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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Secretaria abre inscrições para 200 vagas no curso de Telemática em União dos Palmares

A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE) abriu inscrições para cursos profissionalizantes do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem Urbano). Ao todo, são ofertadas 1.100 vagas nos cursos de Turismo e Hospitalidade, Administração, Telemática, Vestuário, Construção e Reparos nos municípios de Marechal Deodoro, São Miguel dos Campos, Viçosa, União dos Palmares e Rio Largo. Na capital, a oferta dos cursos de Vestuário e Construção e Reparos será para os reeducandos do sistema prisional.

As matrículas estão abertas até novembro e poderão se inscrever jovens na faixa etária de 18 a 29 anos com Ensino Fundamental incompleto e que saibam ler e escrever. As inscrições podem ser feitas nos polos localizados nas escolas estaduais Rosa Maria da Fonseca (Marechal Deodoro), Ana Lins (São Miguel dos Campos), 13 de Outubro (Viçosa), Dr. Paulo de Castro Sarmento (União dos Palmares) e Fernandina Malta (Rio Largo).

Teresinha Barbosa, gerente de Desenvolvimento das Práticas Pedagógicas da SEE, diz que a ação tem como objetivo a elevação da escolaridade de jovens nesta faixa etária unindo três eixos: Ensino Fundamental, qualificação profissional inicial e participação cidadã.

“O curso terá duração de 18 meses e no decorrer de sua realização o aluno receberá uma bolsa mensal de R$ 100 e, ao final das atividades, além de aprender uma profissão, ele receberá a certificação de todo o Ensino Fundamental. O Projovem Urbano também propicia o pleno acesso aos bens e equipamentos públicos de cultura, esporte, assistência social e saúde existentes no território, fortalecendo a integração entre as políticas públicas para a juventude e ampliando as possibilidades de informação e de participação dos jovens atendidos”, destaca Teresinha.

Para mais informações sobre o Projovem Urbano e como fazer sua inscrição, os interessados devem entrar em contato com a Gerência de Desenvolvimento das Práticas Pedagógicas pelo número 3315-1275 ou procurar uma das escolas listadas abaixo:

Marechal Deodoro: Escola Rosa Maria Paulina da Fonseca, 200 vagas para o curso de Turismo e Hospitalidade. Endereço: Av. São José, S/N, Poeira

São Miguel dos Campos: Escola Estadual Ana Lins, 200 vagas para o curso de Administração. Endereço: Rua Sen. Máximo, Centro.Telefone 3271 – 1794

Viçosa: Escola Estadual 13 de Outubro, 200 vagas para o curso de Administração. Endereço: Rua Frederico Maia, 82, Centro. Telefones 3283 – 2294,3283 – 2174

União dos Palmares: Escola Estadual Dr. Paulo de Castro Sarmento, 200 vagas para o curso de Telemática. Endereço: Rua Senador Rui Palmeira, Cohab Velha. Telefone: 3281 – 2087

Rio Largo: Escola Fernandina Malta, 200 vagas para o curso de Telemática. Endereço: Av. Alberto Santos Dumont, S/N, Centro. Telefone: 3261 – 2945

BPA resgata jacaré do papo amarelo em União dos Palmares

Um jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris), foi resgatado na tarde desta quinta-feira (09) por policiais do Batalhão Ambiental na cidade de União dos Palmares, distante cerca de 73 quilômetros da capital Maceió.

O animal é típico da América do Sul e a espécie habita as florestas tropicais, preferindo áreas de baixada, em lagoas, lagos e rios. É um animal carnívoro que vive aproximadamente cinquenta anos.

Devido a cheia dos rios da região em virtude das fortes chuvas que vem caindo em toda zona da mata e litoral alagoano, vem sendo comum o aparecimento de espécies como jiboias e jacarés, de acordo com informações de militares do BPA.

O animal chamou a atenção dos moradores da cidade que evitaram que o mesmo fosse abatido.
 
O jacaré foi trazido para Maceió e entregue na sede do IBAMA.

Fotos: Cortesia

Uneal realiza concurso público com 50 vagas para professor efetivo

Edital deve ser publicado nos próximos dias e visa preencher vagas em onze cursos distribuídos em cinco cidades; inscrições abrem no dia 13 de novembro

A Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) está na fase final de elaboração do edital do concurso público para o preenchimento de 50 vagas de professor efetivo. O período de inscrição terá início na próxima segunda-feira, 13 de outubro. Estão sendo oferecidas 16 vagas para especialista (professor Auxiliar) e seis vagas para mestre (professor Assistente) com carga horária de 20 horas, além de mais 20 vagas para mestre (professor Assistente) e oito para doutores (professor Adjunto) com carga horária de 40 horas.

As vagas visam preencher lacunas  nos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Biológicas, Direito, Geografia, História, Matemática, Letras, Pedagogia, Química e Zootecnia, distribuídos em cinco campi: Arapiraca, Santana do Ipanema, Palmeira dos Índios, São Miguel dos Campos e União dos Palmares.

A partir da segunda-feira (13), os interessados poderão inscrever-se nos horários das 8h às 12h e das 13h às 17h, na Sala dos Conselhos, localizada no prédio da Reitoria da Uneal, localizada à Rua Governador Luiz Cavalcante, s/n, no bairro Alto do Cruzeiro, em Arapiraca.

Os salários variam em função do cargo do professor – Auxiliar, Assistente e Adjunto – e da carga horária. Para uma carga horária de 20 horas, um professor Auxiliar (especialista) recebe, atualmente, R$ 2.463,37, enquanto um professor Assistente (mestre) recebe R$ 2.955,53. Já para uma carga horária de 40 horas, um professor Assistente (mestre) recebe R$ 5.911,07 enquanto um professor Adjunto (doutor) recebe R$ 7.092,26.

O edital do concurso estará disponível, em breve, no link http://www.uneal.edu.br/editais/concurso-professor-efetivo-2014.

Uniclin União Clínica


Fone: (082) 3281-1364
  
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UNIÃO DOS PALMARES: HISTÓRIA, CULTURA E TRADIÇÃO

 Agende sua excursão em: carlostur.uniao@gmail.com / 82 9954-1810
Carlos dos Santos, guia de turismo da SETUR-UP/AL
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10 Princípios de um bom Professor

Apresentamos um decálogo contendo dez princípios para atividade docente de um bom professor do terceiro milênio, século marcado pela informação e pelo conhecimento tecnológico. 

O professor do século XXI é aquele que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem a consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferenças está acima de toda pedagogia.. 
A função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mas de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber. 
Lista dos Princípios

  1. Aprimorar o educando como pessoa humana. A nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mas povoado de corações, de dores, incertezas e inquietações humanas. 

    A escola não pode se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, de corpo e alma. 
    De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola, o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie. 
    Educamos pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
  2. Preparar o educando para o exercício da cidadania. Se de um lado, primordialmente, devemos ter como grande finalidade do nosso magistério o ministério de fazer o bem às pessoas, fazer o bem é preparar nosso aluno para o exercício exemplar e pleno da cidadania. 

    O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil, a cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades; começa com o fim do medo de perguntar, de inquirir o professor, de cogitar outras possibilidades do fazer, enfim, quando o aluno aprende a saber fazer, a construir espaço de sua utopia e criar um clima de paz e bem-estar social, política e econômico no meio social.
  3. Construir uma escola democrática. A gestão democrática é a palavra de ordem na administração das escolas. Os educadores que atuarão no novo milênio devem ter na gestão democrática um princípio em que não arredam pé, não abrem mão. 

    Quanto mais a escola for democrática, mais transparente. Quanto mais a escola é democrática, menos erra, tem mais acerto e possibilidade de atender com equidade as demandas sociais. Quanto mais exercitamos a gestão democrática nas escolas, mais nos preparamos para a gestão da sociedade política e civil organizada. 
    Aqui, pois, reside uma possibilidade concreta: chegar à universidade e concluir um curso de educação superior e estar preparado para tarefas de gestão no governo do Estado, nas prefeituras municipais e nos órgãos governamentais. 
    Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado. Portanto, quem chega à universidade não deve nunca descartar a possibilidade de inserção no meio político e poder exercitar a melhor política do mundo, a democracia.
  4. Qualificar o educando para progredir no mundo do trabalho. Por mais que a escola qualifique seus recursos humanos, por mais que adquira o melhor do mundo tecnológico, por mais que atualize suas ações pedagógicas, sempre estará marcando passo frente às novas transformações cibernéticas, mas a escola, através de seus professores, poderá qualificar o educando para aprender a progredir no mundo do trabalho, o que equivale a dizer, a oferecer instrumentos para dar respostas, não acabadas ( porque a vida é processo inacabado) às novas demandas sociais, sem medo de perdas, sem medo de mudar, sem medo de se qualificar, sem medo do novo, principalmente o novo que vem nas novas ocupações e empregabilidade.
  5. Fortalecer a solidariedade humana. É papel da escola favorecer a solidariedade, mas não a solidariedade de ocasião, que nasce de uma catástrofe, mas do laço recíproco e cotidiano e de amor entre as pessoas. A solidariedade que cabe à escola ensinar é a solidariedade que não nasce apenas das perdas materiais, mas que chega como adesão às causas maiores da vida, principalmente às referentes à existência humana. 

    Enfim, é na solidariedade que a escola pode desenvolver, no aluno-cidadão, o sentido de sua adesão às causas do ser e apego à vida de todos os seres vivos, aos interesses da coletividade e às responsabilidades de uma sociedade a todo instante transformada e desafiada pela modernidade.
  6. Fortalecer a tolerância recíproca. Um dos mais importantes princípios de quem ensina e trabalha com crianças, jovens e adultos é o da tolerância, sem o qual todo magistério perde o sentido de ministério, de adesão aos processos de formação do educando. 

    A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando. 
    Só a tolerância é capaz de fazer o educador admitir modos de pensar, de agir e de sentir que seja diferente dos de um indivíduo ou de grupos determinados, políticos ou religiosos. 
  7. Zelar pela aprendizagem dos alunos. Muitos de nós professores, principalmente os do magistério da educação escolar, acreditam que o importante, em sala de aula, é o instruir bem, o que pode ser traduzido, ter domínio de conhecimento da matéria que ministra durante a aula. 

    No entanto, o domínio de conhecimento não deve estar dissociado da capacidade de ensinar, de fazer aprender. De que adianta ter conhecimento e não saber, de forma autônoma e crítica, aplicar as informações? 
    O conhecimento não se faz apenas com metalinguagem, com conceitos a, b ou c, e sim, com didática, com pedagogia do desenvolvimento do ser humano, sua mediação fundamental. 
    O zelo pela aprendizagem passa pela recuperação daqueles que têm dificuldade de assimilar informações, sejam por limitações pessoais ou sociais. Daí, a necessidade de uma educação dialógica, marcada pela troca de ideias e opiniões, de uma conversa colaborativa em que não se cogita o insucesso do aluno. 
    Se o aluno fracassa, a escola também fracassou. A escola deve riscar do dicionário a palavra FRACASSO. Quando o aluno sofre com o insucesso, também fracassa o professor. A ordem, pois, é fazer sempre progredir, dedicar-se mais do que as horas oficialmente destinadas ao trabalho e reconhecer que nosso magistério é missão, às vezes árdua, mas prazerosa, às vezes sem recompensa financeira condigna que merecemos, mas que pouco a pouco vamos construindo a consciência na sociedade, principalmente a política, de que a educação, se não é panaceia, é o caminho mais seguro para reverter as situações mais inquietantes e vexatórias da vida social.
  8. Colaborar com a articulação da escola com a família. O professor do novo milênio deve ter em mente que o profissional de ensino não é mais o pedestal, dono da verdade, representante de todos os saberes, capaz de dar respostas para tudo. Articular-se com as famílias é a primeira missão dos docentes, inclusive para contornar situações desafiadoras em sala de aula. 

    Quanto mais conhecemos a família dos nossos alunos, mais os entendemos e mais os amamos. Uma criança amada é disciplinada. Os pais, são, portanto, coadjuvantes do processo ensino-aprendizagem, sem os quais nossa ensinança fica coxa, não vai adiante, não educa. 
    A sala de aula não é sala-de-estar do nosso lar, mas nada impede que os pais possam ajudar nos desafios da pedagogia dos docentes, nem inoportuno é que os professores se aproximam dos lares para conhecerem de perto a realidade dos seus alunos e possam juntos, pais e professores, fazer a aliança de uma pedagogia de conhecimento mútuo, compartilhado e mais solidário.
  9. Participar ativamente da proposta pedagógica da escola. A proposta pedagógica não deve ser exclusividade dos diretores da escola. Cabe ao professor participar do processo de elaboração da proposta pedagógica da escola até mesmo para definir de forma clara os grandes objetivos da escola para seus educandos. 

    Um professor que não participa, se trumbica, se perde na solidão de suas aulas e não tem como pensar-se como ser participante de um processo maior, holístico e globalizado. O mundo globalizado para o professor começa por sentir-se parte no seu chão das decisões da escola, da sua organização administrativa e pedagógica.
  10. Respeitar as diferenças. Se de um lado, devemos levantar a bandeira da tolerância, como um dos princípios do ensino, o respeito às diferenças conjuga-se com esse princípio, de modo a favorecer a unidade na diversidade, a semelhança na dessemelhança. Decerto, o respeito às diferenças de linguagem, às variedades linguísticas e culturais, é a grande tarefa dos educadores do novo milênio. 

    O respeito às diferenças não tem sido uma prática no nosso cotidiano, mas, depois de cinco séculos de civilização tropical, descobrimos que a igualdade passa pelo respeito às diferenças ideológicas, às concepções plurais de vida, de pedagogia, às formas de agir e de ser feliz dos gêneros humanos. 
    O educador, pois, deve ter a preocupação de que é preciso reeducar-se de forma contínua uma vez que nossa sociedade ainda traz no seu tecido social as teorias da homogeneidade para as realizações humanas, teoria que, depois de 500 anos, conseguiu apenas reforçar as desigualdades sociais. Nossa missão, é dizer que podemos amar, viver e ser felizes com as diferenças, pois, nelas, encontraremos nossas semelhanças históricas e ancestrais: é, dessa maneira, a nossa forma de dizer ao mundo que as diferenças nunca diminuem, e sim, somam valores e multiplicam os gestos de fraternidade e paz entre os homens. 
    Pela manhã, o bom religioso, abre o livro sagrado e reflete sobre o bem e o mal. 
    Por um feliz amanhã, o bom professor abre a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e aprende a conciliar o conhecimento e a humanidade.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Professor: Conheça 10 maneiras de estimular a criatividade durante as aulas

Entenda porque o estímulo à imaginação deve fazer parte do seu programa de aulas e avalie diferentes maneiras de fazê-lo

A sala de aula deve ser um ambiente em que o aluno entra em contato com conteúdos diversos, aplica-os e discute com os colegas para compreendê-los melhor, certo? Entretanto, o papel do professor não se restringe a apenas apresentar um universo desconhecido aos estudantes, afinal ele deve ensiná-los mais do que resolver contas, regras gramaticais e fatos históricos. Em outras palavras, deve haver espaço para o estímulo de outras habilidades, como a criatividade. Confira abaixo dicas para incentivá-la com seus alunos:

Encare como uma habilidade

Criatividade deve ser compreendida por alunos e professores como uma habilidade a ser desenvolvida. Como toda competência, algumas pessoas têm mais facilidade do que outras, mas ainda assim todos podem aperfeiçoá-la. Mas como tornar isso parte da sala de aula? Estimule comportamentos que envolvam o que um grupo de psicólogos aponta como as duas vertentes da criatividade: a primeira que diz respeito a grandes ideias vinculadas às sociedades, como novo estilo literário ou as reivindicações de movimentos sociais, enquanto a outra são maneiras de resolver problemas rotineiros.

Crie um ambiente propício para a expressão da criatividade

O pesquisador e psicólogo húngaro Mihály Csikszentmihalyi explicou por meio da expressão “congenial environment” (semelhante a “ambiente agradável”), em 1996, a importância da receptividade das ideias numa comunidade. Em outras palavras, a criatividade do indivíduo deve ser compartilhada num ambiente em que as pessoas estejam dispostas a ouvir o outro e apoiá-lo. Por isso, crie um ambiente no qual os estudantes se sintam confortáveis para dividir com os colegas seus pensamentos, sem que haja deboche ou menosprezo pelo o que foi dito e, sobretudo, pelo aluno que se manifestou.

Incentive a curiosidade

Uma maneira de estimular o pensamento criativo é descobrir quais são os interesses dos seus alunos, porque estas são as fontes de inspiração deles. Encoraje-os a se informar mais sobre esses temas para instigar a curiosidade dos alunos. Além disso, permita que os alunos tenham um espaço para fazer perguntas e refletirem como sala sobre sua solução ou implicações.

Inclua cultura às aulas

A cultura é fruto da criatividade de alguns, enquanto esta é estimulada pelas variadas expressões artísticas. Se você quer incentivar que seus alunos pensem fora da caixa, associe os conteúdos trabalhados em sala com as artes plásticas, música, literatura, quadrinhos e até intervenções urbanas. Uma maneira interessante pode ser dar uma aula interdisciplinar, aliando arte a sua matéria.

Pense no mercado de trabalho

Atualmente, quando abre uma vaga de emprego numa empresa, os gestores buscam preenchê-la com profissionais que não apenas tenham as habilidades necessárias para a execução de determinadas tarefas, mas também que eles sejam inovadores para propor novos projetos e soluções não antes pensadas. Lembre-se disso caso você se questione se deve ou não incluir a criatividade como meta da sua disciplina neste semestre.

Ainda está muito abstrato para você como estimular a criatividade em sala de aula? Então tente um destes dois métodos:

Modelo de Osbourne-Parnes
 
Peça para que seus alunos desenvolvam um trabalho, por exemplo, seguindo essas seis etapas:
1 – Estabeleça uma meta
2 – Pesquise
3 – Esclareça qual é o problema em questão
4 – Reflita
5 – Desenvolva suas ideias
6 – Planeje como colocar suas ideias em prática

Modelo de E. Paul Torrance

Por meio destes três passos você conseguirá incentivar o pensamento criativo de seus estudantes:
1 – Relacione o conteúdo trabalhado com a vida cotidiana dos estudantes
2 – Planeje a exposição dos conteúdos de novas maneiras
3 – Desenvolva maneiras para que o estudante não reflita sobre as questões estudadas apenas em sala de aula. Sugira filmes, livros e outras formas de ampliar o aprendizado
 
Fonte: Universia

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Professores exemplares

Ficaram na memória dos seus alunos. Por muitas razões. Algumas difíceis de verbalizar. Foram professores atenciosos, preocupados. Disciplinadores e rigorosos. Lecionaram em épocas muito diferentes. Em comum apenas o exemplo que deram.
O que faz um bom professor? Aos olhos dos alunos podem ser gestos simples. Desses que não constam nas grelhas de observação. Ou são reconhecidos anos mais tarde, já a escola ficou para trás. Em tempos conturbados para educação, os professores reclamam mais atenção ao trabalho que fazem dentro e fora da sala de aula, e que nem sempre é visível, ou dificilmente conta para a avaliação.

Tendo na mira o Dia Mundial do Professor, celebrado a 5 de outubro, o EDUCARE.PT recolheu testemunhos marcantes sobre docentes que fizeram a diferença. Esteve também à conversa com sociólogos na área da educação para entender a evolução histórica da carreira docente, e perceber como se revaloriza a profissão, sendo certo para os professores que nunca se sentiram tão desvalorizados.

Apoiar os alunos
Imagine-se, sem muito esforço, porque a situação poderia bem ser real, que um professor de Matemática se depara com uma aluna adolescente grávida, e que passa horas a conversar com ela depois das aulas, para tentar resolver o dilema de como contar aos pais. Almerindo Janela Afonso, investigador na área das Ciências da Educação da Universidade do Minho, serve-se deste exemplo para lamentar o modo como se estão a avaliar os docentes. A moral da história é a de que “a avaliação de desempenho daquele professor não tem em conta o que ele fez para apoiar a aluna”.

Não é de hoje a discussão sobre a tentativa de quantificar tudo o que é feito nas escolas. Seja o trabalho do professor seja o sucesso ou insucesso dos alunos. Avaliam-se os docentes pelas notas dos alunos. Os alunos pelas notas dos exames. As escolas hierarquizam-se nos rankings. “Com o peso de mostrar resultados mensuráveis, tudo o resto é desvalorizado”, critica Almerindo Janela Afonso. Transformado num “operário produtor de resultados”, o professor deixa de ser um educador, “e se é, porque tem de continuar a ser, esse papel não lhe é reconhecido”.

Educador, mediador, interlocutor. São atributos que as Ciências da Educação reservam para o professor. Mariana Ferreira, 30 anos, é capaz de juntar muitos mais predicativos ao seu professor da Escola Primária da Mealhada, apesar de ter levado com ele o seu primeiro puxão de orelhas. “Nessa altura os professores tinham mais liberdade para isso”, reflete. Não recorda se o castigo foi merecido, mas nunca precisou de levar o segundo. Do professor Manuel Santos guardou outras memórias.

“Era, porque já faleceu, uma pessoa espetacular, íntegro, interessado, humilde e exigente.” Mesmo depois de ter deixado para trás a atividade de docente, continuava interessado nos progressos escolares de Mariana. “Sei que se sentia orgulhoso do meu percurso e de ter feito parte dele. Quando fiz o doutoramento ficou muito feliz!” Hoje, olhando o caminho percorrido na área das bioquímicas, Mariana está grata ao professor por ter tido “umas boas bases”. “A exigência dele, o gosto e a vontade com que nos ensinava faziam-nos gostar da escola. Ele fazia o que fazia por vocação. E isso nota-se e transmite-se.”

Socialização e instrução
Para Maria João Duarte, 29 anos, ir à escola em criança “era um verdadeiro pesadelo”. “Fiz o ensino primário num colégio de freiras e os meus professores primários ainda utilizavam o método de bater quando fazíamos algo errado.” O receio de dar um passo em falso era constante. E os professores, marido e mulher, bastante temidos pela turma. Hoje, Maria João tem outra visão da educação “rígida e católica” desses dias passados nas “Florinhas do Lar”, no Porto. E não hesita em dizer que gostaria de ver o filho ser educado com os mesmos valores morais.“O medo que sentia consigo vê-lo como respeito. Eles [os professores] souberam educar. Agora sei dar valor e até sou capaz de considerar [a primária] o melhor período da minha vida escolar.”

As atitudes e gestos que os professores têm com os alunos são o que muitas vezes fica na memória dos tempos de escola. “O que nos marca são aspetos de socialização, mais do que de instrução”, conclui Almerindo Janela Afonso, que nunca esqueceu o professor de Físico-Química do ensino secundário que o dispensou da aula sem marcar falta, ao saber que a sua namorada tinha sido presa pela PIDE nesse dia. Num tempo marcado pela ideologia dominante do Estado Novo, pequenos sinais faziam grandes diferenças na imagem do professor. “Tinha-lhe um grande respeito, porque ele lia o República, um jornal de esquerda.”

Com a democratização da escola, do pós-25 de Abril, a profissão docente caminha para a valorização. O aparecimento dos sindicatos de professores, a expansão da escolaridade, de seis para nove anos, a complexificação da formação docente, enriquecida com as ciências da educação, a aprovação da Lei de Bases do Sistema Educativo, e a criação do primeiro Estatuto da Carreira Docente, que consagra um mínimo de formação superior para dar aulas, são fatores que contribuem para a afirmação do professor como profissional.

De missionário a funcionário
Almerindo Janela Afonso identifica três fases na história da carreira docente: a do professor missionário, marcado pela ideologia do Estado Novo; a do profissional, fruto da revolução de Abril e, por último, a de funcionário, como a mais atual. “A ideia do funcionário como aquele que executa coisas; a do profissional, como aquele que tem autonomia para fazer escolhas e pô-las em prática, está-se a perder.”

“São tempos difíceis para a educação”, reconhece Helena Araújo, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, da Universidade do Porto. Cortes salariais, congelamento da progressão nas carreiras, excesso de turmas e de trabalho burocrático estão a contribuir para agravar a desmotivação dos professores.

Sónia Alexandra, 38 anos, conhece bem os problemas da profissão. Seguiu o sonho de lecionar, contra a vontade do pai, pelo exemplo de duas professoras da Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto. Delfina Martins, professora de Português, e Madalena Serdoura, que lhe ensinou História do 8.º ao 11.º ano, de quem recorda “a dedicação, o orgulho em ser professora e a sua humanidade. Estava sempre preocupada com os seus alunos.” A lecionar em Lisboa, Sónia Alexandra aproveita a oportunidade para desejar às docentes “um bem-haja”, caso leiam o artigo.“Devo muito a estas duas senhoras que me deram pontos de referência para ser uma profissional melhor.”

Com um extenso trabalho sobre como a Primeira República ignorou as vozes das mulheres em matérias de educação quando a sua presença na docência era maioritária no ensino primário, Helena Araújo defende que se ouça mais a classe.“Os professores têm de ter formas de participação nas escolas com mais sentido”. Esse será o caminho a seguir para revalorizar a profissão.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Quem é um bom professor?

Percebemos os livros são necessários, a caneta, o laptop, a luz e quadro-negro e por isso são os lugares para ter um assento, mas se no momento não há nenhum professor determinado e bonita entrada da cadeira, se não existe tal tutor para criar com giz no quadro-negro e instruir. Então, não há entendimento, não estudar, não de matemática, sem gastos com a compreensão, integridade e ideais, não instalação de um "apreciar a aprender ethos" no estudante universitário. 

Todos os alunos devem ter tido milhares de instrutores em suas vidas particulares e um extremamente diversos de todos esses instrutores que iria tentar lembrar como tornar-se notavelmente excelente. Quais são os benefícios que se misturam para produzir uma soberba, professor inesquecível? Por que alguns instrutores de incentivar os alunos a trabalhar três vezes mais difícil do que normalmente seria, enquanto outros motivar os alunos para evitar que suas aulas? Por que os alunos compreendam mais de alguns instrutores do que outros? Aqui eu tenho no alvo sobre os quatro benefícios necessários que reconhecem instrutores pendentes: Comunicação, Conhecimento, Experimento e Interesse habilidades a seguir um teste que eu experimentei concluída em um especial de minhas responsabilidades anteriormente. 

Os benefícios que você pode se perguntar. Vá em uma das aulas que você está instruindo e ter seus alunos tirar uma publicação de papel. Pergunte a essas pessoas para registrar para você os benefícios que eles realmente sentem são essenciais para um excelente professor. Peça-lhes para determinar os benefícios que eles respeitam nas maiores instrutores que tiveram. Em seguida, fornecer aos alunos tempo suficiente para imaginar sobre o assunto e criar qualquer coisa diminuição. Cinco minas é excelente, mas dez poderia ser melhor. Deixe-os de resposta aos inquéritos anonimamente, se assim o desejarem. 

Os alunos têm conhecimento regularmente e aparecem qualificados como a seleção uma boa qualidade de um bom instrutor especificamente o que você esperaria: informações sobre o tema. Você deve ser um hábil em sua disciplina, tanto teórica e sensatez possível com uma interface de usuário de mercado e conhecimento, se você está de prosseguir para ser um excelente professor em uma faculdade ou Operações Organização Colégio este é um pré-requisito. Comunicação O segundo núcleo excelente que excelentes instrutores são a flexibilidade para se conectar a sua consciência e experiência para seus alunos particulares. 

Você pode ser o perfeito qualificado anteriormente em sua área, mas o que aconteceria se você lecionou em um projeto e vocabulário os alunos não estão preparados para entender aparece? Quanto é que os alunos estudam? É uma descrença freqüente na fase Colégio que as informações de um assunto é tudo que é necessário para ser um excelente professor; que os alunos devem ser preparados e capazes de adquirir as várias carnes do que você diz, independentemente de quão é fornecido (mesmo que é fornecido em um vocabulário incompreensível ou vários estilo). Isso pode, eventualmente, ser correto no nível publicar estudioso, mas em qualquer outro lugar, é absolutamente errado. 

É especialmente incorreta em nível de graduação. O trabalho do professor é levar a informação superior e torná-lo oferecido aos alunos. Um bom professor permite que os alunos a entender as coisas, e para compreender totalmente o que isso significa (porque uma coisa é perceber como as bombas nucleares executar, mas outra bem diferente é entender o que significa que as bombas nucleares). Educação pic Um bom professor pode receber um assunto e ajudar torná-lo incrivelmente claro para os alunos. Um mau professor pode tomar essa mesma substância e produzi-lo impenetrável. Ou um mau professor pode dedicar tão pouco tempo e energia para o planejamento que o conteúdo apresentado é intrinsecamente intrigante e desorganizado. 

Um excelente professor está inclinado a gastar o esforço necessário para encontrar formas progressistas e criativos para tornar ideias complexas simples de seus alunos, e para coincidir com novos conceitos no quadro acessível ao aluno. Um bom professor pode esclarecer coisas desafio de uma forma que os alunos possam compreender e utilizar. Juros Um excelente professor começa usando um conhecimento organização do assunto, e cria em que, com uma clareza e percebendo desenvolvido para ajudar os alunos a dominar a substância. Os maiores mestres em seguida, ir mais uma fase.

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sábado, 4 de outubro de 2014

Locais de votação em UNIÃO DOS PALMARES

COLEGIO SANTA MARIA MADALENA
Endereço: Rua Tavares Bastos, nº 206, centro.
Seções: 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49.

COLEGIO DR. MARIO GOMES DE BARROS
Endereço: RUA JARDIM BRASILIA, nº 378, CENTRO.
Seções: 39, 40, 41, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58, 69, 85, 86, 89, 91, 93, 94.

GRUPO ESCOLAR DR JORGE DE LIMA
Endereço: Rua Tavares Bastos, s/nº, centro.
Seções: 50, 51, 59, 60, 61, 62, 186

EDUCANDARIO OLIMPYA AUGUSTA DOS SANTOS
Endereço: Rua coronel Jose bezerra Montenegro, nº 105, centro.
Seções: 74, 75, 76, 77, 111, 112, 113, 114.

ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL FERNANDO JUAZEIRO
Endereço: av. Dr. Hermano Plech, nº 488, centro.
Seções: 162, 177, 181, 193.

COLEGIO DE ENSINO FUNDAMENTAL MONSENHOR CLOVIS DUARTE DE BARROS
Endereço: Rua jardim Brasília, s/nº, centro.
Seções: 30, 31, 42, 64, 65, 66, 67, 72, 73, 95, 110, 151, 178, 180, 182, 185, 187, 190.

ESCOLA ESTADUAL ROCHA CAVALCANTE
Endereço: Rua Correia de Oliveira, nº 200, centro.
Seções: 71, 78, 79, 80, 81, 82, 83, 102, 104, 135, 136, 142.

COLEGIO JOSE CORREIA VIANA
Endereço: Rua Santa Maria Madalena, nº 226, centro.
Seções: 126, 138, 139, 140, 145, 146, 148, 149, 174, 176.

ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL FILOMENA MEDEIROS
Endereço: Rua Edgar Sarmento, nº 217, centro.
Seções: 68, 70, 141, 143, 152.

ESCOLA MUNICIPAL SALOMÉ DA ROCHA BARROS
Endereço: Rua Lindolfo Gomes Cabral, nº 590, Roberto Correia Araújo.
Seções: 96, 97, 98, 99, 100, 101, 109.

ESCOLA ESTADUAL CARLOS GOMES DE BARROS
Endereço: av. João Lyra Filho, s/nº, Roberto Correia Araújo.
Seções: 123, 125, 127, 128, 130, 131, 133, 134, 144, 150, 179, 183, 189 e 400*.

ESCOLA MUNICIPAL MARIA LEAL FEITOSA
Endereço: Rua Edgar Sarmento, s/nº, centro.
Seções: 167, 170, 171 (*).

ESCOLA ESTADUAL PAULO SARMENTO
Endereço: Rua senador Rui Palmeira, s/nº, COHAB velha.
Seções: 63, 172, 173, 175.

ESCOLA MUNICIPAL LAURA PEREIRA DA SILVA
Endereço: Rua Cupertino dos Prazeres, s/nº, COHAB nova.
Seções: 120, 121, 122, 401* e 402 (**).

 (*) todas as seções deste local foram agregadas a seção 167.
(**) Todas as seções deste local foram agregadas à seção 120.
 
 
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