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terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Qual seu melhor e pior momento de 2018? Por Érick Fernades



Pessoalmente o ano de 2018 vi muitos laços serem desfeitos por assuntos fúteis, assim, como vi muitos laços sendo fortalecidos por situações simples mas que ficou na memória, sempre pensei que as pessoas se envolveriam por interesses. Hoje muitos se aproximam das outras pessoas por ter um bom emprego, por ter estabilidade em algo, por estar no mesmo grupo de futebol dos amigos.

Quando você quer se aproximar de algo ou alguém com interesses, são geralmente por motivos físicos, financeiros e sexuais, mais que sentimentais e assim, é a vida social em nosso redor.

Não é sempre assim, pelo labirinto de caminhos que compões nossas vidas, acabamos encontrando o que consideramos valores de boas pessoas, eu mesmo vivencio amizades fortes e que já considero duradoura, e um dos meus melhores momentos que espano aqui é ter comigo amigos que eu pude contar, que eu pude dar a mão sem querer nada em troca, mas recebi outro aperto de mãos de volta. 

Um acontecimento importante na História de União dos Palmares, foi a entrega do Campus V da UNEAL, que tive o prazer e a honra de ver sua fita sendo cortada e suas portas sendo abertas para os estudantes e futuras gerações que irão contribuir com o corpo de mentes intelectuais que ajudará a formar nosso país.

Momentos ruins? Sempre temos em nossa jornada, é algo inevitável pois a vida é como uma linha reta que constantemente entra em tribulações. Algo desconfortável que marca minha mente, em uma certa manhã uma mulher com o corpo queimado com seus filhos, um de colo e outros dois segurados em suas mãos, na porta de alguém procuravam ajuda, as pessoas passavam por essa mãe e a ignoravam, não foi a primária vez que vi essa cena.

No momento, não poderia ajudar aquela família, mas, na porta onde se encontravam as pessoas poderiam ajudar, porém não fizeram, é normal? Não diria que isso faz parte de uma norma, entretanto "comum" seria a palavra.

Deixo aqui uma observação que mais pessoas mostram seu lado individualista, mas não perco a fé! Se você está lendo esse texto não se deixe levar por essa onda e faça algo de bom para o próximo. Eu escolhi ser professor para fazer uma pequena diferença. 

Feliz próximo ano a todos, mais um ano mais uma oportunidade de trilhar novos caminhos ou fortalecer o que você já está trilhando.

Qual seu melhor e pior momento de 2018? Por Allif Lopes



O pior momento que me aconteceu em 2018 foi quando meu primo João, morreu num acidente de moto. Ele residia na cidade de São José da Laje. Era uma pessoa muito especial para todos da família.

O melhor momento desse ano sem dúvida foi receber a notícia do resultado da prova do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), da qual fui aprovado. A felicidade contagiou geral meus familiares. 

Espero num futuro próximo realizar muito além disso.

 Allif Lopes ao lado do prefeito Areski Omena (kil), da diretora Sandra Vieira, do Professor Márcio Roberto, do secretário de Educação Lindolfo Gomes, vereadores e assessores.

Qual seu melhor e pior momento de 2018? Por Caroline de Moraes



Melhor momento de 2018 foi a afinidade e parceria que eu fiz esse ano. Os laços de amizades se fortaleceram se tornado melhor, ter todos da minha família dentro de casa e agora com a chegada do Meu sobrinho Brayan José 👶🏻 se tornou maior.

O pior momento desse ano da qual nunca vou esquecer foi ter ficado doente e ter que passar meses internada 😪 no Hospital São Vicente de Paulo. Porém, mesmo neste momento difícil vi quem realmente tava comigo, quem verdadeiramente era importante na minha vida, a exemplo, da minha família, meu namorado Vitor, amigos da Escola Antonio Gomes e o senhor Professor Marcelo 💚 💛.

Agradeço a Deus por tudo até porque os acontecimentos não passa de uma aprovação, então só tenho a dizer nunca desista de nada por pior que seja.

Brayan José 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Qual seu melhor e pior momento de 2018? Por Izabelly Alves

 
Os melhores momentos que passei em 2018 foram as conquistas alcançadas nesse ano. 
 
E os piores foram as mortes que aconteceram de pessoas conhecidas, mas algo que deixo para quem está lendo é crer em Deus que tudo o que a gente almeja, nós podemos conseguir.

Izabelly Alves é Professora de Geografia.

Qual seu melhor e pior momento de 2018? Por Ronaldo Rodrigues

 
Quando te perguntam qual foi a melhor e pior coisa que aconteceu com você em 2018, o que você vai responder? 
 
De tudo que o ano me proporcionou, a melhor de todas foi as oportunidades de crescimento pessoal e profissional, proporcionadas pelos meus queridos professores da UNEAL (Maria Ediney, Reinaldo Sousa e Lidemberg Lopes). 
 
Eles me influenciaram diretamente / indiretamente, a mergulhar de cabeça neste espaço geográfico em que vivemos. O ENG foi um desses legados positivos de 2018.
 
E o pior Rony? pra que eu vou ficar olhando para trás? lamentando do passado? o que aconteceu de ruim não foi por acaso. Nada acontece por acaso. Os meus amigos (especialmente os da UNEAL) foram a melhor e a pior coisa que ocorreu em 2018, melhor porque vocês entraram na minha história e pior porque tudo tem um início e fim. 
 
A professora Maria Ediney perguntou qual palavra descreveria o ano, na minha concepção a palavra "PERSISTÊNCIA". 
 
Talvez também a "PACIÊNCIA".
 
  Ronaldo Rodrigues de Melo Junior entre alunos e professores da UNEAL.

domingo, 23 de dezembro de 2018

Professor: Agente de Transformação Humana


Em um momento no qual se fala tanto de transformação digital, em que a tecnologia imprime um ritmo de mudanças de comportamentos nunca visto antes, será que não estamos deixando em segundo plano a transformação que de fato vai ditar os novos rumos do mundo? Parece óbvio, mas não é.

E também não é nada fácil. Estou falando de transformação humana. Estou falando das pessoas que continuam tendo emoções e estímulos com os novos movimentos. É muita novidade em tão pouco tempo.

Nos últimos anos, a tecnologia, de uma forma ou de outra, foi inserida no dia a dia da grande parte da população, o que reflete em novas condutas e um jeito novo para se fazer muitas coisas.

Hoje cinco gerações de pessoas com perfis completamente diferentes - e logo com visões de mundo também muito diferentes - compartilham o mesmo espaço. E daí vêm os conflitos geracionais e falta de empatia entre as pessoas.

Eu falo de um mundo conectado pela tecnologia, mas de total desconexão entre as pessoas. Enquanto a evolução tecnológica aponta em uma curva exponencial ascendente, a evolução humana (ou o seu antônimo) representada pelos nossos comportamentos parece formar uma linha contrária.

E fico pensando: como mudar isso? Ainda mais no momento importante e delicado de eleições que passamos no Brasil, no qual temos que tomar uma decisão sobre o futuro do nosso país, sobre o nosso futuro.

E vejo que os próximos governantes irão assumir papéis muito importantes nesse processo de mudanças, mas o seu trabalho não será suficiente, pois eles não são em número suficiente. E aí acredito ter a resposta, talvez não a única resposta, mas uma importante e impactante resposta.

Podemos mudar isso através da educação. E com certeza agora vem a sua mente que esse é mais um discurso batido. E eu tento me explicar. E se falo tanto de humanização, não tem como não personificar a educação através da figura do professor.

Segundo o Censo Escolar de 2017, somente no ensino básico temos mais de 2,2 milhões de professores no Brasil. É muita gente do bem. E se formos considerar um efeito em cadeia, olhe a progressão geométrica na qual cada professor impacta dezenas de alunos, e se esses por sua vez assumem o seu papel de contribuição na sociedade, de fato conseguimos uma transformação humana.
 
Vejo o professor como um líder e seu principal papel é formar outros líderes. É um efeito multiplicador. Isso é muito poderoso.
 
Porém agora eu aumento a responsabilidade desse profissional que tem o desafio diário de promover o conhecimento e as experiências para que seus alunos estejam preparados para a vida. Será que a maneira como esse professor está conduzindo as suas aulas é a forma mais adequada para promover uma transformação humana?

O meu universo é a educação. E eu me sinto uma pessoa totalmente privilegiada por poder promover um ensino com foco no ser humano e na transformação de suas vidas. E posso garantir para você que isso não depende de estrutura, de dinheiro, nem mesmo de formação. E sim, da maneira como enxergamos nossos alunos.

Estamos tratando com pessoas, logo antes de dominar os conhecimentos de matemática, de biologia ou de qualquer outra matéria, precisamos saber lidar com pessoas. E essa é a chave que precisamos virar para ter uma educação mais significativa e que de fato vai impactar vidas.

Quando falamos de educação estamos nos referindo ao topo da pirâmide de valor, sim é algo transformador, é transcendente.

O papel do professor não se limita mais a transmitir conhecimentos e sim ser um facilitador no processo de aprendizagem. Quando falamos de transformação humana os ensinamentos com avaliações objetivas com foco para tirar notas e passar de ano não fazem nenhum sentido.

Cito John Dewey que diz que “a educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.” Logo, se trazemos a realidade para a sala de aula não podemos deixar de fora o elemento humano. Em um plano de aula passa a ser obrigatório, além de ensinar física ou literatura, também desenvolver habilidades socioemocionais e competências essenciais para uma vida em sociedade.

E antes de promover isso nos alunos, primeiro os professores precisam ter essas habilidades afloradas. Esse profissional guerreiro cada dia precisa exercer mais sua liderança em sala de aula e servir de espelho para seus alunos.

O aprimoramento das habilidades de comunicação, criatividade, resolução de problemas e gestão de conflitos são essenciais para uma melhor fluidez das aulas. O relacionamento interpessoal, trabalho colaborativo, a flexibilidade e a empatia passam a ser imprescindíveis para uma experiência mais humana.

E a busca por novos conhecimentos, o bom humor e a automotivação combustíveis indispensáveis para encarar todas as mudanças que ainda virão. O professor deve ser o profissional mais valorizado pela nação e estando melhor preparado e alinhado com o movimento de mudanças, conseguirá maior engajamento e tocar profundamente seus alunos rumo à transformação humana.

Lembra do efeito multiplicador? 

* Ronaldo Cavalheri é CEO do Centro Europeu, primeira escola de Economia Criativa do Brasil.

sábado, 22 de dezembro de 2018

Reflitindo sobre as “informações geográficas caóticas” de Yves Lacoste


UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE GEOGRAFIA
EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E TIC
Nome: Rita de Cássia da Silva
             José Marcelo Pereira da Silva
             Edjane Melo Gomes
Polo: São José da Laje
ATIVIDADE AVALIATIVA PRESENCIAL
1)       Retornando o que foi exposto e discutido em nossa aula presencial, leia o fragmento do texto de Lacoste (2010) e reflita sobre o que o autor descreve como “informações geográficas caóticas” e como esta afirmação reflete sobre o contexto da educação geográfica mediada pelas Tecnologias da Informação e da Comunicação.

Sem dúvida, no caso da geografia, a relação pedagógica veio a ser transformada, pois o mestre não tem mais, como outrora e como ainda acontece com outras disciplinas, o monopólio da informação. (…) Hoje, mestre e alunos recebem ao mesmo tempo, simultaneamente com as atualidades, uma massa de informações geográficas, caóticas. Geografia em pedaços, o ocasional, o espetacular, sem dúvida, mas geografia de qualquer forma. (LACOSTE, 2010 p. 91).


OBS: Você pode incluir em seu texto autores que compartilham da mesma linha de pensamento para a composição das ideias.

O mundo contemporâneo está cada dia mais conectado com a tecnologia e isso faz com que a sociedade capitalista se atente diariamente para uma enxurrada de informações e inovações. Para Julião (2001, p 86), “A sociedade moderna caracteriza-se por um elevado ritmo de transformação, onde uma das preocupações centrais é a valorização da informação.” 

Nesse sentido, a escola, na pessoa do professor de geografia, tem a incumbência de filtrar e transmitir informações, auxiliando os alunos no entendimento e na reflexão crítica, assimilando o que é real e útil de tudo isso. Tarefa nada fácil, visto que tanto o professor quanto o aluno estão inserido nesse sistema e consequentemente afetados por essa grande quantidade de informações desordenadas.

Estamos vivenciando a época de “Fake News”, onde a maioria das pessoas não buscam conferir a veracidade da notícia e com a mesma velocidade compartilha essas postagens falsas onde a comunidade escolar ou não, prejudica-se com essas informações.  
         
O alunado para ser protagonista e agente do conhecimento na escola, e na sociedade, precisa ser orientado a buscar as “fontes” seguras para se fazer uma pesquisa de qualidade para contribuir com o coletivo.                                     
Para tanto, é necessário que o professor desapegue daquele velho método tradicionalista decoreba e mecânico de ensinar. É preciso entender que sua atual função não é só transmitir conhecimentos, mas também organizar o entendimento prévio do aluno, visto que, o mesmo está sujeito a uma descarga de informações desencontradas e não válidas a contribuir com o enriquecimento do seu conhecimento. É de fundamental importância que o docente esteja sempre antenado e atualizado, analisando o que realmente é válido.         
                                                                                  
Para Perronoud, (2000, p 138) “O mundo do ensino ao invés, de estar sempre atrasado em relação a uma revolução tecnológica, poderia tomar a frente de uma demanda social orientada para a formação.” Sendo assim as novas formas de ensinar geografia vem exigindo que haja um entrelace entre conteúdos e tecnologias, com o objetivos de despertar o interesse dos alunos e com isso transformar o ambiente escolar em um espaço desejado e um aprendizado de boa qualidade. Para que isso aconteça, as partes envolvidas, principalmente o docente tem que ter uma visão de mundo contemporâneo, suas características e suas exigências. Tornando suas aulas de acordo com a realidade do momento e suas particularidades, levando sempre como fator principal as exigências de mundo além de sala aula.

O livro, “A geografia serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra do autor Yves Lacoste, faz uma observação a respeito da globalização das informações e, alerta os profissionais da educação na busca de orientar seus estudantes para o bombardeiro de informações desencontradas que vivemos na atual realidade.

Diante da leitura, conclui-se, que a tecnologia é uma ferramenta de extrema importância nas aulas de Geografia nos dia atuais, e tanto o aluno como o professor tem que estar sempre atentos e conectados e a essas inovações que vem com objetivo de facilitar o entendimento de uma forma mais ampla, desenvolvendo no aluno uma visão crítica e dinâmica para que o mesmo possa saber enfrentar os desafios futuro encontrado.  

Referências:
JULIÃO, Pedro, Rui. Tecnologias de informações geográficas e ciências regional. Contribuites Metodológicas para a definição de modelos de apoio a decisão do desenvolvimento regional. Ano 2001: Acesso em www.fcsh.unl,pt/docentes/rpj/tese/tigdr,pdf

PERRONOUD, P. utilizar novas tecnologias. In: novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

32 alunos da rede municipal de União dos Palmares são aprovados no IFAL

Batendo recordes de aprovação, as escolas da rede municipal de ensino do município de União dos Palmares conseguem aprovar mais de 30 alunos no exame de seleção para o Instituto Federal de Alagoas, que oferta o ensino médio integrado à um curso profissionalizante.
Para enaltecer o esforço dos alunos e profissionais que atuaram para mais essa conquista do município no avanço da educação, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação, organizou uma cerimônia de honra, convidando os alunos e corpo docente, juntamente com prefeito Areski Freitas e autoridades do município.
Durante o evento, o secretário municipal de Educação, Lindolfo Cabral salientou que aumentar o número de aprovações no IFAL era mais uma meta estabelecida “Colocamos os professores à disposição dos alunos, ofertando cursinhos preparatórios e levando-os para a sede do IFAL para que os professores de lá pudessem passar seus conhecimentos aos nossos alunos; agora colhemos o resultado.”
Os cursinhos preparatórios foram oferecidos para todos os alunos da rede em escolas municipais, sendo ofertado transporte gratuito aos alunos que moravam mais afastados, garantindo que todos pudessem ter a oportunidade de se prepararem para prestar o exame de seleção.
 Secom

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Estes 5 passos ajudarão a realizar até as metas mais desafiadoras em 2019


Perdeu a motivação antes do fim do ano? Se você não conseguiu alcançar todas as suas metas de 2018, leia com atenção as dicas da especialista:

Você já se colocou uma meta ambiciosa, muito além das suas expectativas e percebeu que depois de algum tempo sua determinação diminuiu e o sentimento de desmotivação e desânimo tomou lugar da empolgação que existiam no começo?

De fato, mesmo os mais confiantes dos profissionais fracassam sob metas feitas sem planejamento, sem uma real visão dos passos a serem seguidos ou com expectativas de chegarem a resultados que não podem ser atingidos. E você? Já pensou sobre o que quer fazer daqui a dois anos e qual o seu principal objetivo no trabalho neste momento?

Se deseja ter sucesso profissional é necessário traçar as metas, pois sem um direcionamento não há progresso e um caminho linear na carreira. Estabelecer objetivos não apenas permite que se assume o controle profissional, como também é uma referência que determina se está obtendo êxito.
No entanto, para atingir a(s) meta(s) é preciso defini-la(s). Não basta simplesmente dizer “eu quero” e esperar que isso aconteça, pois tem de a ver um processo que começa com um desejo de alcançar e termina com trabalho árduo e conquista!

Durante esse percurso, existem alguns passos bem claros e conhecer essas etapas permite formular as metas com clareza e sucesso:

1. Defina metas que o motivam

Quando se pensa em metas é importante que elas sejam motivadoras: isso significa garantir que são importantes para você e que há valor em alcançá-las. Se há pouco interesse no resultado as chances de fazer acontecer são pequenas.

2. Estabeleça algumas metas a curto prazo

A realização de metas requer comprometimento, portanto, para aumentar chance de sucesso, é necessário ter um senso de urgência e uma atitude de “devo fazer”. Coloque no papel as metas do dia e cumpra as atribuições, sem risco de adiar ou deixar pra lá, pois isso contribui com um estado de espírito destrutivo. Realizar as pequenas metas ao longo do caminho ajuda a ganhar impulso.

3. Foco para a realização de um objetivo por vez

De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Stanford, o cérebro faz seu melhor trabalho quando é permitido focar em um gol de cada vez. O profissional corre alto risco de ficar facilmente sobrecarregado quando se concentra em várias tarefas ou informações. Com falta de foco é menos provável que se cumpra qualquer um dos objetivos, especialmente se eles exigem um forte esforço emocional ou mental.

4. Estabeleça metas atingíveis

Certifique-se de que é possível atingir as metas que definiu. Muitos profissionais estabelecem objetivos difíceis de se atingir na tentativa de serem alguém que não são. Portanto, definir o caminho requer autoconhecimento e uma autoavaliação honesta. Ao mesmo tempo, tenha em mente que definir metas muito fáceis faz com que o colaborador se acomode em sua posição e não supere os desafios. Quando elas exigem que se “levante o peso” elas trazem uma enorme satisfação pessoal.

5. Tenha foco, consciência e rotina

Rotina e hábitos trabalham juntas na direção dos objetivos. Ao adotar uma rotina é legal acompanhar o progresso ao longo do tempo e tomar consciência sobre os próximos passos. Reserve um tempo a cada semana para refletir sobre a evolução do trabalho e fazer ajustes quando necessário. Foco e os “pés no chão” irão ajudar a passar pelo trabalho duro e necessário para o alcance de metas.

Vimos como é importante pensar e planejar o caminho que gostaríamos de percorrer! A definição de metas é uma atividade contínua. Pode se usar os lembretes para manter-se no caminho certo e tente disponibilizar horários regulares para avaliar as metas.

Dê esse primeiro passo e tenha determinação e coragem! A confiança também é uma forte aliada e desfrutar da satisfação e conhecimento adquirido após o trabalho alcançado é uma sensação única que só motiva o profissional rumo à sua evolução na carreira! 2019 está logo aí…

Vamos pensar nisso?