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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Programação da Festa de Nossa Senhora de Lourdes em Rocha Cavalcante


Banda ALOHA


Mano Walter
Dia 11/02

NEL DO REGGAE E RAIZES DE ZUMBI
BANDA ALOHA
MISSINHO E BANDA

Dia 12/02

BANDA CONTAGIO TROPICAL
BANDA ARROCHA O MÊ
FORROZÃO SANTROPÊ
MANO WALTER

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Break Dance - Dança de Rua Por DJ Junior Admix





Bem, vou falar um pouco de mim e como tudo começou. Em meados de 2004, na Estação Ferroviária onde vários grupos culturais treinavam, como por exemplo a capoeira, danças afros e o Break Dance - dança de rua -, sempre passava por aquele local e ficava admirando.

Foi aí que me bateu a vontade de saber um pouco mais. Quem comandava o grupo era o Luizinho, Paulo e Gidalto. Daí comecei a treinar com eles e fui aprendendo o significado da dança.
O nome do grupo era 'União de MC's'.

Em 2007, parei de treinar com o grupo e comecei a treinar sozinho, entretanto, tive a ideia de junto com alguns amigos incentivar os jovens a sairem das ruas e começarem a dançar o Break. A partir dai passávamos nas escolas públicas e privadas, sempre na hora do intervalo e nos apresentávamos.

A dança naquela época era tudo para nós, nos fazia relaxar, era até melhor que freqüentar academia - risos -, chegando até a definir o corpo, depois de praticarmos nos sentíamos leves e dispostos para tudo.

Ainda participei de um campeonato de dança que aconteceu na Organização Mirim, mas não dava mais para continuar, e o amor pela música foi maior. Deixei de treinar e comecei a investir na Música Eletrônica, mas não podia ouvir o som da Música de Rua e me dava vontade e saudade de dançar, dançava sempre que escutava.

Digo a todos os leitores do Blog, que sempre que tiver uma oportunidade dance, pois faz muito bem para a saúde e para a mente, se tivesse mais tempo continuaria a treinar. Está aí pessoal um pouco mais sobre mim, hoje só tenho olhos para a Música Eletrônica.

Abraços a todos, Paulo Junior Tavares dos Santos - DJ Junior Admix

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Autora Lança Livro, Em Homenagem Ao Monsenhor Donald, Na Matriz de Santa Maria Madalena

Neste domingo, 05 de fevereiro, a autora Maria Madalena Barros de Menezes esteve em União dos Palmares para lançar seu livro Contículos. No livro há uma homenagem ao Monsenhor Donald Robert Macgillivray. O lançamento foi na Matriz de Santa Maria Madalena.

Madalena Menezes é natural da Tanque d’Arca, mas está em Arapiraca deste 1961, onde leciona Literatura Brasileira a 35 anos pela Universidade Estadual de Alagoas. Madalena contou ao blog que não esperava lançar o livro em União, mas quando mandou um exemplar para Jacivania, ela se encarregou de providenciar o lançamento na terra de Don.

Madalena disse que conheceu Monsenhor Donald através de um padre de Arapiraca e ficou encantada com sua simplicidade e o carinho que ele tinha com todos a sua volta. Desde 1970, quando prestou vestibular para o curso de Letras da UFAL, Madalena teve contato com ele. Muitas vezes veio para os seus aniversários em União e algumas vezes ele a visitou no LUA (Lar da Universitária Alagoana).

Além de Contículos, onde homenageia e colhe alguns depoimentos sobre Don, ela é autora dos livros “Historinhas em torno de um pastor e seu rebanho”, “Vidas em oferenda” e é organizadora do livro “Recado aos meus irmãos”. Por sua incursão na literatura, ela faz parte da Academia Arapiraquense de Letras e Artes (Acala) há dez anos.

A autora disse que ficou encantada com a recepção que teve na cidade e a admiração com que as pessoas vinham falar de Monsenhor Donald. Ela falou que muitos contaram relatos de convivências com o padre. Uma dessas histórias é do comerciante Antônio da Silva que colocou o nome do filho Donald Robert para homenagear o padre.

O arapiraquense Heder Rangel, professor de comunicação em Maceió, falou que mesmo com pouco contato com o padre, podia ver que ele era um grande homem e um ser humano maior ainda.

Quando o blog perguntou a Jacivania Rocha Gomes quem era Padre Donald para ela, a resposta foi "pai, amigo, irmão e hoje anjo da guarda". Ela disse que pensa sempre nele. Até no cheiro de rosas vem a lembrança dele, isso porque no seu aniversário Padre Don trazia um buquê de rosas para ela.

Jacivania que trabalha na Secretaria de Turismo de União nos falou que tanto ela, como as crianças da Rua Santa Maria Madalena conviviam muito com o padre, já que eram vizinhos. Ela lembra que Padre Don uma vez levou um grupo de crianças para conhecer uma prostituta que estava com AIDS e explicou que não era para ter medo, pois a doença dela não iria contaminar ninguém. Ele explicou que todos tinham que levar o amor para os lugares mais inusitados, até as aulas de catecismos ela fazia juntos com as prostitutas.

Jacivania disse que, junto com Dona Carmelita, Mila e outras pessoas, cuidou dele nos momentos em que ele mais precisou. E que todos ficavam admirados com sua força, mesmo com dores não reclamava e ainda queria confortar quem estivesse perto.



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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Vila Magdala: Relembre Como Era Antes.






No próximo dia 07, quando o Supermercado Todo Dia abrir as portas, chegará ao fim uma das notícias mais comentadas nos últimos anos em União dos Palmares: "A venda da Vila Magadala". Desde 2008, quando surgiu a história de que o casarão estava sendo vendido, as opiniões se dividiram entre a sociedade palmarina. Alguns queriam a preservação da memória, outros acompanhar o progresso.

O assunto da venda sempre foi pauta nas rodas de amigos, redes sociais e das rádios locais. Para muitos, o não tombamento do prédio foi o descaço para com o patrimônio arquitetônico de União. Na época das primeiras notícias da venda muitos acreditavam que a fachada seria preservada.

Para outros a venda do prédio da Vila Magdala foi tão natural como a notícia de vendas de outros estabelecimentos aqui na cidade. A Palmarina, o Colégio Santa Maria Madalena e algumas casas antigas da Rua Correia de Oliveira são alguns dos exemplos. A justificativa dos que foram a favor da venda são os empregos que poderia ser gerados com o novo empreendimento.

O casarão que foi morada dos Cardoso, uma das mais tradicionais famílias palmarinas, sempre esteve entre os prédios mais bonitos e fotografados da cidade. Nos últimos anos passou por vários donos e administrações.

A Vila Magdala já foi residência, restaurante, comitê político, locação para fotos, cenário para festas de aniversários, casamentos e eventos musicais. A partir de terça feira fará parte da vida dos palmarinos e visitantes como o novo centro de compras do município.

Para as próximas gerações, que não tiveram a oportunidade de conhecer o lugar, ficará os registros dos fotógrafos e da sociedade em geral que participou de show e festas no local.


Acima fotos da demulição do prédio