quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Os cantores Djavan e Luiz de Assis com as palmarinas
A palmarina Silvania Vieira encontrou com o cantor Djavan na Barra de São Miguel...
Em União dos Palmares a professora Danyelle Araújo tirou foto com o cantor Luiz de Assis da Banda Vibrações na festa da Consciência Negra.
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terça-feira, 27 de dezembro de 2016
" Minha meta para 2017? Me formar Psicóloga" Por Nina Talita
2016 em uma palavra:
Superação
Prometi e não cumpri;
Ser menos ansiosa.
Melhor e pior momento de 2016?
Melhor: Todos em que estou com minha Família.
Pior: Algumas recaídas na recuperação do meu pai.
Pegou-me de surpresa:
Seleção no Estágio de Promoção de Saúde.
Meta para 2017:
Me formar Psicóloga
Nina Talita - Acadêmica em Psicologia
A palmarina Nina Talita, reportando Circuito Oscar Running Adidas, em Taubaté - SP
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Onde erram os professores?
Sempre deslumbrado com as elegâncias da Apple, eu torcia o nariz para Bill Gates, com suas máquinas feias e complicadas.
Ele, no entanto, largou a empresa e passou a dedicar-se à filantropia,
mirando a saúde e a educação. Trouxe sua inteligência e os dividendos da
Microsoft para decifrar grandes problemas e ajudar a resolvê-los.
Fiz as pazes com ele. Virei seu fã. Na educação, tenta entender o que faz um bom professor, assunto crítico, mas nebuloso e espinhento. Sua fundação montou uma grande pesquisa, e começam a sair resultados interessantes.
Naturalmente, como não é o único fuçando esses territórios, há muitos achados convergentes. Uma das conclusões compartilhadas é a identificação dos fatores que não se associam a um nível superior de aprendizado dos alunos.
São os chamados resultados negativos, muito importantes, pois limpam a área. A idade e a experiência do professor têm pouco a ver com o aprendizado do aluno. O nível de escolaridade tampouco se associa ao tanto que aprendem os estudantes (é óbvio, atrapalha se o professor é semianalfabeto).
Em particular, mestres e doutores não trazem mais rendimento. No geral, cursos de reciclagem são perfeitamente inócuos. O sacrossanto princípio de reduzir o tamanho das turmas tem uma consequência previsível: aumenta os custos. Mas, exceto em situações particulares, não melhora a qualidade.
Abandonando esses falsos caminhos, a pesquisa da Fundação Gates encontrou um veio promissor: como os professores dão as suas aulas? A Universidade Positivo inspirou-se nos seus estudos, adaptou os seus métodos e os está replicando no Brasil.
Os primeiros resultados da versão brasileira começam a pipocar e foram apresentados em um ensaio do presente autor e de Márcia Sebastiani. Como funciona a pesquisa? Professores são treinados para observar as aulas de outros professores.
Ao assistirem a elas, vão anotando como os professores observados se desincumbem, dentro de uma coleção de itens considerados relevantes. Dão notas ao seu desempenho em cada item. Em paralelo, os estudantes recebem um questionário, no qual avaliam o desempenho dos seus professores, segundo critérios parecidos.
No fim do ano, é aplicado um teste semelhante à Prova Brasil e ao Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Mede-se assim quanto aprenderam os alunos nesse período. A hipótese: as práticas do professor na aula, anotadas pelos observadores, são relevantes para determinar quanto aprendem os estudantes.
Se isso for correto, os professores com escores maiores no questionário de observação terão alunos com melhor rendimento acadêmico. Igualmente, terão notas maiores no teste os professores identificados pelos estudantes como os que aplicam as regras e práticas consideradas corretas. A pesquisa confirma as hipóteses.
Professores mais bem avaliados, seja pelos seus alunos, seja pelos observadores, têm turmas com melhor desempenho. Do ponto de vista estatístico, são associações particularmente robustas. A pesquisa do Positivo mostra o êxito do professor que adota certas práticas.
Ou seja, não interessa a quantidade de diplomas que ele tem, se leu os livros de Piaget ou Vygotsky, há quanto tempo dá aula ou quantos cursinhos completou. O que conta é se aprendeu e usa nas suas aulas as técnicas eficazes.
Por exemplo, passar deveres para casa inteligentes, corrigi-los e depois dar feedback ao aluno. Ou então explicar, insistir, repetir, até que ele aprenda. Não se trata de um interrogatório para castigar os perdedores. Pelo contrário, a pesquisa permite a identificação cirúrgica do que o professor faz certo ou errado na sala de aula. E aponta intervenções simples.
Se não ensinaram ao professor valer-se desta ou daquela técnica, ainda está em tempo de aprender. De fato, o Positivo está preparando material para corrigir as lacunas dos professores, atento ao que o estudo mostrou sobre cada um. Como os problemas são concretos, os ensinamentos também. A pesquisa apresenta um cenário otimista.
Que desastre se fosse necessário um doutorado para ser bom professor! Ou que houvesse idade certa e errada. Ou que fosse necessário entender de psicologia sócio-histórica. Que alívio! Basta aprender a dar aula. Todos podem melhorar.
* Claudio de Moura Castro é economista e consultor de educação do Grupo Positivo.
Fiz as pazes com ele. Virei seu fã. Na educação, tenta entender o que faz um bom professor, assunto crítico, mas nebuloso e espinhento. Sua fundação montou uma grande pesquisa, e começam a sair resultados interessantes.
Naturalmente, como não é o único fuçando esses territórios, há muitos achados convergentes. Uma das conclusões compartilhadas é a identificação dos fatores que não se associam a um nível superior de aprendizado dos alunos.
São os chamados resultados negativos, muito importantes, pois limpam a área. A idade e a experiência do professor têm pouco a ver com o aprendizado do aluno. O nível de escolaridade tampouco se associa ao tanto que aprendem os estudantes (é óbvio, atrapalha se o professor é semianalfabeto).
Em particular, mestres e doutores não trazem mais rendimento. No geral, cursos de reciclagem são perfeitamente inócuos. O sacrossanto princípio de reduzir o tamanho das turmas tem uma consequência previsível: aumenta os custos. Mas, exceto em situações particulares, não melhora a qualidade.
Abandonando esses falsos caminhos, a pesquisa da Fundação Gates encontrou um veio promissor: como os professores dão as suas aulas? A Universidade Positivo inspirou-se nos seus estudos, adaptou os seus métodos e os está replicando no Brasil.
Os primeiros resultados da versão brasileira começam a pipocar e foram apresentados em um ensaio do presente autor e de Márcia Sebastiani. Como funciona a pesquisa? Professores são treinados para observar as aulas de outros professores.
Ao assistirem a elas, vão anotando como os professores observados se desincumbem, dentro de uma coleção de itens considerados relevantes. Dão notas ao seu desempenho em cada item. Em paralelo, os estudantes recebem um questionário, no qual avaliam o desempenho dos seus professores, segundo critérios parecidos.
No fim do ano, é aplicado um teste semelhante à Prova Brasil e ao Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Mede-se assim quanto aprenderam os alunos nesse período. A hipótese: as práticas do professor na aula, anotadas pelos observadores, são relevantes para determinar quanto aprendem os estudantes.
Se isso for correto, os professores com escores maiores no questionário de observação terão alunos com melhor rendimento acadêmico. Igualmente, terão notas maiores no teste os professores identificados pelos estudantes como os que aplicam as regras e práticas consideradas corretas. A pesquisa confirma as hipóteses.
Professores mais bem avaliados, seja pelos seus alunos, seja pelos observadores, têm turmas com melhor desempenho. Do ponto de vista estatístico, são associações particularmente robustas. A pesquisa do Positivo mostra o êxito do professor que adota certas práticas.
Ou seja, não interessa a quantidade de diplomas que ele tem, se leu os livros de Piaget ou Vygotsky, há quanto tempo dá aula ou quantos cursinhos completou. O que conta é se aprendeu e usa nas suas aulas as técnicas eficazes.
Por exemplo, passar deveres para casa inteligentes, corrigi-los e depois dar feedback ao aluno. Ou então explicar, insistir, repetir, até que ele aprenda. Não se trata de um interrogatório para castigar os perdedores. Pelo contrário, a pesquisa permite a identificação cirúrgica do que o professor faz certo ou errado na sala de aula. E aponta intervenções simples.
Se não ensinaram ao professor valer-se desta ou daquela técnica, ainda está em tempo de aprender. De fato, o Positivo está preparando material para corrigir as lacunas dos professores, atento ao que o estudo mostrou sobre cada um. Como os problemas são concretos, os ensinamentos também. A pesquisa apresenta um cenário otimista.
Que desastre se fosse necessário um doutorado para ser bom professor! Ou que houvesse idade certa e errada. Ou que fosse necessário entender de psicologia sócio-histórica. Que alívio! Basta aprender a dar aula. Todos podem melhorar.
* Claudio de Moura Castro é economista e consultor de educação do Grupo Positivo.
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Qual seu melhor momento de 2016? Por Lúcio Neto
Difícil dizer qual o melhor momento de 2016. Procuro viver e valorizar meus momentos com muita intensidade e alegria.
Mas acredito que o momento que realmente me marcou nesse ano, foi conhecer e ter um contato mais de perto com o majestoso Rio São Francisco "Velho Chico!".
Em Xingó, com suas belezas e mistérios, onde cada paredão a nossa frente nos conta um pouco das lendas, e história da região e do seu povo.
Posso dizer que foi uma emoção muito grande em contemplar e dar um mergulho nas águas desse temido rio.
Na grandiosidade desse lugar é que percebemos que só Deus com seu grande poder, pode ter criado algo tão bonito e grandioso.
Um grande abraço meu conterrâneo.
Lúcio Neto
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Qual seu melhor momento de 2016?
sábado, 24 de dezembro de 2016
Feliz Natal e que venha 2017!
O blog JMarcelo Fotos deseja a todos um Natal repleto de fraternidade, amor e paz; e que a solidariedade reine nos lares e no cotidiano dos palmarinos.
Boas festas e feliz 2017!!!
As 8 barreiras para sua criatividade
Você irá identificar 8 pontos principais que impedem a sua criatividade.
A criatividade
faz com que a pessoa produza um maior número de ideias, pontos de
vistas, hipóteses, soluções, opiniões originais e eficazes do que as
demais pessoas, num espaço de tempo mais curto. Confira as 8 barreiras
da criatividade:
Falta de tempo - Para ter ideia.
Falta de referência - Quem é criativo na nossa equipe?
Conformismo – Time que está ganhando não se mexe.
Insegurança – Medo de expor suas ideias que podem ser importantíssimas.
Medo do ridículo – Falar sem policiamento. Falar sem se preocupar com o quê as outras pessoas vão pensar.
Tradição – O discurso do: faço isso há dez anos (resistência à mudanças)
Autoridade – Aqui quem manda sou eu; questão de hierarquia, imposição do chefe.
Ciúme – Clima de vencedor e perdedor. Não vou falar por que só aceitam as ideias dele.
Nem sempre, com a correria do dia dia, somos estimulados a
parar para pensar em inovação, a criar algo que possa melhorar nossa
qualidade de vida. Precisamos de referências, exemplos de pessoas
criativas, para desenvolver a capacidade das pessoas a se engajarem como
autoras das suas próprias criações.
Não podemos ser dominados pelo medo ou pela insegurança.
Deixar a inteligência criativa fluir é fundamental, sem a preocupação de
pensar o que as pessoas vão pensar, a dica é não ter vergonha. Quebre a
tradição, não tenha aversão a mudanças, o importante é ser ousado
quando o assunto é criatividade.
Mesmo no local de seu trabalho, esteja rodeado de imposição
de regras, a questão de inovação hoje em dia nas grandes empresas é bem
vista, desde que bem expressada, pode servir como um ponto de melhoria
para o seu desempenho como profissional.
Expresse sua ideia de forma ética, prática e eficiente, a
perspectiva de um funcionário que gera oportunidade de soluções
criativas para problemas na empresa gera grande reconhecimento, sendo
essa sua grande recompensa, por acreditar estar participando dos
processos decisórios de alguma forma.
Como dizia Einstein... "A criatividade é a inteligência se divertindo". Então, desenvolva sua criatividade, estimule sua inteligência da melhor forma possível. #estudo #Negócios #Comportamento
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Criatividade
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
O Antes e Depois delas...
Ordem dos nomes: Janilly Vasconcelos, Adrielle Sampaio, Laís Lima, Ana Raquel e Lívia Lima.
Que nossa amizade se eternize na mesma proporção de nossas histórias!
"E quando nós demos conta, o tempo passou, a gente
mudou (ainda bem), mais quando estamos juntas, permanece a mesma alegria,
loucura e apetite de anos atrás...
Que nossa amizade se eternize na mesma proporção de nossas histórias!
Amo vocês"
Ana Raquel Calixto
Lugares que você precisa conhecer em nosso município
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