimento, ou seja, não sabem muito bem como interagir entre as suas informações e a dos alunos com a capacidade de articular as respectivas interfaces. Fica difícil definir o ‘bom’ professor e, também, o ‘bom’ aluno.
Para muitos analistas – ‘intelectuais’; críticos; escritores; outros formadores de opiniões – algumas características recebem ênfase. Na sociedade da informação um ‘bom’ professor seria aquele que consegue que o aluno transforme a informação em conhecimento. Os dois substantivos facilmente se confundem. Informação pode ser conhecimento – e a priori sempre é, para produzi-lo será preciso conhecer – e este pode ser aquela, depende do caráter utilitário e da perspectiva de transformação que acontece, ou não, no comportamento do aluno. Outro aspecto significativo é permitir e fomentar a reflexão crítica do aluno, ou seja, provocar a sua participação na articulação do conteúdo-informação-conhecimento em possibilidades de crescimento pessoal.
Levar o aluno a pensar e refletir criticamente, atributo colado ao ‘bom’ professor, é um enorme desafio. Poucos professores conseguem esta proeza; muitos de nós nem sequer têm a preocupação em articular as diferenças entre os dois verbos: pensar, todos pensam; refletir, pouquíssimos. Construir o equilíbrio entre as perspectivas do professor e do aluno é tarefa complexa. Fazer com que o aluno goste daquilo que lhe indicamos como importante é redirecionar sua motivação. E quando o aluno ‘detesta’ nossas formas e conteúdos docentes, mudar suas atitudes é atribuição mais para santo milagreiro que para mortais professores. Por isso considero que uma parcela mínima de alunos realmente aproveita o que professamos, talvez, em torno de dez por cento em cada sala.
Para o aluno, um bom professor tem muitas facetas. Situa-se mais nos resultados que na sua qualificação. Justifica-se, pois para o aluno, a nota é mais importante que o professor e todo seu desempenho. Infelizmente no contexto atual notas e títulos podem fazer a diferença e ‘derrubar’ concorrentes muito mais qualificados. As formações focam mais nas titulações que nas qualificações. Somos validados pelos títulos e não pelo que somos capazes de articular entre a informação e o conhecimento. As ascensões sociais e profissionais estão baseadas mais em ‘informações’ que na realidade do conhecimento, que nunca é dada e sim em processo.
Nos cursos de graduação, no ensino superior, poucos são os alunos que encontram o que desejam. As formações superiores são necessárias à mobilidade social. Por este motivo muitos alunos estão mais interessados no canudo que no conteúdo, o que transforma muitos professores em uma figura...: nem bom; nem ruim. Apenas uma referência, ainda necessária, segundo o aluno; insubstituível, segundo o professor. A história, o futuro, colocará cada um em algum lugar.
As transformações chanceladas pelas tecnologias da informação evocam para a sala de aula o conflito entre a informação e o conhecimento em que o aluno está com excesso de informação e avesso ao conhecimento e os professores, em sua maioria, sofrem o desequilíbrio entre informação e conhecimento, ou seja, não sabem muito bem como interagir entre as suas informações e a dos alunos com a capacidade de articular as respectivas interfaces. Fica difícil definir o ‘bom’ professor e, também, o ‘bom’ aluno.
Marcadores:
#ACORDABRASIL,
#EuSouProfessor/a,
Escolas em União dos Palmares,
Opinião,
Outro canal
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
Falta d'água em União e região: enfim, um não recorde climático
Os últimos 18 meses têm sido tão pródigos em recordes climáticos que
quando a Terra deixa de bater um isso vira notícia. Pois bem: dados divulgados pela Nasa nesta quarta-feira (15) mostram que o mês de janeiro de 2017 não foi o mais quente da história.
Foi apenas o terceiro mais quente. Ufa.
Segundo as medições combinadas de temperatura da superfície terrestre e
oceânica, o mês passado foi 0,92oC mais quente que a média do mesmo mês para o
período 1950-1981. É menos que o 0,96oC de 2007, ano em que o Ártico bateu seu
primeiro recorde assustador de perda de gelo. E muito menos que o horroroso
2016, quando a temperatura global chegou a 1,13oC acima da média de meados do
século 20.
O ano passado foi o mais quente desde o início da série histórica de
registro global, iniciada em 1880. Terminamos com uma média planetária 1,1oC
mais alta do que no período pré-industrial, perigosamente próxima do 1,5oC
considerado o “centro da meta” do acordo do clima de Paris. Os dois anos
anteriores a 2016 já haviam batido recordes.
Só que 2016 teve uma boa desculpa para ser tão quente: foi um ano de
forte El Niño, o aquecimento cíclico do Oceano Pacífico. E os El Niños, como
sabem os leitores deste blog, têm o condão de jogar os termômetros para cima no
mundo todo.
O não
recorde de 2017 é significativo (e algo assustador), porque nós deveríamos
estar agora na fase oposta do El Niño: a La Niña, que em tese ajudaria a
resfriar o mundo. Ela foi detectada no segundo semestre do ano passado, depois
que o El Niño desapareceu, seguido de uma fase neutra de temperatura do
Pacífico. Mas a tendência subjacente de aquecimento era tão forte que o La Niña
aparentemente não “colou”.
“A La
Niña não conseguiu fluir nem no oceano, nem na atmosfera”, disse o
climatologista Francisco Eliseu Aquino, da Universidade Federal do Rio Grande
do Sul. “Quando o Pacífico tentou reverter, o planeta ainda estava muito quente
e a La Niña não conseguiu se configurar globalmente”, prossegue.
O
efeito é semelhante ao de tomar um banho rápido depois de fazer exercícios
puxados: por mais que a água esteja fria, o corpo continua suando por algum
tempo depois. A diferença é que o regime de aquecimento da Terra não dá sinal
de que vá parar. E menos ainda no que depender da nova configuração do poder
global.
Nos
EUA, Donald Trump parece disposto a cumprir todas as suas promessas de
campanha, que incluem “cancelar” o Acordo de Paris e acabar com a EPA (Agência
de Proteção Ambiental). O plenário do Senado, dominado por republicanos, deve
aprovar até o fim da semana o nome do negacionista climático Scott Pruitt como
administrador da EPA – uma agência que ele passou a carreira processando.
Analistas temem que Trump possa estimular outros países, em especial a Rússia,
a não tomarem medidas contra as energias fósseis, o que seria desastroso para
as metas de Paris.
No
Brasil, onde a taxa de desmatamento na Amazônia subiu por dois anos seguidos, o
presidente Michel Temer sentou-se no colo dos 244 deputados da bancada
ruralista – cuja agenda para 2017 inclui eliminar o maior número possível de
regulações ambientais, inclusive o licenciamento e a reserva legal do Código
Florestal, o que tende a tornar mais fácil a vida de quem desmata.
No ano
passado, Temer já reduziu uma unidade de conservação na Amazônia por Medida
Provisória. E seu braço direito, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha
(PMDB-RS), estuda cortar 1 milhão de hectares de cinco áreas protegidas no sul
do Amazonas, medida que beneficiaria grileiros e madeireiros locais.
Na
última terça-feira (14), Temer participou de almoço da Frente Parlamentar da
Agropecuária – o sinal máximo de prestígio que qualquer grupo do Congresso pode
almejar. No convescote, o presidente discursou: “Quando nós, no governo,
dizemos que o Brasil tem rumo, a primeira direção para a qual olho é exatamente
a agricultura, o agronegócio”.
O
aumento do desmatamento apenas em 2016 e apenas na Amazônia elevou as emissões
do Brasil em 130 milhões de toneladas de gases de efeito estufa — o equivalente
a quase 7% de tudo o que o país emitiu em 2015. Temer talvez pudesse dar uma
olhadinha nisso também. (Observatório do Clima/ #Envolverde)
Nota da Editoria <>
O que os técnicos tentam explicar na matéria acima é que
está em andamento uma seca sem precedentes no Nordeste e para nós da Zona da
Mata alagoana na Região do Vale do Mundaú (a ultima, segundo consta, foi a 100
anos passados) cujo reflexo pode ser sentida nos reclamos da comunidade de São
José da Laje, Santana do Mundaú, Rocha Cavalcante, Branquinha e Murici que
entre outras coisas está privada da água potável uso domestico ou para consumo.
Rios, mananciais e afluentes secos emprestam um quadro desolador a uma região
que sempre foi fértil e é conhecida pela quantidade significativa de riachos e
nascentes,
A natureza, conforme está dito na reportagem do site
‘Observatório do Clima Envolverde’, contribui significativamente para esta
intempérie mas o homem também tem sua parcela de culpa. Toda comunidade
particularmente de União dos Palmares sabe que a Usina Serra Grande na zona
rural mais precisamente na Fazenda Santo Antônio da Lavagem mantém bombas para
sugar a água do rio e irrigar suas plantações de cana; no município de Santana
do Mundaú na margem da AL-105 pode ser visto o rio perdendo milhares de litros
de água diariamente em função da extração de areia, e nos riachos mais
afastados na zona rural á agua é represada para uso das próprias fazendas e
comunidades, cite-se o exemplo do maior afluente do Rio Mundaú (excetuando-se o
rio Canhoto) do Riacho Sueca que nestas condições servindo apenas a que banha
razão pela qual não está desaguando no Rio Mundaú.
Pela segunda vez em um espaço de tempo de 20 dias,
segundo as redes sociais da região, a água voltou ao leito do rio após o
governo municipal haver solicitado dos órgãos ambientais rigorosa fiscalização
na bacia hidrográfica do município, onde foram constatadas várias
irregularidades.
Estes fatos acontecem diariamente e ninguém diz nada por
medo de represálias. Quando alguém reclama, usa meios termos, não vai direto ao
assunto com nitidez. Está criada a cultura do ‘ninguém viu ninguém sabe nada’
mesmo as pessoas sendo prejudicadas. Sobre o assunto, é valida uma pergunta: o interesse
não é da comunidade?
O que faz a direção do Hospital Regional São Vicente de
Paulo? As redes sociais noticiam que alguns ‘lava jatos’ continuam funcionando
nas diversas ruas da cidade, que mesmo sendo uma fonte de renda para dezenas de
pessoas, é necessário uma providência sobre o assunto a começar da conscientização
para o uso da água tratada. Repetimos, é um assunto estritamente de interesse
da comunidade mas ninguém faz nada. Se fosse idêntico ao movimento que tentou
afastar o ex-prefeito, centenas de pessoas já teriam manifestado seu grito de
revolta...
Nossos representantes no legislativo mirim, ao menos
algum um deles se pronunciou a respeito?
Outro exemplo de abandono dos órgãos ambientais para com a
preservação da natureza: onde está ou estão os responsáveis pelos recentes
incêndios na Serra dos Frios, no Bairro da Várzea Grande e na ‘Sementeira’? os
incêndios não contabilizaram vitimas humanas mas o prejuízo é incalculável para
o meio-ambiente e destrói a flora e a fauna provocando o desequilíbrio
ecológico. É necessário que as pessoas antes de se lamentar e criticar sem
critério a falta de água atentem para estes fatores que dormem na consciência
de cada um.
Apontar os defeitos alheios com o dedo sujo é uma pratica
que tem se tornando bastante usual na atual geração que senta em frente a um
computador, paquera, se ilustra, vê
filmes pornográficos, mas não toma banho nem para lavar sua matéria tampouco
para lavar a alma e sua própria consciência.
A atual geração nunca vivenciou uma seca semelhante. É um
forte e convincente motivo para refletir sobre as ações do homem contra a
natureza e aprender a preservar o que Deus deixou para seu uso. Sobre o
assunto, o que resta é o pensamento dos mais antigos que pregam que a água por
certo virá em seu tempo devido, e quando chegar. Infelizmente, se for
realidade, a atual crise será esquecida em poucos dias... e faz de conta que
nada aconteceu, o sofrimento atual será substituido pela abundancia da água
(temporariamente). Assim é o comportamento atual da humanidade...
Tribuna União com Agências //
Assinar:
Postagens (Atom)





























