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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Em União, escolas municipais receberão mobiliário para alunos com necessidades especias

Chegaram nesta segunda-feira, 05/11, em União dos Palmares, novos mobiliários para serem distribuídos às escolas palmarinas da rede municipal de ensino. São eles: 72 birôs e 20 bancas acessíveis. A entrega ocorrerá nos próximos dias. Segundo a secretária de educação, Rimelc Shirley, o material vai atender alunos com necessidades especiais e professores. 

“Nossa gestão vem trabalhando sempre para melhorar e promover a inclusão e a acessibilidade nas escolas municipais” explica a secretária. Em setembro, as escolas já tinham recebido 250 mobiliários novos para proporcionar mais conforto aos alunos e equipe de profissionais.
 
Secom

Soletrando é realizado com sucesso em União dos Palmares

Na segunda-feira, 5, aconteceu mais uma etapa do Soletrando em União dos Palmares. Jaires de Moura Ferreira da Silva, aluna do 9º ano "A" foi quem representou a Escola Municipal Dr. Antonio Gomes de Barros. A estudante fez bonito na competição mas, não continuará na disputa por ter sido eliminada.


O evento realizado pela Secretaria de Educação de União (Semed), é uma competição na qual todos os alunos do 5º ano ao 9º ano da rede municipal participam de uma disputa de soletração de palavras.


Segundo a secretária de educação Rimelc Shirley Lins, o objetivo é um rendimento melhor dos alunados no aprimoramento nas habilidades linguísticas, aperfeiçoar a escrita e ampliar o vocabulário, assim, estimulando os mesmos a praticarem a leitura e a escrita.


Parabéns para todos os envolvidos no projeto da qual incentiva o crescimento educacional dos alunos. A direção / coordenação da escola Antonio Gomes e demais escolas da rede municipal e a todo/as estudantes palmarinos que participam do soletrando.  



Sandriele semifinalista do 5º Ano, Edileuza Ferreira, Jaires semifinalista do 9º Ano, Taciane Amaral, Sandra Vieira, Josefa Selma, Bernadete Lourenço e Cleonice da Silva.


Hoje é Dia Nacional da Cultura


domingo, 4 de novembro de 2018

Biografia do palmarino Sandro Becker

Emanuel do Vale Trindade, mais conhecido como Sandro Becker, 12 de agosto de 1954) é um cantor brasileiro.

Biografia

Em União dos Palmares, Alagoas, aprendeu a tocar instrumentos e cantar. Iniciou a carreira artística como radialista em Maceió no ano de 1972. Em 1975, participou de um concurso de calouros no programa do Chacrinha, no Rio de Janeiro, onde competiu e ganhou não só o prêmio final, mas também o apreço do apresentador de TV. Sobre o seu nome artístico, adotado nesta época, o sobrenome foi escolhido por causa da atriz brasileira Cacilda Becker e que foi o “soar bem” do seu nome que facilitou o “empurrão” para conseguir se apresentar no Chacrinha, já que o prazo das inscrições do concurso estava encerrado quando ele chegou à competição.

Na música, iniciou com um gênero musical diferente do que canta hoje: o rock rural, propagado por nomes como Raul Seixas e Sá, Rodrix e Guarabira. Entretanto, o humor e a irreverência começaram a ganhar notoriedade, o que fizeram com que o artista decidisse seguir outro estilo. Assim, começou a incluir em seu repertório músicas com um tom malicioso, o chamado Forró Malícia, e surgiram sucessos como “A velha debaixo da cama”, “O gato Tico” e “Julieta”, que rendeu a ele 1 milhão de cópias em 1986, ganhando dois discos de ouro e troféus variados.

Apesar de ser mais reconhecido por cantar músicas do Forró Malícia, tem em seu repertório letras como “Xote dos Milagres”, que fez bastante sucesso com a banda Falamansa. Tem grande admiração por letras inteligentes e maliciosas ao mesmo tempo e seu grande ídolo – e amigo também – foi Luiz Gonzaga. Sandro Becker cursou Direito e se formou, mas não pretende seguir a carreira jurídica. Com espírito e comportamento ético, o artista não se conforma com o pagamento de jabá para que as músicas sejam tocadas na rádio ou na TV.
 
Fonte: Wikipédia 

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

JMarcelo Fotos: Blog comemora 8 anos!


Hoje 29, comemoramos juntos mais um aniversário do Blog JMarcelo Fotos. O diário online é feito pelo Professor José Marcelo Pereira da Silva, como outros blogues Brasil afora é feito com muita dedicação mesmo sem equipe para atualizar ou patrocínios.

Ao longo dos oitos anos o blog vem passando por modificações, como já havia descrito em outra comemoração, processo natural para qualquer veículo de comunicação seja de grande mídia ou não. O fato de não ter equipamentos tecnológicos é um dos motivos da qual o blog não é tão dinâmico.

Porém, essas questões, foram superadas e o momento é curtir meu site pessoal e atualizar na medida do possível. Publicar algo prazeroso seja da escola que leciono, da profissão de professor, da cultura palmarino ou política local.

Que venham mais 8 anos!!!
 
 
 

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Prefeitura de União oferece oficina de capacitação para dentistas do município

Nessa quarta-feira (24), a Prefeitura de União dos Palmares, através da Secretaria de Saúde, promoveu um ciclo de palestras sobre a odontologia como estratégia de saúde da família. A iniciativa visa a qualificação dos profissionais da atenção básica. 

A Dra. especialista e mestranda em odontopediatria, Thaís Prestêlo, abriu as apresentações com uma palestra sobre Sarampo e seus efeitos na odontologia. Em seguida, tivemos a presença da Dra Lenalda Bezerra, hipnoterapeuta - especialista em ortodontia e implantodontia, que abordou como a hipnose pode ajudar na atenção básica odontológica. Tivemos também a palestra da Dra Karla Cavalcante, especialista e mestranda em odontopediatria, que palestrou sobre pré-natal odontológico e psicologia e maneja da criança. Para finalizar, a Dra Helloá Victória, mestranda em endodontia, trouxe o tema das práticas odontológicas na estratégia de saúde da família e protocolos farmacológicos e de urgência em odontologia. 

O evento aconteceu no auditório da Secretaria de Saúde e contou com a presença do prefeito Areski Freitas (Kil), da secretária de saúde, Geany Vergeht, da participação do prefeito de Palmeira dos índios, Julio Cezar, e inúmeros profissionais da área.  “Estamos investindo cada vez mais em capacitações para os profissionais e na melhoria do atendimento ofertado à população do município”, disse Kil.
 
Secom

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

‘O aprendizado não pode ser solitário’

Especialista em educação da Finlândia diz que o Brasil precisa se desprender da escola do passado para estar entre os melhores do mundo

Mestre em educação pela Universidade de Helsinque, Anneli Rautiainen é chefe do Centro de Inovação da Agência Nacional de Educação do governo finlandês. A instituição é responsável pela educação infantil e básica e pela formação de professores no país detentor do título de melhor sistema de ensino do mundo. Anneli já atuou como professora e diretora de escola — conhece, portanto, o assunto em teoria e prática. Este ano, esteve no Brasil em nome do centro que comanda para a assinatura de um acordo com o Instituto Ayrton Senna, parceria que prevê o compartilhamento de informações entre os dois países para a adoção de inovações nas escolas. A seguir, os principais trechos da entrevista que concedeu a VEJA.

Muitos educadores estão tentando fazer bom uso da tecnologia em sala de aula, mas muitas vezes ela não leva a lugar nenhum. Por quê? Um dos erros mais comuns aos países que tentam incorporar ferramentas tecnológicas à sala de aula é justamente colocar a tecnologia em primeiro lugar e achar que ela, sozinha, vai resolver todos os problemas da sala de aula. Usar o computador ou o tablet não é o propósito da educação. O importante é integrar o uso destas ferramentas a uma proposta pedagógica que ensine o aluno a pensar.
 A escola deste século XXI deve menos conteudista? Sem dúvida. Na Finlândia, nos concentramos muito mais em habilidades do que em disciplinas. É claro que as ideia não é jogar fora todo o conhecimento de matemática ou gramática, mas é muito importante que os alunos saibam construir pontes entre as matérias. Limitamo-nos a ensinar o que é essencial em todas elas e incentivamos que os estudantes aprofundem seu conhecimento conforme seu interesse. Pelo menos uma vez no ano eles devem apresentar um projeto que conecte as diferentes matérias. Se um aluno quer falar sobre poluição, por exemplo, deve procurar os professores que vão ajudá-lo a propor soluções que contemplem mais de uma via.

As disciplinas tradicionais tendem a deixar de existir? Não completamente. A tendência é que estejam cada vez mais misturadas umas com as outras, mantendo-se, claro, o conteúdo necessário de cada área. Na Finlândia elas ainda são divididas em respeito à decisão do parlamento, da qual eu, particularmente, discordo. Acho que já deveríamos estar em uma fase mais holística do aprendizado. A vida real não acontece em compartimentos separados.
 
Por que este modelo mais flexível de matérias conversa com o século XXI? O mercado de trabalho está mudando tão rápido que os jovens vão precisar de habilidades que os tornem indispensáveis nesse mundo novo mundo tomado pela tecnologia. Por isso insisto que é preciso aprender a pensar, ao invés de simplesmente armazenar dados na cabeça. Não podemos esquecer também das habilidades sócio emocionais, tão importantes. Os melhores especialistas da educação estão priorizando a empatia, o pensamento crítico, a criatividade, a colaboração no lugar de um monte de conteúdos.

Como se dá o ensino destas habilidades na Finlândia? Ele está previsto no currículo. Nossos professores sabem, por exemplo, que um estudante do 5ª ano deve aprender a solucionar uma equação básica e a expor seus argumentos sem discutir — e são treinados a propor, eles mesmos, atividades que desenvolvam estas características. Outro ponto que incentivamos em toda o país é que os professores se concentrem, desde cedo, em identificar e ressaltar os pontos fortes de cada criança, para que elas sejam instadas a explorar os próprios interesses.

Os estudantes são nativos digitais. Os professores, não. Cabe aos alunos ajudar seus mestres no contato com a tecnologia? Com certeza. Temos escolas onde os alunos já estão ensinando seus mestres a lidar com o mundo digital. Há alguns anos, uma professora veio falar comigo dizendo que não usaria tecnologia até saber aplicar todos os dispositivos. Disse a ela que esse dia nunca chegaria e sugeri que simplesmente deixasse o computador na sala para ver o que acontecia. As crianças descobriram tudo sozinhas. Não importa quem ensina quem, contando que o aprendizado aconteça. É como a vida funciona, afinal. Quem sabe ajuda os outros.

Isso não esvazia o papel dos professores? Não. Eles continuam a ter função central na educação, mas não são a única fonte do conhecimento. São facilitadores, ativadores do aprendizado. Sua tarefa é estimular o ambiente, encorajar a criança, estar lá para ela.

Como deve ser a sala de aula do futuro? Talvez seja como um restaurante self service mais sofisticado, onde você vai, se serve do que quer, mas conta com suporte. O modelo de hoje, com um monte de alunos sentados olhando para a lousa, vai desaparecer com o tempo. Também tenho certeza de que os professores sempre serão indispensáveis, pois o aprendizado não pode ser solitário. Precisamos de interações, de uma forma ou de outra.

Brasil e Finlândia são países muito diferentes. O que nós podemos aprender um com o outro? Não podemos comparar plenamente as condições devido às diferenças sociais, culturais e históricas. Mas podemos nos ajudar. Espero que o acordo que assinei ajude a desenvolver professores mais atentos às necessidades dos alunos. Li a Base Nacional Comum Curricular brasileira e achei excelente. Está no caminho certo.