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sábado, 3 de junho de 2017

Semana Palmarina de Meio Ambiente - 05 à 09 de Junho


NOSSO PRIMEIRO PALESTRANTE NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA PALMARINA DE MEIO AMBIENTE - SPMA 2017 :)
 
Prof. Dr. Rafael Ricardo Vasconcelos da Silva - Engenheiro Florestal, Mestre e Doutor em Ciências Florestais pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Atualmente, membro permanente do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Energia da Biomassa, no Centro de Ciências Agrárias (CECA) - Campus A. C. Simões, Maceió, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

05/06 - ABERTURA OFICIAL
- I Conferência Intermunicipal Serrana dos Quilombos e Meio Ambiente – CISQMA
- Horário: 08h às 11h
- Local: Auditório da Prefeitura de União dos Palmares
- Credenciamento – 08h00 às 08h30
- Mesa de Abertura – 08h30 às 09h
- Palestra “Rios, Matas e Biodiversidade: a importância da conservação e recuperação dos remanescentes florestais em áreas protegidas” – 09h
- Projeção Produzindo Mudas de Árvores Nativas da Mata Atlântica em União dos Palmares - ONG União Ambiental - 10h30
- Encerramento – 11h


#LinkDeInscrição https://docs.google.com/…/1tvh-RL8OiGaN69yHJXs1_d…/viewform…

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Pesquisadores comemoram tombamento da Serra da Barriga como Patrimônio Cultural do Mercosul

Arqueólogos e historiadores da Ufal participaram da equipe que elaborou o dossiê 

Lenilda Luna - jornalista



A Serra da Barriga, localizada em União dos Palmares, no estado de Alagoas, com todo o seu simbolismo de resistência, já foi objeto de estudos, ao longo de décadas, realizados por pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas, principalmente nas investigações de História, Arqueologia e Antropologia, mas também há trabalhos em Nutrição, Geografia e Medicina. O local que abrigou o Quilombo dos Palmares é uma referência reconhecida como Patrimônio Nacional ainda na década de 1980, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A partir de 2015, o Iphan propôs tornar a Serra da Barriga um patrimônio do Mercosul e, para isso, convidou pesquisadores para a formulação de um dossiê apresentando a história, as características atuais e a importância do local como referência geográfica, cultural e histórica. Os pesquisadores da Ufal que colaboraram com a comissão indicada pelo Iphan foram os historiadores Aruã Lima, Clara Suassuna e Zezito Araújo e, o antropólogo Siloé Soares de Amorim. Também compuseram a equipe de colaboradores externos Cláudia Puentes, pela Secretaria de Cultura do Estado de Alagoas, e Élida Miranda, pela Fundação Cultural Palmares.

O Grupo de trabalho para a candidatura para reconhecimento da Serra da Barriga – parte mais acantilada como Patrimônio Cultural do Mercosul do Iphan foi coordenado por Marcelo Brito, assessor de Relações Internacionais, e contou, na equipe local com Greciene Lopes dos Santos Maciel, Joelma Farias Cornejo, Rute Ferreira Barbosa e Sandro Gama de Araújo. "Viemos realizando esse trabalho desde 2016. Foi um processo longo, mas é muito gratificante ter o primeiro bem alagoano a ter uma título internacional. Em novembro teremos a reunião dos países do Mercosul aqui em Maceió", informa Greciene Lopes, técnica para Educação Patrimonial do Iphan e também doutora em Educação e professora do Centro de Educação da Ufal.

O tombamento como Patrimônio Cultural do Mercosul, que será homologado no dia 8 de junho na Reunião de Ministros da Cultura, inclui a Serra da Barriga como a representante brasileira na proposta Cumbes, Quilombos y Palenques del Mercosur - La geografía del cimarronaje, que destaca as formas de resistência contra o escravismo em países da América do Sul. A Serra da Barriga é referenciada "como parte do patrimônio, não só material, mas principalmente imaterial, bens acumulados que, em termos antropológicos, são manifestados pelas camadas populares da região, sobretudo, em termos religiosos e míticos que oferece, ao imaginário popular de diferentes camadas sociais, de modo geral, uma estreita relação com a ancestralidade africana", destaca-se no dossiê.

Para os pesquisadores da Ufal que participaram da elaboração do documento, a notícia de que a candidatura da Serra da Barriga foi aceita na reunião da Comissão de Patrimônio Cultural do Mercosul, ocorrida na Argentina, no final de maio, com a participação de representantes do Iphan, foi bastante comemorada. "Foi um trabalho conjunto muito importante entre o Iphan e os pesquisadores que colaboraram. Acreditamos que a Serra da Barriga terá ainda mais visibilidade e isso faz com que o poder público tenha que se comprometer com sua preservação. É uma demonstração também da importância e eficiência do serviço público para a manutenção da vida e da memória. A Serra da Barriga merece um reconhecimento pela Unesco. Esse é o nosso objetivo", ressalta Aruã Lima, historiador.

O tombamento também pode estimular pesquisas conjuntas sobre a resistência do povo negro na América do Sul. "Essa proposta inclui quilombos da Colômbia, Venezuela, Equador, países onde o povo negro também resistiu à escravidão, assim como na Serra da Barriga. Esse tombamento vai permitir um fluxo de pesquisa entre os países que abrigaram essa história de luta. O dossiê que foi apresentado pelo Iphan teve uma autoria coletiva, com a participação de vários pesquisadores. Esse é um reconhecimento importante para as identidades quilombolas, que extrapolam as fronteiras nacionais", destacou o antropólogo Siloé Amorim.

O Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (Neab) da Ufal, criado em 1981, realiza estudos na Serra da Barriga desde que foi colocada a proposta da implantação do Memorial Zumbi. A atual diretora, professora Lígia dos Santos Ferreira, comemora mais esse reconhecimento ao patrimônio representado pela Serra da Barriga. "Torna-se urgente que esse reconhecimento seja mundial e que uma reparação político-moral seja empreendida por toda a humanidade, a fim de que cada indivíduo se envergonhe desse histórico de privação de liberdade, acompanhada das mais cruéis ações contra as nações africanas com o sequestro, tráfico e comércio de pessoas para escraviza-las", defende Ligia.

Jusciney Carvalho Santana, coordenadora institucional de formação (Comfor), doutora em Educação e colaboradora no Neab, também participou de algumas reuniões do grupo de trabalho. Como educadora, ela ressaltou a necessidade de compartilhar a história desse patrimônio. "Considero fundamental a criação de um espaço de aprendizagem permanente na Serra, para promoção de ações educativas voltadas para a comunidade local e que possam estimular uma rede de colaboração e fortalecimento do diálogo com a rede municipal de escolas. Muitos, infelizmente, ainda desconhecem a história de Alagoas, sendo que esse desconhecimento reforça as desigualdades étnico-raciais no Estado", pondera a educadora.

O vice-reitor da Ufal, professor José Vieira, que também é historiador, comemorou o tombamento. "Temos um sentimento de missão cumprida. A Ufal, assim como outras instituições de Alagoas, como a Uneal, por exemplo, desde o início se dispôs a colaborar com este processo coordenado pelo Iphan.  Essa soma de esforços possibilitou essa conquista, que ressignifica este patrimônio de Alagoas, mas que reflete a luta dos povos negro e ameríndio no mundo. Como historiador, fico emocionado. Mesmo nesse contexto de incertezas constitucionais, a Ufal deve ocupar os espaços e formular políticas públicas que proporcionem melhorias coletivas", concluiu Vieira.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Serra da Barriga se torna Patrimônio Cultural do Mercosul

A decisão foi definida durante reunião da Comissão de Patrimônio Cultural do bloco econômico

A Serra da Barriga, situada em União dos Palmares, patrimônio de grande simbolismo para a história do Brasil, tornou-se Patrimônio Cultural do Mercosul. A escolha foi realizada durante a XIV Reunión de la Comisión de Patrimonio Cultural do Mercosul Cultural, com candidaturas da Colômbia, Equador e Venezuela, que também apresentaram sítios de interesse para a valoração da contribuição africana no continente sul-americano, na proposta La Geografía del Cimarronaje: Cumbes, Quilombos y Palenques del MERCOSUR.

De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que preparou o dossiê de candidatura com o apoio da Fundação Cultural Palmares, da Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas (Secult) e das instâncias locais alagoanas, a aprovação da Serra da Barriga como Patrimônio Cultural do Mercosul, além de contribuir para o reconhecimento dos indivíduos e suas comunidades de matrizes africanas no continente americano, e nos países da região, representa uma reparação às perseguições e à intolerância praticadas contra o povo negro e reveladas através dos quilombos.

"A Serra da Barriga é um símbolo da luta pela liberdade e resistência negra. O reconhecimento como Patrimônio Cultural do Mercosul representa um marco para Alagoas e eleva a autoestima da nossa população, despertando o sentimento de pertencimento cultural", disse a secretária de Estado da Cultura, Mellina Freitas.

Serra da Barriga
 
A Serra da Barriga localizada no município de União dos Palmares, Zona da Mata do Estado de Alagoas, é bem tombado pelo Iphan desde 1986 e monumento nacional desde 1988. O local é sagrado e de representatividade para o povo negro, onde foi criado o maior foco de resistência escrava do Brasil, o Quilombo dos Palmares.

Fonte: GazetaWEB

Feliz São João


Não solte Fogos de Artifícios


quarta-feira, 31 de maio de 2017

Documentário e exposição reúnem peças de arte da comunidade quilombola Muquém

Mais de 100 peças confeccionadas por artesãos da comunidade ficarão abertas para visitação e compra até o início de julho
Uma exposição com diversas peças feitas de barro provenientes da comunidade quilombola Muquém, situada no município de União dos Palmares/AL, estará aberta aos alagoanos e turistas que visitam o Estado a partir de 6 de junho, no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional de Alagoas (Iphan), que fica localizado no Jaraguá. Mais de 100 peças confeccionadas por artesãos da comunidade ficarão abertas para visitação e compra até o início de julho.

Potes, vasos, travessas, panelas, luminárias, objetos decorativos, cabeças de barro, todos estes itens compõem o acervo de arte produzido pelos artesãos e que estará disponível no Iphan. O barro é matéria-prima das peças que hoje são revendidas para apreciadores da arte de todo o Brasil. As cabeças de dona Irineia, por exemplo, são amplamente utilizadas em resorts de luxo, novelas e museus espalhados pelo país.

O evento é uma organização de alunos do mestrado em Sociedade, Tecnologias e Políticas Públicas da Universidade Tiradentes (Unit/AL) e terá início com o lançamento de um documentário de cerca de 20 minutos que conta um pouco da história da comunidade, dos artesãos e da arte produzida, tudo isso pelas palavras dos próprios quilombolas, além da enchente que atingiu o local em 2010. “Este filme é emocionante por trazer trechos e depoimentos dos artesãos na linguagem típica da região, portanto valoriza a cultura quilombola e permite que as pessoas conheçam a cultura e a força do nordestino em cada detalhe”, explicou o estudante Alexandre Vasconcelos, concluinte do mestrado. 

O filme será lançado às 19:30h, com exibição única no dia 6 de junho, e apenas 60 pessoas poderão assisti-lo devido ao tamanho do auditório.

Os artesãos retratados no documentário são dona Irineia e o esposo, seu Antônio, além de dona Marinalva e dona Julieta. A exposição também terá peças do seu Edson e o acesso é gratuito. A comunidade Muquém fica localizada em União dos Palmares, zona da mata alagoana, e foi certificada pela Fundação Palmares em 2005. 

No local, residem 140 famílias e atualmente os artesãos revendem suas peças no Galpão de Artesanato União dos Palmares ou na própria residência, onde os turistas chegam para compra imediata ou encomenda de peças para envio posterior.

Serviço: Lançamento de documentário e exposição quilombola
Onde: IPHAN (Jaraguá)
Quando: 06 de junho a 02 de julho

terça-feira, 30 de maio de 2017

Interiorização de indústrias e empresas garante emprego

Interiorizar e crescer. Com estas premissas, o Governo do Estado tem estimulado, cada vez mais, a presença de indústrias e empresas no interior de Alagoas. Um bom exemplo é a multinacional Pepsico, fábrica de laticínio, que tem uma filial instalada em União dos Palmares, na Zona da Mata alagoana, e emprega 160 pessoas.

Em abril deste ano, a fábrica recebeu a renovação do incentivo previsto no Programa de Desenvolvimento Integrado do Governo de Alagoas (Prodesin).

Com a desoneração mais competitiva do Nordeste, o Prodesin tem garantido a manutenção de indústrias em todo o Estado, ao reduzir em 92% o pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na saída dos produtos industrializados, além de conceder o diferimento do ICMS sobre os bens destinados ao ativo fixo, sobre a matéria-prima utilizada na fabricação de produtos e na aquisição interna de energia elétrica e gás natural.

Nessa perspectiva, a permanência das indústrias em Alagoas impacta diretamente a vida da população, garantindo emprego e renda para centenas de alagoanos. É o caso de Hélio da Silva, atual técnico em Segurança do Trabalho na indústria Pepsico, que iniciou suas atividades na empresa ainda como servente de pedreiro.

Filho de agricultores e residente em União do Palmares, Hélio viu suas expectativas profissionais evoluírem como consequência do avanço da empresa no mercado. “À medida que a empresa cresce, as pessoas que a constróem também ganham novas oportunidades, além de aumentar o quadro de funcionários e gerar emprego e renda. Esse foi meu primeiro trabalho e eu comecei como servente de pedreiro. Hoje, sou contratado como técnico em Segurança do Trabalho e daqui tiro o meu sustento, dou uma educação de qualidade para minha filha e continuo estudando, para que meu futuro seja ainda melhor”, conta Hélio Silva.

Além das empresas que já atuam no mercado alagoano, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) realiza um trabalho de prospecção de novas indústrias e empreendimentos, garantindo segurança jurídica e celeridade aos processos, o que vem tornando o Estado o melhor lugar para se investir no Nordeste. Em 2017, 10 indústrias incentivadas pelo Prodesin deverão ser inauguradas ou ampliadas.

“O trabalho do Governo do Estado tem um caráter tanto econômico quanto social, modificando a vida de centenas de alagoanos, por meio da oportunidade de emprego pela atração de novas indústrias e, mais que isso, fortalecendo aquelas que já estão instaladas no Estado”, ressaltou o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Helder Lima.

Pepsico
Além da unidade fabril na Zona da Mata, a Pepsico possui duas filiais atacadistas dentro de Alagoas, que também abastecem clientes nos mais diversos Estados brasileiros.

O Centro de Distribuição de Alagoas é, por exemplo, responsável por boa parte da estratégia de atendimento da empresa à Região Nordeste e serve como um “hub” para a distribuição dos produtos das linhas Toddy, Toddynho, Quaker, Kero Coco e outros produtos do portfólio da multinacional.

por Agência Alagoas

segunda-feira, 29 de maio de 2017

É hoje: I Encontro Regional do Grupo de Estudos Territoriais – GETERRI em União dos Palmares


Sobre o Evento 

Esse I Encontro Regional do Grupo de Estudos Territoriais – GETERRI pretende inaugurar um espaço de diálogo pesquisadores e estudantes. O evento busca compreender, sobretudo, a dinâmica do Nordeste. Nesta edição do encontro homenagearemos o professor Milton Santos que foi, indiscutivelmente, um dos maiores geógrafos que o Brasil e o mundo já conheceram. Seus estudos sobre a urbanização nos países periféricos, o território brasileiro e as questões teórico-metodológicas da geografia são hoje amplamente reconhecidos, inclusive por outras áreas do saber. 

Acreditamos nas contribuições do professor Milton Santos na tarefa de pensar o território brasileiro. E, cremos também na importância de abrir um diálogo com os pesquisadores que compartilham das mesmas preocupações. Daí a proposta do I Encontro Regional do Grupo de Estudos Territoriais a ser realizado entre os dias 29 de maio e 01 de junho de 2017 no Campus Universitário Zumbi dos Palmares - CAMUZP da Universidade Estadual de Alagoas - Uneal, em União dos Palmares –AL. 

O tema será: "A Atualidade do Pensamento de Milton". O evento será constituído de espaços de debate, através de mesas redondas e conferências, espaços de diálogos, a partir da socialização de trabalhos e experiências, de formação, através de minicursos e oficinas. 

Mais informações da programação, Palestrantes, Certificados, Contatos. AQUI

domingo, 28 de maio de 2017

Reconhecer e valorizar os professores: uma lição que precisa ser feita

Há muita coisa boa acontecendo nas salas de aula por iniciativa de professores profissionais e criativos, que encaram as adversidades e colocam o aprendizado dos alunos acima de tudo 

Das certezas que temos acerca da Educação no nosso país, algumas são angustiantes. Sabemos, por exemplo, que a qualidade do nosso ensino básico é péssima e que reverter esse quadro é um trabalho hercúleo: é preciso agir em várias frentes, com firmeza e eficiência, e dar continuidade a essas ações.

Ao mesmo tempo, quando olhamos na granularidade, enxergamos experiências pontuais em sala de aula que nos enchem de esperança a despeito de todas as dificuldades. Há muita coisa boa acontecendo por iniciativa de professores profissionais, comprometidos e criativos, que encaram as adversidades e colocam a sua missão de ensinar e o aprendizado de suas crianças acima de tudo.

No Brasil inteiro, esses professores criam soluções que aprimoram o processo de ensino e incutem nos estudantes o gosto genuíno pelo aprender. Mapear, disseminar e reconhecer esses trabalhos é fundamental. Valorizar a carreira docente e estimular o reconhecimento desses profissionais  pela sociedade é o primeiro passo para içarmos a nossa Educação do fundo do poço onde estagnou. A boa notícia: isso está acontecendo.

Nesta terça, tive a honra de participar do lançamento do 10o Prêmio Professores do Brasil, iniciativa do Ministério da Educação com outras instituições que busca cavar e promover experiências do tipo. Estive ali representando o Instituto Península (IP), braço social da minha família, que passou a compor o time de parceiros do projeto. Nessa estreia, além de apoiarmos o prêmio como um todo por entender que o reconhecimento é indispensável na valorização docente, introduzimos a temática Esporte como estratégia de aprendizagem, que premiará professores de Educação Física que usam o Esporte como alavanca para o desenvolvimento integral dos  alunos.

A Educação Esportiva é uma das causas que o IP apoia. Acreditamos que a prática de atividades físicas nas escolas é multiplamente benéfica: melhora o desempenho cognitivo e promove o desenvolvimento social, emocional, a saúde e a qualidade de vida dos alunos – tanto hoje e como no futuro.

Sei bem que reconhecer o trabalho de professores e investir na formação e na valorização da docência  não é suficiente para darmos o salto de qualidade no ensino que nosso país tanto precisa para avançar. Como se diz, não há bala de prata.

Mas tenho a convicção de que, entre as muitas ações necessárias para mudar o rumo da nossa Educação, essa é de vital importância. Pois nada, nada é tão crucial para o desenvolvimento de uma criança do que um bom professor!

Fonte: Estadão

sábado, 27 de maio de 2017

"Tenho 14 anos e sou um cidadão" Por Renato Rocha



Sim! Eu me considero um cidadão porque sou uma pessoa normal como todos. Não só por que eu tenho 14 anos que eu não seja um cidadão. É o que eu acho. 

Ser cidadão, para mim, é uma pessoa ou uma comunidade que luta por seus direitos, como uma cidade limpa, postos de saúde, escolas para nós adolescentes, transportes escolares, garis nas ruas e comércio funcionando.

Sou quase um cidadão. Não sou um cidadão ainda, porque não posso votar. Mas daqui a dois anos, quando eu estiver com dezesseis anos, aí posso me considerar um cidadão completo para ter meus direitos. 

Cidadania para mim, também acho que seja para analisar o prefeito e vereadores na cidade. Afinal, se não fôssemos nós sociedade, os prefeitos e vereadores não estariam no cargo da prefeitura e nem na presidência do País.

É isso que eu acho que deve ser um cidadão do meu tempo.

Renato José Rocha, aluno 8º ano "B" da Escola Municipal Dr. Antonio Gomes de Barros.