segunda-feira, 9 de julho de 2018
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domingo, 8 de julho de 2018
O que é preciso para ser bom professor?
O professor tem de conhecer bem os conteúdos científicos que ensina. E precisa de os atualizar constantemente. Mas não basta conhecer o que se ensina, nem sequer saber mais do aquilo que se ensina. É preciso saber trabalhar esses conhecimentos de modo a torná-los interessantes e acessíveis aos seus alunos.
“Estou num grande dilema.
Sou mãe de três [filhos], mas o meu mais novo tem-se queixado de várias situações que a meu ver também é bullying, só que tenho tentado não valorizar..., sem sucesso, está a tornar-se insuportável. De palmadinhas no “cachaço”, a insultos e por último humilhação.
Pergunto-vos:
Ser uma boa docente é só saber transmitir aos alunos o conteúdo do programa letivo?
Para lidar com crianças/alunos é preciso ter pedagogia?
Como posso fazer para denunciar a professora do meu filho?”
(Questão enviada por uma leitora, no mês de junho)
O que é um bom professor? Esta pergunta, aparentemente de fácil resposta, tem dado lugar a muitas reflexões e à elaboração de muitas teorias. Talvez uma resposta comum seja: é um professor que ensina bem. Mas também “ensinar bem” não é algo que se possa definir de forma única. Deixarei aqui uma breve reflexão sobre as dificuldades que se colocam ao exercício da profissão docente e sobre competências essenciais para o seu desempenho, sem pretender esgotar o tema.
O professor tem de conhecer bem os conteúdos científicos que ensina. E precisa de os atualizar constantemente, pois, como se sabe, o conhecimento está em contínua evolução. Mas não basta conhecer o que se ensina, nem sequer (como é fundamental) saber mais do que aquilo que se ensina. É preciso saber trabalhar esses conhecimentos de modo a torná-los interessantes e acessíveis aos seus alunos, sejam eles do ensino básico, do ensino secundário, de um curso profissional ou do ensino superior; estejam eles familiarizados com o tema, devido, por exemplo, ao contexto em que vivem, ou não tenham tido qualquer relacionamento prévio com ele.
Um professor não trabalha isolado na sua sala de aula. Faz parte de uma comunidade educativa, em que se integram os colegas (docentes da mesma turma, professores da mesma disciplina, etc.), os alunos (de cada uma das turmas, ou de uma turma única, no caso do 1.º ciclo), os assistentes operacionais, outros profissionais existentes na escola (psicólogo, por exemplo), os encarregados de educação, instituições/elementos da comunidade com que se estabelecem parcerias educativas. Ser professor é, consequentemente, uma profissão eminentemente relacional, não apenas dentro da sala de aula, mas também fora dela. Há princípios e valores que regem as relações interpessoais, entre os quais se contam o respeito mútuo que, por todos, tem que ser observado.
As relações interpessoais do professor com os seus alunos são uma componente fundamental do processo de ensino-aprendizagem. O professor tem de respeitar os alunos. Estes têm de respeitar o professor. Considerando o lado do professor, é importante que ele tente desenvolver relações não apenas de respeito mas de empatia. Um professor que respeita e sabe fazer-se respeitar sem ser exageradamente severo e muito menos injusto. Um professor que sabe dosear a exigência de um bom clima de trabalho com o gosto pela matéria, o surgimento de momentos de humor, a empatia recíproca entre ele e os seus alunos (sem a pretensão idílica de que tem que gostar igualmente, e muito, de todos os alunos; e, da mesma forma, ser por eles muito querido). Um professor que gosta de ensinar e que gosta de trabalhar com crianças/jovens, conseguindo, com eles, criar laços. O bom ambiente relacional na aula (não confundir com “professor = amigo”; logo “professor = permissivo”) promove uma maior predisposição dos alunos para a aprendizagem. A aprendizagem, pelo contrário, fica seriamente comprometida num ambiente de indisciplina, em que alguns alunos não respeitam o professor nem os colegas, ou num ambiente em que os alunos sentem medo do professor ou o consideram injusto.
Quando as regras de convivência não são – ou parecem não ter sido – respeitadas, é importante não deixar avançar o problema e tentar esclarecê-lo. Muitas vezes, de mal-entendidos não resolvidos desenvolvem-se verdadeiros problemas de difícil resolução. Consideremos o caso de uma criança que se sente maltratada pelo seu professor. O encarregado de educação deve escutá-la e ir à escola colocar a questão ao professor (1.º ciclo) ou ao diretor de turma (restantes ciclos e ensino secundário), devendo, igualmente, escutá-lo. É bem possível que numa conversa deste tipo as questões sejam esclarecidas e, um melhor conhecimento da criança pelo professor, o possa até ajudar a interagir com ela de forma mais adequada. Como é também possível o encarregado de educação concluir que o seu filho interpretou mal ago que ocorreu ou ainda não se adaptou a regras do novo nível de ensino que frequenta; poderá, então dialogar com ele e ajudá-lo a retirar a carga negativa do incidente que viveu, ao mesmo tempo que o professor poderá criar oportunidades de interação positiva e desdramatizadora dessas impressões da criança. Se, pelo contrário, os problemas se agravarem, o diretor de turma poderá continuar ainda a ser um mediador a quem se deve recorrer. Quando as proporções do problema parecem, aos pais, recomendar o recurso a instâncias superiores, só então deverão recorrer a elas, seguindo a ordem hierárquica adequada. Na profissão docente, como em qualquer outra, existem profissionais cujas condutas, pela sua incorreção, devem ser alvo de investigação e, eventualmente, de punição.
Termino com alguns provérbios que enaltecem as vantagens do diálogo, o verdadeiro diálogo, em que se fala e se ouve; o diálogo por onde deve começar a resolução de qualquer conflito, evitando deixar que os problemas se extremem e a fúria se instale, requerendo soluções mais radicais e menos satisfatórias.
“Respeitar para ser respeitado!”
“A conversar é que a gente se entende.”
“Se queres ser bom juiz, ouve o que cada um diz.”
“A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira.”
ARMANDA ZENHASProfessora do 2.º ciclo e autora de livros na área da educação.
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sexta-feira, 6 de julho de 2018
"Estou em falta com meus leitores" José Marcelo
Reunião com pais dos alunos.
A imagem acima representa bem as matérias que venho escrevendo aqui no Blog JMarceloFotos, são postagens feitas diretamente da Escola Municipal Antonio Gomes de Barros, onde lecionado há 4 anos.
Alguns acham que ando preguiçoso para escrever 😴😐😒 (pode ser kkk), porém, o site não anda desatualizado. Fora o cotidiano da escola onde registro eventos ligando a educação, venho postando material da secretaria de comunicação de União, com isso os leitores ficam por dentro das notícias do município.
É claro que minhas preocupações hoje são outras e não tenho tempo para digitalizar fotos, fazer cobertura de eventos, tirar fotos atuais de União dos Palmares, como fazia antigamente.
Tudo é fase em nossa vida, a alguns anos atrás eram notas duas ou três vezes ao dia. O certo é que não pretendo deixar de manter VIVO o diário online, acredito que brevemente estarei escrevendo sobre assuntos diversos principalmente o tema cultura que gosto muito.
É isso...
Beijos,
José Marcelo Pereira da Silva.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
SAAE: Inicia construção de mais uma unidade de apoio para seus operadores
Nesse mês de Julho, o diretor do SAAE - Serviço Autônimo de Água e Esgoto, Wellington Ferreira, juntamente com sua equipe técnica estão construindo mais uma sala para dar suporte a equipe de operadores, que são responsáveis pela ETE - Estação de Tratamento de Esgoto do conjunto Conceição Lyra na Várzea Grande, que fica na zona rural de União dos Palmares.
A sala servirá para dar mais segurança no controle de tratamento de esgoto da referida estação, o cômodo ficará pronto ainda esse mês, onde o mesmo contará com água encanada e energia elétrica.
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Leia também:
Reportagem Especial: Conheça a História do distrito de Rocha Cavalcante em União dos Palmares AQUI
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quarta-feira, 4 de julho de 2018
Em combate à dengue, Prefeitura de União envia carro fumacê para regiões de maior foco
A Prefeitura de União dos Palmares segue atuando no combate ao mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, com o carro fumacê transitando pelas regiões do município com maiores índices de notificações. Nesta terça-feira (03/07), a secretaria de saúde, Geany Vergeth, acompanhou a equipe de endemias em visita ao loteamento Santa Maria Madalena, onde o carro espalhou pela comunidade a substância para eliminar o foco do mosquito.
Este trabalho já foi realizado recentemente no distrito Várzea Grande, no Conjunto Sagrada Família e no bairro Alto do Cruzeiro. Em breve deve chegar em outras localidades.
Segundo Geany, o carro fumacê também é de grande ajuda para amenizar o número de muriçocas nas regiões. A secretária afirma que existem pessoas que culpam a secretaria pela proliferação desses mosquitos, mas ressalta que são os fenômenos naturais do meio ambiente e o descaso da população que atraem pernilongo, muriçoca e outros mosquitos. “A gente combate esse foco, mas não podemos acabar com o problema sem a colaboração da população, principalmente no que diz respeito ao acúmulo de lixo causado quando os moradores descartam os resíduos em horários irregulares”, disse a secretária.
Medidas para evitar a dengue
Entre algumas precauções que são necessárias para evitar o foco do mosquito Aedes, procure guardar as garrafas sempre viradas para baixo, encher de areia ou terra os pratinhos de vasos de planta, jogar no lixo qualquer objeto que possa armazenar água, manter bem tampados, baldes, tonéis, piscinas e caixas d'água, guardar pneus ao abrigo da chuva e da água, limpar as calhas dos canos, não deixe a água da chuva parada sobre a laje, colocar o lixo em sacos plásticos bem fechados dentro de uma lixeira tampada, entre outras.
Secom
segunda-feira, 2 de julho de 2018
O que vale a Educação? Por Assunção Flores
É fundamental questionar e repensar modos de recrutamento e
seleção de professores, mas também refletir sobre a sua formação, inicial e
contínua, e já agora sobre a sua avaliação, de modo consistente.
Num tempo em que se vive nas escolas o final do ano letivo e
se inicia a época de exames, momentos decisivos para muitos alunos (este ano
marcados pela contestação dos sindicatos dos professores com greves às
avaliações), julgo que vale a pena pensar sobre o lugar da Educação na nossa
sociedade. Trata-se de uma breve reflexão sobre um tema que, na minha
perspetiva, é, muitas vezes, encarado de forma paradoxal na medida que é
valorizado no discurso como um fator decisivo para o desenvolvimento do país,
mas é igualmente objeto de uma menor atenção se comparado com outros temas em
termos de investimento e da centralidade que assume no espaço público.
É certo que a Educação constitui um esforço de todos
(políticos, professores, pais, alunos, investigadores, etc.) pela sua
importância decisiva na transformação da sociedade e no desenvolvimento das
gerações futuras, mas importa perguntar qual é o verdadeiro valor da Educação?
Até que ponto se lhe atribui, na prática, o lugar de destaque que merece
(sobretudo se a compararmos com outros temas)? Atentemos, por exemplo, no modo
como ela é encarada no espaço mediático onde se assiste, diariamente, a temas
recorrentes e discutidos à exaustão, em horas e horas de debates na televisão e
páginas e páginas nos jornais (já para não falar das redes sociais). Por outro
lado, para além dos assuntos laborais, que são, sem dúvida importantes, que
outros aspetos são discutidos no espaço mediático? Que lugar ocupa o trabalho
das escolas, dos professores e dos alunos? De que modo se valoriza (ou não) a
Educação como fator crucial para o desenvolvimento da sociedade e para a
formação de cidadãos ativos? O que se conhece (ou não) sobre o que se tem vindo
a fazer na investigação educacional e até que ponto ela é objeto de interesse e
discussão? Qual é o lugar da investigação em educação e de que modo ela informa
políticas e práticas?
Neste âmbito há uma constatação óbvia a fazer que se verifica
em muitos países e também no nosso. É difícil resistir à tentação da mudança no
campo da educação; sempre que há um novo governo há uma nova mudança, muitas
vezes sem ter existido uma avaliação aprofundada e consequente das políticas
desenvolvidas neste setor. A mudança é necessária, mas ela implica tempo, é um
processo (e não um acontecimento) e requer o envolvimento dos agentes
educativos, nomeadamente dos professores e dos alunos. Quais são os efeitos
reais das medidas políticas na vida das escolas e dos professores e
fundamentalmente nas aprendizagens e resultados escolares dos alunos?
A estabilidade e avaliação das políticas educativas e
curriculares constitui um dos aspetos centrais na análise do sucesso dos
sistemas educativos, assim como a valorização dos recursos humanos e as
condições de realização do ensino e da aprendizagem nas escolas e nas salas de
aula. Num estudo que realizamos, os professores admitiram que aumentou a
burocracia (95,4%), que se acentuaram as críticasem relação ao seu trabalho
(92,2%) e que aumentaram o controlo sobre o seu trabalho (75,6%) e a exigência
de prestação pública de contas (74,6%). Além disso, uma larga maioria de
professores refere que a informação veiculada pela comunicação social tem
diminuído o prestígio da profissão (90,0%).
O mesmo estudo aponta para vários
temas que emergiram da análise do trabalho das escolas e dos professores: i) a
intensificação e a burocratização do trabalho docente – relacionadas com o
forte aumento do volume de trabalho, a diversificação de funções e de tarefas,
a pressão dos prazos, a ocupação do tempo e o dispêndio de energia em tarefas
burocráticas, que os professores consideram inúteis e ineficazes, desviando a
atenção do que constitui a essência da sua profissão: ensinar. Esta asfixia
burocrática que reina nas escolas acaba por retirar tempo e espaço aos
professores para se dedicarem a tarefas didáticas e pedagógicas e diminuir a
capacidade de reflexão em relação ao seu trabalho; ii) aprecariedade laboral e
o empobrecimento dos professores – associados à instabilidade profissional, à
fragilidade dos vínculos contratuais, à ausência de perspetivas de progressão
na carreira, entre outros fatores de natureza laboral; iii) a degradação da
condição docente e da imagem social dos professores – assente, muitas vezes, em
“narrativas” redutoras e simplistas sobre as escolas e os professores
disseminadas no espaço mediático; iv) a tensão entre o desânimo e a resignação
e a energia e a resiliência dos professores que decorre, por um lado, da
intensificação do seu trabalho, da desconfiança e questionamento da imagem
social dos professores, de perda de estatuto social e económico, da profusão
legislativa e da avalanche de tarefas e responsabilidades com que são obrigados
a lidar diariamente e, por outro, dos seus valores profissionais e do trabalho
diário com os alunos.
Num outro estudo mais recente, quando se perguntou aos
professores “se pudessem, abandonariam o ensino?”, 41,0% responderam não, mas
27,0% admitiram que sim e 32,0% optaram pelo talvez. As razões são várias e já
conhecidas (que outras investigações também revelaram) mas são recorrentes as
referências ao cansaço, à desmotivação, à tristeza, à desilusão e ao desgaste.
São notas preocupantes que se prendem com a condição docente e com os fatores a
que anteriormente aludimos: a burocracia asfixiante que condiciona o trabalho
das escolas e dos professores, o “tsunami” legislativo que invade as escolas, a
falta de reconhecimento do seu trabalho, a ineficácia das mudanças políticas na
prática, mas também aspetos ligados à cultura e às lideranças escolares. Os
professores que se dizem motivados e enérgicos referem-se sobretudo ao seu
trabalho com os alunos na sala de aula e à essência da sua profissão e, nalguns
casos, ao bom ambiente e às relações profissionais positivas com os colegas. A
sala de aula emerge como espaço de autonomia e realização profissional por
excelência, apesar de todos os constrangimentos e dificuldades, pois, para
muitos professores, é aí que podem exercer o seu profissionalismo e envolver-se
na criação de um clima positivo capaz de contribuir para o desenvolvimento de aprendizagens
de qualidade com os alunos e de fomentar relações afetivas construtivas.
Num ano em que se comemora o 50º aniversário de uma obra que
marcou, de forma indelével, os estudos educacionais, intitulada “A vida nas
aulas” (Life in Classrooms), do norte-americano Philip W. Jackson, vale
a pena recentrar e valorizar o trabalho diário dos professores. Jackson decidiu
entrar na sala de aula e estudá-la a partir de uma nova perspetiva e para além
do óbvio. Entre outros aspetos, na sua obra, publicada em 1968, destacam-se as
ideias de “currículo oculto”, “afã quotidiano do ensino”, “as consequências não
intencionais”, “os processos mentais” e “as conceções implícitas” dos
professores chamando a atenção para a complexidade, multidimensionalidade e
simultaneidade do ensino e para a necessidade de encontrar “o extraordinário no
ordinário”. Ele acreditava que “as crianças têm a capacidade de ver o
extraordinário no ordinário” e que as salas de aula eram “lugares especiais”.
Jacskon também notou que os alunos gastavam parte do seu tempo à espera que
algo acontecesse: à espera que o professor lhes desse os materiais, à espera
que os alunos que necessitavam de mais tempo para responder às questões o
fizessem; à espera que a campainha tocasse, etc. E hoje? Hoje, na era digital,
os desafios são outros e as dificuldades são diversas, mas também existem
outras possibilidades. Talvez os alunos ainda continuem à espera que algo
aconteça…
Há, sem dúvida, aspetos que melhoraram, de forma
significativa, na Educação em Portugal nas últimas décadas, mas há ainda temas
que merecem atenção, que não são consensuais mas que são importantes, e eu até
diria urgentes. Para além das condições de realização do ensino e da
aprendizagem nas escolas e nas salas de aula, onde é necessária “mais pedagogia
e menos burocracia” (como referem reiteradamente os professores nos estudos
referidos anteriormente), é fundamental questionar e repensar modos de
recrutamento e seleção de professores, mas também refletir sobre a sua
formação, inicial e contínua, e já agora sobre a sua avaliação, de modo
consistente, participado e consequente. É essencial investir na Educação de
modo a que ela assuma a centralidade que lhe é atribuída no discurso, o que
passa, entre outras vertentes, por uma maior atenção e visibilidade no espaço
público.
Professora na Universidade do Minho, Investigadora no Centro
de Investigação em Estudos da Criança (CIEC) e presidente da International
Study Association on Teachers and Teaching (ISATT)
‘Caderno de Apontamentos’ é uma coluna que discute
temas relacionados com a Educação, através de um autor convidado.
Fonte: Observador
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sábado, 30 de junho de 2018
Com grande reconhecimento religioso, prefeito Kil receberá título de cidadão Juazeirense
De acordo com a publicação em Diário Oficial, na última quarta-feira (27/06), o prefeito de União dos Palmares, Areski Freitas (Kil), vai receber, da Prefeitura de Juazeiro do Norte/Ceará, o título de Cidadão Juazeirense. A finalidade da decisão é homenagear Kil pelos serviços prestados à comunidade juazeirense.
Será a primeira vez que um gestor de outra cidade recebe este tributo. A titulação foi aprovada pela Câmara Municipal do Juazeiro. A solenidade que vai conceder o título ao prefeito ocorre no próximo dia 20 de julho, em cerimônia na cidade cearense.
Devoto de Padre Cícero, padroeiro e principal personagem histórico do município, Kil disse está muito feliz e honrado com o reconhecimento. “É uma honra imensa, receber essa titulação da minha querida Juazeiro, terra que carrega um legado religioso muito forte e bonito”, afirmou o prefeito.
Com cerca de 250 mil habitantes, Juazeiro do Norte atrai romeiros e devotos do mundo inteiro, considerado por muitos como o maior município do interior do estado do Ceará e o maior centro de referência da fé cristã no Nordeste.
Fonte: Secom
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sexta-feira, 29 de junho de 2018
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