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domingo, 1 de janeiro de 2017

Contratados da SEMED em União dos Palmares: Nossas conquistas são fruto da nossa luta


O ano de 2016 foi marcado por reivindicações por parte dos professores contratados da SEMED em União dos Palmares. 


Os profissionais foram às ruas e em buscar de informações para receber seus vencimentos salariais.   


Que em 2017 a palavra VALORIZAÇÃO seja usada para quando se referi aos professores e pessoal de apoio da educação palmarina.

Viva sem desculpas e seja feliz. Não deixe para o amanhã o que você pode fazer hoje


Feliz ano novo para alguns, feliz ano velho para outros

Você quer um ano NOVO, ou um ano VELHO?

A meia noite de 31 de dezembro é realizada a transição de ano. Sai 2016, entra 2017. Entra ano novo, sai ano velho. Para muitos, isso é motivo de extrema alegria. Muitas mudanças estão para chegar, muitas realizações a se concretizar e todos estão cheios de sonhos para conquistar nesse novo ano que se inicia.

O problema, é a falta de senso realístico por parte de muitos. Nesta época, cria se uma aura mística de que " as novas energias " vão transformar a sua vida. Tudo vai mudar da água para o vinho.

Embora eu cotume escrever textos motivadores e otimistas, lamento lhe dizer, mas se você não mudar, o próximo ano será a mesma coisa. Não adianta mudar o ano, se você não decidir mudar a sua vida. Pois o ano novo não vai mudar a sua vida. É você quem tem este poder em mãos.

Não adianta fazer promessas, escrever metas e guardar dentro de um pote ou seja o que for, se você não tomar a principal atitude: Agir. Sem ação nada muda. Nada se transforma.

Então, que tal começar a sua mudança hoje? Pra quê deixar para o dia primeiro? É apenas uma simples mudança de ano, não de vida. Uma mudança de vida depende de você, não do ano. Então que tal iniciar HOJE a sua dieta que tanto quis e vem pensando em adiar para o ano novo, só para aproveitar os festejos? Esta desculpa não cola, depois, muitos irão postergar até o carnaval, pois " o ano só começa de verdade depois do carnaval ". Isso pode ser verdade para alguns. Mas eu sei que a vida de qualquer pessoa começa a se transformar no momento em que ela toma a decisão de fazer valer a pena e busca ser disciplinada. E para isso, você não precisa esperar o ano novo chegar. Você pode começar hoje. Aqui e agora.

Viva sem desculpas e seja feliz. Não deixe para o amanhã o que você pode fazer hoje. Inicie HOJE os seus projetos e a execução de suas metas. Corra atrás, tenha determinação, foco e atitude. Faça um balanço dos seus principais erros e acertos deste ano que se finda e leve isto como experiência para o próximo ano. Para continuar acertando e não repetir mais os mesmos erros. O ano só será novo se você decidir se renovar.

Seja qual for o seu sonho, você pode conseguir, você pode chegar lá. Só não pense que isso depende do ano. Pois depende somente de você.
 
Abraão B. Braun
Abraão Braga, trabalha na área de Recursos Humanos e Consultoria de Carreiras e vem transformando pessoas comuns em grandes profissionais, bem como ajudando pessoas desempregadas a encontrarem oportunidades! Contato: abraaobbraun@gmail.com

Mensagem da semana!

 

sábado, 31 de dezembro de 2016

A história de Zumbi dos Palmares, um símbolo da luta dos negros pela liberdade

Zumbi dos Palmares nasceu no estado de Alagoas no ano de 1655. Foi o principal representante da resistência negra à escravidão na época do Brasil Colonial. Foi líder do Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por escravos fugitivos dos engenhos, índios e brancos pobres expulsos das fazendas. O Quilombo dos Palmares estava localizado na região da Serra da Barriga, que, atualmente, faz parte do município de União dos Palmares (Alagoas). Na época em que Zumbi era líder, o Quilombo dos Palmares alcançou uma população de aproximadamente trinta mil habitantes. Nos quilombos, os negros viviam livres, de acordo com sua cultura, produzindo tudo o que precisavam para viver. 

Embora tenha nascido livre, foi capturado quando tinha por volta de sete anos de idade. Entregue ao padre jesuíta católico Antônio Melo, recebeu o batismo e ganhou o nome de Francisco. Aprendeu a língua portuguesa, latim, álgebra e a religião católica, chegando a ajudar o padre na celebração da missa. Porém, aos 15 anos de idade, fugiu de Porto Calvo para viver no quilombo dos Palmares. Na comunidade, deixou de ser Francisco para ser chamado de Zumbi (que significa aquele que estava morto e reviveu no dialeto de tribo imbagala de Angola).

No ano de 1675, o quilombo é atacado por soldados portugueses. Zumbi ajuda na defesa e destaca-se como um grande guerreiro. Após uma batalha sangrenta, os soldados portugueses são obrigados a retirar-se para a cidade de Recife. Três anos após, o governador da província de Pernambuco aproxima-se do líder Ganga Zumba para tentar um acordo, Zumbi coloca-se contra o acordo, pois não admitia a liberdade dos quilombolas, enquanto os negros das fazendas continuariam aprisionados.

Em 1680, com 25 anos de idade, Zumbi torna-se líder do quilombo dos Palmares, comandando a resistência contra as topas do governo. Durante seu “governo” a comunidade cresce e se fortalece, obtendo várias vitórias contra os soldados portugueses. O líder Zumbi mostra grande habilidade no planejamento e organização do quilombo, além de coragem e conhecimentos militares.

O bandeirante Domingos Jorge Velho organiza, no ano de 1694, um grande ataque ao Quilombo dos Palmares. Após uma intensa batalha, Macaco, a sede do quilombo, é totalmente destruída. Ferido, Zumbi consegue fugir, porém é traído por um antigo companheiro e entregue as tropas do bandeirante. Aos 40 anos de idade, foi degolado em 20 de novembro de 1695. 

Importância de Zumbi para a História do Brasil 

Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil Colonial. O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional como o Dia da Consciência Negra.

Fonte: Mural do Oeste 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Os cantores Djavan e Luiz de Assis com as palmarinas

A palmarina Silvania Vieira encontrou com o cantor Djavan na Barra de São Miguel...

 Em União dos Palmares a professora Danyelle Araújo tirou foto com o cantor Luiz de Assis da Banda Vibrações na festa da Consciência Negra.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

" Minha meta para 2017? Me formar Psicóloga" Por Nina Talita


2016 em uma palavra: 
Superação 

Prometi e não cumpri;
Ser menos ansiosa. 

Melhor e pior momento de 2016?
Melhor: Todos em que estou com minha Família.
Pior: Algumas recaídas na recuperação do meu pai.

Pegou-me de surpresa: 
Seleção no Estágio de Promoção de Saúde.

Meta para 2017:
Me formar Psicóloga

Nina Talita - Acadêmica em Psicologia

 A palmarina Nina Talita, reportando Circuito Oscar Running Adidas, em Taubaté - SP

Onde erram os professores?

 
Sempre deslumbrado com as elegâncias da Apple, eu torcia o nariz para Bill Gates, com suas máquinas feias e complicadas.

Ele, no entanto, largou a empresa e passou a dedicar-se à filantropia, mirando a saúde e a educação. Trouxe sua inteligência e os dividendos da Microsoft para decifrar grandes problemas e ajudar a resolvê-los.

Fiz as pazes com ele. Virei seu fã. Na educação, tenta entender o que faz um bom professor, assunto crítico, mas nebuloso e espinhento. Sua fundação montou uma grande pesquisa, e começam a sair resultados interessantes.

Naturalmente, como não é o único fuçando esses territórios, há muitos achados convergentes. Uma das conclusões compartilhadas é a identificação dos fatores que não se associam a um nível superior de aprendizado dos alunos.

São os chamados resultados negativos, muito importantes, pois limpam a área. A idade e a experiência do professor têm pouco a ver com o aprendizado do aluno. O nível de escolaridade tampouco se associa ao tanto que aprendem os estudantes (é óbvio, atrapalha se o professor é semianalfabeto).

Em particular, mestres e doutores não trazem mais rendimento. No geral, cursos de reciclagem são perfeitamente inócuos. O sacrossanto princípio de reduzir o tamanho das turmas tem uma consequência previsível: aumenta os custos. Mas, exceto em situações particulares, não melhora a qualidade.

Abandonando esses falsos caminhos, a pesquisa da Fundação Gates encontrou um veio promissor: como os professores dão as suas aulas? A Universidade Positivo inspirou-se nos seus estudos, adaptou os seus métodos e os está replicando no Brasil.

Os primeiros resultados da versão brasileira começam a pipocar e foram apresentados em um ensaio do presente autor e de Márcia Sebastiani. Como funciona a pesquisa? Professores são treinados para observar as aulas de outros professores.

Ao assistirem a elas, vão anotando como os professores observados se desincumbem, dentro de uma coleção de itens considerados relevantes. Dão notas ao seu desempenho em cada item. Em paralelo, os estudantes recebem um questionário, no qual avaliam o desempenho dos seus professores, segundo critérios parecidos.

No fim do ano, é aplicado um teste semelhante à Prova Brasil e ao Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Mede-se assim quanto aprenderam os alunos nesse período. A hipótese: as práticas do professor na aula, anotadas pelos observadores, são relevantes para determinar quanto aprendem os estudantes.

Se isso for correto, os professores com escores maiores no questionário de observação terão alunos com melhor rendimento acadêmico. Igualmente, terão notas maiores no teste os professores identificados pelos estudantes como os que aplicam as regras e práticas consideradas corretas. A pesquisa confirma as hipóteses.

Professores mais bem avaliados, seja pelos seus alunos, seja pelos observadores, têm turmas com melhor desempenho. Do ponto de vista estatístico, são associações particularmente robustas. A pesquisa do Positivo mostra o êxito do professor que adota certas práticas.

Ou seja, não interessa a quantidade de diplomas que ele tem, se leu os livros de Piaget ou Vygotsky, há quanto tempo dá aula ou quantos cursinhos completou. O que conta é se aprendeu e usa nas suas aulas as técnicas eficazes.

Por exemplo, passar deveres para casa inteligentes, corrigi-los e depois dar feedback ao aluno. Ou então explicar, insistir, repetir, até que ele aprenda. Não se trata de um interrogatório para castigar os perdedores. Pelo contrário, a pesquisa permite a identificação cirúrgica do que o professor faz certo ou errado na sala de aula. E aponta intervenções simples.

Se não ensinaram ao professor valer-se desta ou daquela técnica, ainda está em tempo de aprender. De fato, o Positivo está preparando material para corrigir as lacunas dos professores, atento ao que o estudo mostrou sobre cada um. Como os problemas são concretos, os ensinamentos também. A pesquisa apresenta um cenário otimista.

Que desastre se fosse necessário um doutorado para ser bom professor! Ou que houvesse idade certa e errada. Ou que fosse necessário entender de psicologia sócio-histórica. Que alívio! Basta aprender a dar aula. Todos podem melhorar.

* Claudio de Moura Castro é economista e consultor de educação do Grupo Positivo.

#ACORDABRASIL