segunda-feira, 30 de maio de 2016
Chuveu a net cai aqui em casa
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domingo, 29 de maio de 2016
João Lyra avança no diálogo para recuperar empresas de seu grupo
Com
fôlego de gato e em meio à crise que o país vive em todos os segmentos
produtivos, o empresário João Lyra trabalha para retomar o império que
lhe pertence: muitas terras para plantio de cana-de-açúcar, imóveis,
cinco usinas de cana-de-açúcar, empresas de comunicação, concessionária
de carro, táxi aéreo e outros empreendimentos que geravam 17 mil
empregos em Alagoas e nove mil em Minas Gerais.
Fundador e presidente do grupo que leva
seu nome (JL), o empresário, que sofreu as consequências da crise
internacional do preço do açúcar e mais a inundação da usina Laginha –
da mesma forma que aconteceu com outras 80 indústrias sucroalcooleiras
de Alagoas e do Brasil – foi afetado pelo fantasma da falência. Mas ele
continuou no Estado abrindo o diálogo na esperança de recuperar a massa
falida.
Ao contrário de outros empresários do
setor, como João Tenório, que fechou a potente Usina Triunfo e foi morar
na Inglaterra JL ficou para enfrentar com muito estilo e paciência a
crise que se abateu sobre suas empresas. Praticamente só, sem o cortejo
de empresários e políticos que lotavam seu escritório para consulta-lo,
resolveu lutar contra tudo e todos para rever o patrimônio que lhe
pertence.
O que ele mais lamenta a ausência de dois
fieis amigos: udenista Antônio Gomes de Barros com quem sempre mantinha
um bom diálogo e tomava café da manhã em sua residência na Praça
Sinimbu e o palmarino empresário Lula Pinto. Ambos se viveo estivesse JL
tinha certeza que contava com sua solidariedade. Por coincidência, os
dois fieis amigos já falecidos são amizades da querida União dos
Palmares onde foi instalada a Usina Laginha.
Nessa luta contra o tempo e afastamento
de velhos aliados dos bons tempos de safras nas usinas, somente duas
figuras leais continuaram ao lado do empresário nesse tempo de vacas
magras: o senador Fernando Collor e seu primo e ex-suplente Euclides
Mello. Entre os assessores, o fiel escudeiro Paulo Santos, mais
conhecido por Paulão, que se mantém firme como um para-choque diante do
patrão.
Os aliados desapareceram
Ninguém mais é visto no assediado
escritório do Grupo JL em Guaxuma. Mas o diálogo, aliado aos esforços do
empresário, está avançando. JL já apresentou nos autos do processo na
Justiça o crédito 4870, que vai lhe garantir resolver o impasse dos
débitos fiscais. Também está empenhado em uma solução para efetuar
pagamento dos funcionários de suas empresas.
Um dos empreendimentos do grupo que deve
voltar com toda a força que tinha, é a Rádio Jornal, seguindo uma
programação pautada no jornalismo. O empresário e ex-deputado federal JL
guarda fortes lembranças da emissora. Da mesma forma, apesar de ser
enganado e abandonado por muitos, recorda como troféu o glorioso título
de campeão que, como presidente, conquistou para o CSA.
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Usina Laginha
#QueroUmDiaSemEstupro: Campanha ganha força nas redes sociais após estupro coletivo no Rio
O estupro coletivo de uma jovem de 17 anos e o vídeo que circulou na internet após o crime levantou o debate - mais uma vez - sobre o estupro. Mulheres, das mais variadas gerações, ocupações e ideologias, se mobilizaram nas redes sociais por mais segurança e por justiça.
Com a hashtag #QueroUmDiaSemEstupro,
elas não só clamaram por um Brasil onde as mulheres possam ser
respeitadas, mas também fizeram relatos de abusos que já sofreram.
A comoção ganhou força depois da jovem ser estuprada por trinta homens e o vídeo após o crime foi divulgado nas redes.
A vítima foi encontrada na segunda-feira (24) na região da Praça Seca,
na zona oeste do Rio de Janeiro, e foi levada para casa. Nesta
quinta-feira (26) ela foi levada para fazer exames, segundo o G1.
O Ministério Público do Rio recebeu mais de 800 denúncias. A Polícia Civil investiga a autoria do crime e dois suspeitos já foram identificados.
O
caso gerou revolta, indignação e cobrança por justiça.
"#QueroUmDiaSemEstupro porque quero ir para uma festa e me divertir,
sem me preocupar com quem está por perto ou o que e quanto estou
bebendo", escreveu uma usuária. "Por um mundo em que ser mulher não seja
crime", disse outra.
Fonte: G1
Melhorar a educação passa por remunerar bem o professor
Ex-diretor do Instituto Nacional de Educação de Cingapura, Lee Sing Kong
explica salto qualitativo do país na área e condena bonificação de
educadores baseada em desempenho dos alunos
Se a semente do processo de melhoria da educação passa pela valorização do professor, por onde começar? Quais ferramentas podem ajudar o professor a se sentir valorizado e reconhecido pela sociedade como um ator fundamental na transformação de um país?
Peça-chave na reforma curricular da formação de professores, o
ex-diretor do Instituto Nacional de Educação de Cingapura Lee Sing Kong
explicou em entrevista ao Carta Educação que para melhorar a imagem do educador deve-se oferecer a ele condições e remuneração melhores.
“Hoje em Cingapura um professor iniciante ganha o mesmo que um
engenheiro. Isso passa uma mensagem importante para a sociedade: a de
que o professor é tão importante quanto qualquer outro profissional para
a construção da nação”, observou.
Em São Paulo no início do mês participar do Ciclo de Debates em
Gestão Educacional, promovido pela Fundação Itaú Social, o especialista
condenou ainda a visão meritocrática em relação ao professor
baseada exclusivamente no desempenho dos alunos. “O desempenho dos
estudantes é influenciado por muitos fatores. A aula dada pelo professor
é apenas um deles. O apoio que recebem dentro de casa é outro”, disse.
Leia abaixo a entrevista:
Carta Educação: Cingapura passou por um processo de reforma educacional que levou o país a ocupar o segundo lugar no ranking do exame Pisa. Qual foram os principais pontos da reforma?
Lee Sing Kong: Sou ex-diretor do Instituto Nacional
de Educação, que é ligado à Universidade Tecnológica de Nanyang. Meu
papel se deu na transformação do processo de formação de professores. Em
Cingapura ou em qualquer lugar do mundo, a qualidade dos professores e
dos líderes das escolas são fatores muito importantes. Minha
contribuição foi treinar professores e ajudá-los a construir habilidades
e competências que podem engajar os estudantes no processo de
aprendizagem, para que busquem o conhecimento segundo suas habilidades.
Hoje a qualidade dos professores é boa, o que fez o processo de
aprendizagem ter melhorado muito. E isso é muito benéfico para os
resultados do Pisa, por exemplo.
CE: E como o senhor conseguiu aumentar o nível dos professores no seu país?
LSK: Para aumentar a qualidade dos professores você
precisa de dois passos básicos: o primeiro é ter certeza de que irá
atrair os melhores candidatos para serem professores. O segundo é dar a
eles o melhor treinamento. Então, é preciso trabalhar as competências
que terão em sala de aula. A primeira parte é levada pelo Ministério da
Educação, que ajuda a construir o status da profissão de professor, a
imagem desse profissional e fazer com que a sociedade o valorize. Em
primeiro lugar, é preciso um sistema de apoio e boa remuneração para que
os melhores estudantes se tornem professores. Nesse sentido, o
Ministério da Educação introduziu quatro iniciativas para ajudar a mudar
a imagem do profissional de ensino: a primeira foi aumentar o salário
do professor iniciante.
CE: Em quanto?
LSK: Eu não diria quanto, mas gostaria de dizer que o
salário de um professor inicial passou a ser o mesmo de um engenheiro,
por exemplo. Hoje, então, um professor iniciante ganha o mesmo que um
engenheiro. Isso passa uma mensagem importante para a sociedade: a de
que o professor é tão importante quanto qualquer outro profissional para
a construção da nação.
A segunda iniciativa do ministério foi eles se assegurarem que a
promoção de professores estivesse disponível para o maior número de
profissionais possível. No passado, só eram promovidos na carreira
chefes de departamento, vice-diretores ou diretores. Mas aqueles que
eram muito bons em ensinar não tinham chance alguma de serem promovidos.
Agora aqueles muito bons em sala de aula podem vir a ser professores
nas categorias “sênior”, “líder” (lead) e “mestre” (master).
Outra iniciativa foi passar a celebrar o bom trabalho dos
professores. Então toda primeira sexta-feira de setembro é comemorado o
Dia do Professor, quando o presidente da República convida um grupo de
professores cujos trabalhos são reconhecidos e premiados. Com tudo isso,
o nível de reconhecimento e o status dos professores mudou. Nesse
processo, os melhores estudantes são enviados ao Instituto Nacional de
Educação, onde são treinados.
CE: Como funciona o treinamento dos professores no instituto?
LSK: Para treiná-los bem, trabalhamos juntamente com
o ministério para identificar as competências dos professores e
encaminhá-los para um mestrado em alguma área na qual ele tenha mais
afinidade. Se não tiver conhecimento aprofundado em uma área específica,
como Química, por exemplo, como vai ensinar aquilo?
Além disso, eles precisam entender o comportamento dos estudantes, a
parte psicológica, porque hoje o que acontece em uma classe pode ser
muito mais complexo do que parece. Então o professor tem de entender o
perfil de cada estudante e saber das suas necessidades.
Eles devem também carregar alguns valores que podem ajudá-lo quando
ensinam. O primeiro é acreditar que toda criança pode aprender. Estando
na sala de aula e tendo isso em mente, terão o mesmo respeito por cada
criança e não focarão somente naqueles que se saem melhor aparentemente.
O segundo é encorajar os professores a entenderem que eles são
profissionais. Se eles se virem como profissionais, então se
concentrarão no melhor que podem fazer, terão mais confiança,
continuarão estimulados a aprender e se tornarão, cada vez mais,
melhores professores. E um terceiro valor é encorajá-los a trabalhar
como uma comunidade de professores para que se ajudem uns aos outros e
possam dividir boas práticas testadas em sala de aula.
Tudo isso faz o sistema de educação de Cingapura ser diretamente
voltado para estudantes e suas necessidades e habilidades para o século
XXI. Como sabemos disso? Um dos resultados é o Pisa, outros são as
diversas olimpíadas, nas quais nossos alunos se saem muito bem.
CE: Quais seriam as habilidades para o século XXI? Resultados e rankings são importantes, mas como fazer
com que os alunos possam agregar também competências socioemocionais,
criatividade, trabalhar em grupo e ir além das boas notas?
LSK: As habilidades do século XXI são aquelas além
do conhecimento dos livros. Em resumo, são as habilidades de colaboração
(como fazem para trabalhar uns com os outros, em grupos), de
relacionamento e de expressão oral. São coisas muito importantes hoje.
Nos anos 1980 e 1990 os empregadores queriam trabalhadores com
conhecimento e habilidades técnicas. Mas hoje, se você perguntar a
diferentes empregadores de distintas áreas, notará que buscam pessoas
que possam trabalhar como um time, para desenvolverem um projeto, que
sejam de diferentes nacionalidades e tenham diferentes formações.
No século XXI, então, além de conhecimento e habilidades técnicas, é
preciso saber trabalhar em equipe. Cingapura está bastante paranoica em
entender as mudanças que ocorrem no mundo, e isso, inclusive, levou a
reformas no nosso sistema educacional.
CE: Qual deve ser o papel do Estado nisso? Há quem defenda que o setor privado tenha de participar disso. Qual a opinião do senhor?
LSK: Eu diria que na educação o setor privado só
crescerá e florescerá se o principal sistema de educação não atingir as
expectativas de seus cidadãos. Se cada pai e criança tiverem uma
expectativa que não puder ser atingida pelo principal sistema
educacional, então eles buscarão alternativa, que é a educação privada.
Em nosso país, 98% dos estudantes hoje estudam em escolas públicas. Isso
ocorre há décadas, o que mudou foi a qualidade da educação.
CE: Como medir o desempenho de um professor? No Brasil, o possível próximo governo fala em meritocracia e política de bonificação para os professores, caso os alunos venham a apresentar bons resultados. Como o senhor avalia isso?
LSK: Em qualquer processo de avaliação, é preciso se
ter muito claro quais são os critérios utilizados. Em Cingapura, quando
um professor é avaliado por sua liderança escolar, o foco está em três
coisas: como são capazes de identificar os pontos fracos dos outros
professores que supervisionam e como os ajuda a superá-los; que tipo de
inovação trouxeram para a sala de aula, ideias que falem sobre uma nova
dinâmica na sala de aula, que podem fazer o autor ser valorizado e
reconhecido; o quanto esse professor é capaz de compartilhar boas
experiências com outros professores para que o nível educacional seja
elevado.
CE: Mas podemos fazer uma avaliação dos professores baseada no desempenho dos estudantes?
LSK: Não. Eu posso dizer com certeza: relacionar
diretamente a performance dos estudantes à avaliação dos professores é
errado. O desempenho dos estudantes é influenciado por muitos fatores. A
aula dada pelo professor é apenas um deles. O apoio que recebem dentro
de casa é outro. Como culpar ou promover um professor se o estudante é
preguiçoso, por exemplo? Como culpar o estudante se a família tem uma
série de problemas que o atrapalham na hora de estudar? Então, o
princípio de relacionar o desempenho dos alunos exclusivamente à
avaliação dos professores é errada. Existe uma ligação, mas o peso dessa
ênfase não deve ser alto.
CE: Atualmente, estamos discutindo a reforma curricular através da construção da Base Nacional Curricular Comum.
Há dois grandes debates: um sobre se disciplinas deveriam se tornar
apenas áreas do conhecimento e outro sobre se o ensino de História, por
exemplo, deveria focar mais na história do continente africano, com quem
temos uma forte conexão, em vez de tratar tanto de história europeia.
Como o senhor vê isso?
LSK: Isso é algo que o Brasil terá de decidir por si
mesmo. O que é melhor para preparar seus estudantes para serem capazes
de enfrentar o futuro? Todo país tem suas prioridades. Há disciplinas,
como Matemática, que são ensinadas em todos os países segundo um mesmo
padrão, mas quando falamos em humanidades os componentes serão baseados
em escolhas de cada país. Cingapura, por exemplo, está focada em estudar
em História a origem do próprio país. Também estudamos a história do
desenvolvimento de países vizinhos.
CE: O senhor vê uma oposição entre humanidades e
as disciplinas mais exatas, muitas vezes enfatizadas com vistas ao
mercado de trabalho?
LSK: Em educação deve haver certo equilíbrio entre
as ciências duras, que são muito exigidas, e as humanidades, que nos
empoderam a ver as coisas de uma melhor perspectiva. Se você desenvolve
uma criança baseada apenas nas ciências exatas e sem humanidades, os
aspectos humanos da criança farão falta. E precisamos focar não apenas
em humanidades, mas em valores.
CE: Os valores podem mudar também, não?
LSK: Alguns podem mudar, mas há aqueles que não
mudam, que são universais, como honestidade, integridade, trabalho duro,
resiliência, cuidar do próximo. Isso muda? Eu creio que não.
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#EuSouProfessor/a,
Escolas em União dos Palmares
sábado, 28 de maio de 2016
Polícia Militar divulga Plano de Policiamento da Condução da Tocha Olímpica em Alagoas
A Polícia Militar divulgou nesta sexta-feira (27), o Plano de
Policiamento da Condução da Tocha Olímpica em Alagoas, que visa
implementar medidas gerais de vigilância e segurança durante os dias 29 e
30 de Maio, disponibilizando o Policiamento Ostensivo a Pé, Motorizado,
de Trânsito e Velado, nos municípios pré estabelecidos pela organização
da cerimônia.
O comandante-geral da PM, coronel marcos Sampaio, enfatizou que
todas as ações adotadas para a segurança do evento estão de acordo com o
protocolo de segurança do revezamento em Alagoas. "Desde a reunião com a
Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), a Polícia Militar se
organizou para colocar tudo que estiver ao nosso alcance para garantir a
integridade e segurança da população alagoana que prestigiará a
cerimônia. Acreditamos que a passagem do símbolo olímpico em nossas
cidades será apenas motivo de festa e alegria", destacou.
Na capital, serão empregados cerca de 350 militares, que ficarão
responsáveis por prevenir ações delituosas, sejam elas individuais ou
coletivas, preservando a ordem pública e a integridade física de todos
os envolvidos no evento, garantindo aos cidadãos o direito
constitucional de ir e de vir. Os comandante do policiamento serão o
tenente-coronel Silvestre Soares, comandante do 4º Batalhão de Polícia
Militar (BPM), e o major Felipe Lins, subcomandante do BPTran.
Já em Arapiraca, serão utilizados 250 policiais do 3º BPM. A
prefeitura disponibilizará 160 homens da Guarda Municipal e SMTT para o
fechamento das ruas de acesso ao percurso do evento, e mais 60 homens
para auxiliar a Polícia Militar na segurança do evento.
Em São Sebastião, serão disponibilizados 40 militares da 4ª CIA do
3º BPM, 16 homens da Guarda Municipal do município e mais 40
profissionais contratados de uma Empresa de Segurança Privada.
No município de São Miguel dos Campos, serão utilizados 20
policiais militares da 1ª CPM/I, já a prefeitura vai disponibilizar 80
integrantes da Guarda Municipal, nove da SMTT e 230 voluntários para o
fechamento das ruas de acesso ao percurso do evento.
Em Murici e União dos Palmares a Polícia Militar vai fazer a segurança com 45 homens do 2º Batalhão de Polícia Militar (BPM).
A Tocha Olímpica
O símbolo das Olimpíadas chegará a Alagoas no próximo domingo, 29,
onde percorrerá cerca de 40km, sendo carregada por 196 pessoas.
São Sebastião será a primeira cidade a receber a tocha, seguida por
Arapiraca, São Miguel dos Campos e Maceió, o revezamento continua na
segunda-feira, saindo da capital e chegando a Murici. Coube a União dos
Palmares finalizar a passagem por Alagoas.
Acom/PM
Vem aí a Tocha Olímpica aqui em União dos Palmares
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Escola Municipal Dr. Antônio Gomes de Barros
sexta-feira, 27 de maio de 2016
PROGRAMAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DA TOCHA OLÍMPICA EM UNIÃO DOS PALMARES – ALAGOAS
CHEGADA: 09h55 – Recepção no Ginásio de Esportes na entrada da cidade com a presença de autoridades do município – Roda de Capoeira, com os grupos: Abadá, Palmares e Tradição.
INÍCIO DO REVEZAMENTO: 10h00 – Apresentações culturais ao longo do percurso dividido em três pontos:
1 – Posto Vergetão - Apresentação da Banda de Fanfarra do Colégio Mário Gomes
2– Praça de Alimentação – Maculelé Grupo Gameleira
3 – Praça Rocha Cavalcanti – Dança Afro composta pelos alunos da Escola Estadual Rocha Cavalcanti
CELEBRAÇÃO: 10h15 – Praça Basiliano Sarmento, centro da cidade:
- Grupo de Capoeira Legião Brasileira.
- Apresentação de teatro da Secretaria Municipal de Educação.
SAÍDA PARA A SERRA DA BARRIGA – 10h30
PREVISÃO DE CHEGADA – 10h47
Recepção da Tocha Olímpica feita pelos religiosos de matrizes africanas, grupos culturais, comunidades quilombolas e autoridades. Recepção com os religiosos – 150, Capoeiristas – 50 e Grupos culturais – Arafunfun Omanjerè e Afrocaeté - 50.
SAÍDA DO COMBOIO OLÍMPICO DA SERRA PARA GARANHUNS – 11h32
Na saída do comboio com os veículos, não haverá revezamento.
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Eventos em Alagoas,
Serra da Barriga... Hoje
Alagoas prepara uma grande festa para receber a Tocha Olímpica
O símbolo dos jogos Olímpicos chega em Alagoas domingo (29). A
primeira cidade a recebê-la será São Sebastião, seguida por Arapiraca e
São Miguel dos Campos, fechando o percurso com Maceió. Na segunda-feira
(30), a Tocha será levada da capital para Murici, finalizando sua
passagem pelo Estado em União dos Palmares, na Serra da Barriga.
Em Alagoas, o revezamento irá percorrer cerca de 40 km e terá 196
condutores. Para organizar a passagem da Tocha foi criado um grupo de
trabalho formado por representantes dos municípios participantes, órgãos
estaduais, incluindo as Secretarias de Estado do Esporte, Lazer e
Juventude (Selaj) e Cultura (Secult), Polícia Federal, Militar, Civil, e
Guarda Municipal, além do Exército e da Agência Nacional de
Inteligência (ABIN).
São Sebastião, conhecida como a terra da renda de bilro terá um
trajeto de 2,7km com a participação e 14 condutores. “A cidade está
muito orgulhosa em poder receber a Tocha e se preparou da melhor forma
envolvendo os alunos das escolas municipais e toda população para a
participação dessa grande festa.” afirmou Alissandra Lucena,
coordenadora do grupo de trabalho de São Sebastião.
A Tocha será conduzida por locais importantes da cultura e da
história alagoana como a Serra da Barriga, em direção ao memorial Zumbi
dos Palmares. Em Arapiraca, o percurso seguirá pelo parque Ceci Cunha
até Ginásio Poliesportivo João Paulo II, onde ficará em exposição para o
público.
Em Maceió, a chama olímpica será levada pelas ruas da cidade e será
recebida pelo Festival Cultural da Tocha Olímpica com artistas alagoanas
como Wado, Deslucro e Vibrações.
A secretária do Esporte, Lazer e Juventude, Claudia Petuba, destaca a
importância deste momento “A Tocha Olímpica simboliza a paz e Alagoas
está preparando uma grande festa para recebê-la, os municípios que fazem
parte do revezamento estão contando os dias para este momento”,
concluiu a secretária.
NOTA
OFICIAL
A
Prefeitura Municipal de União dos Palmares comunica a todos que segunda-feira,
dia 30 de maio, o município irá receber a Tocha Olímpica. Diante disso,
informamos aos moradores e comerciantes das seguintes ruas e avenidas por onde
passará a tocha: Avenida João Lyra Filho, defronte ao Ginásio de Esportes,
Avenida Antônio Gomes de Barros, Praça da Alimentação, Avenida Monsenhor
Clóvis, Rua Edgar Sarmento, Rua Presciliano Sarmento, Rua Correia de Oliveira,
(antiga feira da batata), Praça Basiliano Sarmento, Rua Tavares Bastos (antiga
rua do Colégio Santa Maria Madalena), Rua Miguel Palmeira, Rua Orlando Bugarim e Praça Antenor Uchôa, que
essas vias serão bloqueadas a partir da noite de domingo dia 29 até às 12 horas
de segunda-feira, dia 30.
A
coordenação da passagem da tocha lembra aos moradores das ruas e avenidas
citadas, que não deixem carros, motos, ou outros veículos estacionados nas
portas de suas residências durante o percurso, a fim de evitar transtornos.
Informamos
ainda que, nesse dia, será decretado ponto facultativo e as repartições
públicas do município não irão funcionar como também não haverá feira livre. A
responsabilidade dos bloqueios será da SMTT, Guarda Civil Municipal e Polícia
Militar.
Desde
já, agradecemos o apoio e a compreensão de todos.
Prefeitura
Municipal de União dos Palmares 24 de maio de 2015
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Eventos em Alagoas
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Vem aí a Tocha Olímpica aqui em União dos Palmares
O esportista palmarino Cidão em mais um evento esportivo em União dos Palmares.
Fotos do Arquivo Fotográfico do ex-prefeito Iran Menezes no período 1989-1992.
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Eventos em Alagoas
Farinha pouca, meu pirão primeiro Por Eliane Neves
Que infelicidade ver um classe artística, quase toda ela, apenas preocupada com seus próprios interesses. É uma vergonha!
Enquanto eles conseguem capitar recursos para seus projetos, os pequenos produtores culturais espalhados por este país vivem de pires na mão.
Enquanto eles conseguem milhões, artesões e outros mestres da
cultura popular de Alagoas recebem um salário mínimo pelos relevantes
serviços prestados ao patrimônio cultural alagoano.
Dona
Irinéia Nunes, artesã da cerâmica e remanescente quilombola de União
dos Palmares, que o diga. A mestre artesã já teve seus trabalhos
expostos em vários lugares no Brasil.
Um espetáculo lamentável protagonizado por artistas movidos pela paixão financeira, pela vanglória e por ideologias políticas. Um espetáculo deprimente até mesmo quando comparado a uma pornochanchada.
A arte, qualquer que seja as suas manifestações e expressões, demonstra a capacidade do ser humano de comunicar a beleza, a liberdade. Por isso, não pode está a serviço de poder A ou B, isso não é Cultura e sim, ideologia.
As luzes da ribalta apagam-se antes mesmo que o fim do primeiro Ato acabe. Os microfones silenciam diante de melodias e versos tão vazios.
"Farinha pouca, meu pirão primeiro." Feliz é a viúva de Serepta (1R 17, 8-24)! Se ela tivesse esse pensamento e atitude jamais teria visto a fartura da farinha e do azeite abundar em sua casa em meio a fome e seca que habitava em sua região quando partilhou o pouco que tinha com o profeta Elias.
Partilhou porque era humilde e acreditou n'Aquele que não
deixa nada faltar aos seus.
Felizes de nós e dessa classe artística se aprendêssemos com essa viúva.
Eliane Neves da Silva
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