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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Serra da Barriga... Linda.



Bueiros o Perigo é Mais em Baixo


Andar pelas avenidas Antonio Gomes de Barros e João Lyra Filho requer um pouco de cuidado por causa dos diversos bueiros que estão sem suas proteções. Esse cuidado tem quer ser redobrado a noite por causa da pouca visibilidade, já que muitos postes estão sem lâmpadas. O que é comum em União dos Palmares.

No trecho da antiga Fábrica Bom leite, onde a calçada é muito estreita os pedestres tem que tomar precauções para não cair nos bueiros. Cair em um desses bueiros pode causar lesões. Mas essa situação ocorre em boa parte da cidade.

Em época de festas, quando a concentração de pessoas é maior, torna-se comum ver um grande número de pessoas reclamando e machucadas por caírem num desses bueiros.

Sem a devida proteção esses bueiros também vão acumulando lixo, seja as folhas caídas das árvores, ou papel, garrafas pets e até mesmo sacolas de lixo jogadas pela população.

Por isso, enquanto as autoridades competentes não tomam providências para resolver esses problema, é bom ter cuidado ao caminhar pelas ruas da cidade.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Alô, professor, sua aula é muito importante para nós

Em meu último post analisei os resultados de uma pesquisa que conduzi para avaliar como os conceitos de BYOD (Bring Your Own Device) e Cloud Computing estão impactando modelos educacionais e como as escolas estão inserindo as novas tecnologias em processos de aprendizagem colaborativa.

O texto gerou bastante polêmica e comentários de gestores e professores nas redes sociais, em sua grande maioria favoráveis, e alguns contrários, à adoção de equipamentos como smartphones e tablets no dia a dia da sala de aula.

Um estudo realizado pela London School of Economics divulgado em maio e que teve repercussão na mídia no Brasil na semana passada ajudou a intensificar o debate ao concluir que alunos das escolas britânicas que proibiram o uso de celulares alcançaram notas até 14% melhores nas provas, especialmente entre aqueles estudantes com conceitos mais baixos.

Intitulado “Tecnologia, distração e desempenho de estudantes”, entre outros dados o estudo indicou que o banimento dos celulares resultou em avaliações melhores principalmente entre os estudantes na faixa etária de 7 a 11 anos com aproveitamento inferior a 60% nas provas, mas para os demais, vale ressaltar, não promoveu nenhuma mudança.

Mas será que o problema da distração dos alunos está relacionado à disponibilidade do celular ou à estratégia de ensino que não os engaja mais na aprendizagem? Simplesmente ignorar que as novas tecnologias estão aí e são parte da vida dos estudantes desde a primeira infância é o melhor caminho?

Não seria mais alinhado com os novos tempos definir estratégias de aprendizagem capazes de motivar e envolver os alunos ao invés de coibi-los de usar ferramentas que oferecem inúmeros recursos pedagógicos? Se nas aulas de Ciências no laboratório os alunos podem usar o microscópio para ver uma célula, qual o motivo de proibir que usem o celular na aula de Geografia para ver mapas, na aula de História para ver vídeos ou na de Inglês para checar a pronúncia e a grafia de uma palavra?

Para quem não está mergulhado no universo escolar e ainda não despertou para o nascimento de uma nova geração de estudantes, proibir parece ser a decisão mais fácil. Mas não necessariamente a mais sábia. Está tramitando na Câmara dos Deputados um projeto de lei que poderá vetar o uso de celulares nas salas de aula das escolas brasileiras. O autor do projeto, deputado Alceu Moreira, argumenta que “permitir que os alunos tenham contato com o celular durante a explicação é como deixá-los conversar livremente”.

Este parece ser mesmo o maior pavor dos educadores: dar autonomia aos alunos para que deixem de ser passivos e submissos para passarem a buscar o próprio aprendizado, o que, dentro de uma visão deturpada, significaria tirar totalmente a autoridade do professor, até aqui o único detentor do conhecimento.

Sim, professores e professoras. Os senhores e senhoras não são mais os donos da bola. Se quiserem ganhar este jogo terão que se despir das vestes de mestres para assumir o papel de moderadores, participar e orientar seus alunos em uma jornada de aprendizagem na qual o celular, o tablet, o laptop, softwares e apps serão tão somente um recurso à disposição como já são, há muito tempo, os livros didáticos, o globo terrestre, os vídeos educacionais, o microscópio ou a argila nas aulas de artes.

Se os celulares estivem disponíveis para que sejam utilizados livremente, sem nenhuma orientação ou regra, a distração certamente tomará conta da aula e os alunos perderão o foco do aprendizado. Agora, se por outro lado os estudantes forem estimulados a transformar seus próprios celulares em aliados do ensino, com normas claras de como serão aplicados nos estudos, certamente suas performances poderão alcançar resultados positivos, o que não se avalia simplesmente aplicando provas a cada bimestre, mas acompanhando de forma contínua e personalizada a evolução de cada aluno.

Para quem insiste em achar que esta ainda é uma realidade distante e que o celular será um inimigo do aprendizado, deixando os alunos mais distraídos e desconectados da sala de aula, sugiro que vasculhem os milhares de aplicativos já disponíveis para Windows Phone, Android e iOs.

Seja qual for a disciplina, há muito o que explorar, como jogos, editores de texto, ferramentas para produção de áudio e vídeo, objetos de aprendizagem em 3D, livros digitais, dicionários e muitos outros recursos para tornar as aulas mais divertidas e convidativas. Ou então não reclame quando tentar dialogar com seus alunos e só der sinal de ocupado.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 7 de julho de 2015

Therezinha Selem: "É preciso acabar com o E Nem Tô Aí... na educação no Brasil"

Se observarmos a China, do ponto de vista de seu desenvolvimento econômico, não foram tantos os anos que a separa de uma escala de quase pobreza para a potência mundial de nossos dias.  No meu entender a razão fundamental é que eles tiveram a inteligência de começar pelo caminho correto. PREPARARAM CÉREBROS.

Embora ideologicamente fechados, não tiveram dúvidas de buscar, no mundo, os melhores professores para ensinar aos seus jovens o Conhecimento. EURECA....daí pra frente o país andou sozinho, e os resultados saltam aos olhos quando se sobrevoa o padrão de desenvolvimento atingido em poucas décadas. SERÁ que É tão DIFÍCIL aprender com eles?

Quando comecei a minha carreira profissional assumi um compromisso pesado para os meus recém-completados 18 anos de idade: Professora do Preparatório ao Exame de Admissão ao Ginásio. Era o vestibular da época em que o curso primário - séries iniciais do Ensino Fundamental  - podia ser realizado fora do sistema escolar, mas o que garantia a passagem para o Ginásio, era o bendito Exame de Admissão, festejado como se hoje fosse, passar no Exame da Ordem - OAB para os advogados.

O que eu precisava ensinar àqueles alunos? ‘Sabatinados’ ao final do ano, por uma equipe do MEC, totalmente desconhecida e que o professor desta fase preparatória só avistava de longe...muito longe, e cuja avaliação o atingia também. Se a turma era bem-sucedida o professor era competente e se não fosse....Rua....Muito bem. O professor devia basicamente ensinar a Língua Portuguesa e Matemática. Isto  é fácil de entender. Se a pessoa não decodifica o que lê acaba sendo incapaz de entender História, Geografia, Física e todo o resto. A Matemática ensina o mecanismo do pensamento lógico.  E este mecanismo é a base do pensar em sua plenitude - da Literatura a problemas domésticos. São duas ferramentas alavancadoras do caminhar de cada um. É o BÁSICO.

É o alicerce sobre o qual se constrói o pensamento, que mobiliza o Agir e que se fundamenta no Sentir.

Pois é. Chegamos às notícias de jornais do dia.

Que avaliação se pode fazer do Sistema de Ensino a partir do grande  Exame de Admissão da atualidade - o ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio - também de competência do mesmo MEC de antigamente - porta de entrada para o Ensino Superior no Brasil.

1- 6,2 milhões de estudantes fizeram o exame
2- destes, 1/2 milhão é incapaz de ler e entender um texto em sua própria língua.
3- dos 6 milhões, apenas 250 pessoas tiveram a pontuação máxima - e nem são considerados excepcionais por especialistas, são apenas bons alunos, capazes de escrever a respeito de “qualquer assunto” pois sabem decodificar o que leem. (Um destes 250 é egresso do Colégio Militar de Campo Grande - Danilo Erly, que merece os parabéns por ser Um Bom Aluno).

Assim como um professor, do meu começo, era avaliado pelo resultado de sua turma de alunos e não permanecia na instituição de ensino - no meu caso, Colégio Dom Bosco - se os alunos não fossem bem-sucedidos - claro, meu contrato de trabalho era para ensinar as matérias e conteúdos exigidos pelo sistema, logo, meu compromisso era ensinar e Ponto.

..... Gostaria de saber quem está cobrando dos professores estes vergonhosos resultados?  A que tipo de “repreparo” estes professores estão sendo submetidos? Que penalidades estão recebendo pelo massivo insucesso dos seus alunos?  Que medidas efetivas estão sendo tomadas pelo governo para que esta situação se reverta?  Que relação existe entre Mérito e Resultado para o professor que corresponda a esta relação para o aluno “aquele que não aprende, aquele indisciplinado, aquele sem limites?”  E por aí vai a lista dos “defeitos do Aluno”. Perfeito.

Mas onde está a lista correspondente dos professores? Mudou a relação contratual de trabalho?  ENSINAR o aluno a aprender Não é mais a finalidade deste contrato? Se não se cumpre o contrato Tudo fica por isto mesmo?

Juro que ando cansada de ver a doença da Desculpite que tomou conta da classe de docentes.  É a antiga chorumela - o professor ganha mal, logo não se pode exigir muito dele. Coitadinho! Tá. E daí?

Qual a responsabilidade Social deste profissional com o seu País?

Que se Brigue e muito, nos Sindicatos para que o Professor seja remunerado de forma digna. Isto é inegociável. Mas as esferas são diferentes. Não há como misturá-las. Não é o País que vai pagar o pato.

É preciso que se dê um basta aos resultados acachapantes do nosso sistema de ensino - em todas as avaliações internas e as mais vexatórias - quando comparadas com as de outros países. Morro de VERGONHA como brasileira.

Há muito, está passada a hora de se dizer BASTA! a tudo isto. Está na hora dos pais, dos empresários - que tem que importar colaboradores porque os daqui  não servem pela incompetência, dos professores dedicados e que fazem a sua parte com responsabilidade e que se sentem humilhados pela imagem que a sua classe profissional exibe, os governantes, que vão para os palanques carregando a bandeira da EDUCAÇÃO boa de voto...

Que TODOS digamos NÃO ao E ...NEM TÔ Aí... que tomou conta de nosso país.

Há mais de 50 anos eu repito o mesmo mantra - A Educação é o caminho mais curto e mais seguro para o desenvolvimento da sociedade em todos os seus vieses.
 

domingo, 5 de julho de 2015

Com apenas 26 anos, Clezivaldo Mizael toma posse presidência Rotary de União dos Palmares

Apesar da idade, jovem afirma que está preparado para assumir o desafio 

Com apenas 26 anos, Clezivaldo Mizael Neto tomará posse nesta terça-feira, 7, na presidência do Rotary de União dos Palmares e disse à reportagem que está preparado para assumir o desafio.
 
Clezivaldo Mizael foi eleito por unanimidade no último mês de dezembro e disse que está no Rotary há apenas onze meses. Segundo ele, desde a pré-adolescência sempre gostou de atuar em ações sociais, políticas. “Tudo começou na escola, fui presidente de sala em todos os anos que cursei o ensino fundamental e médio, só perdi eleição uma vez [rsrs]; fui presidente do grêmio estudantil da Escola Carlos Gomes, presidente da UMES, membro do Conselho de Direitos da Criança e Adolescente, membro do Conselho Municipal de Segurança Pública, nunca gostei de ficar parado, o social sempre foi meu lado forte”, observa.
O jovem Clezivaldo Mizael conta ainda que em 2014 recebeu o convite pra conhecer o Rotary e foi visitar: “Gostei do plano e objetivo da organização, de seu papel social em nível mundial e me associei”. Abaixo a pequena entrevista concedida à reportagem.

                                   
Primeiro Momento -  É a primeira vez que você assume a presidência da instituição?

Clezivaldo Mizael Neto - Sim, é a primeira vez. Faz apenas 11 meses que sou rotariano e em dezembro, época em que sempre se escolhe o próximo gestor do clube, fui eleito por unanimidade para presidir a organização no ano rotário que corresponde 2015/2016.

PM -  Quantos anos você tem?

CMN – (risos) 26 anos.

PM - Por que você, um rapaz tão jovem, resolveu assumir um cargo tão importante e de muita responsabilidade em uma instituição internacional como o Rotary?

CMN  - Desde a pré-adolescência sempre gostei de atuar em ações sociais e políticas; enfim, tudo começou na escola: fui presidente de sala em todos os anos que cursei o ensino fundamental e médio, só perdi eleição uma vez [rsrs]. Fui presidente do grêmio estudantil da Escola Carlos Gomes, presidente da UMES (entidade dos estudantes do município); membro do Conselho de Direitos da Criança e Adolescente, membro do Conselho Municipal de Segurança Pública. Nunca gostei de ficar parado; o social sempre foi meu lado forte. Em 2014 recebi o convite para conhecer o Rotary e fui visitar; gostei do plano e objetivo da organização, de seu papel social em nível mundial e me associei. Vi que no Rotary eu poderia ter a oportunidade de servir, de fazer mais por minha comunidade, claro com o apoio dos sócios e parceiros em potencial. 

PM -  Está preparado para esse desafio? Qual o seu objetivo?

CMN  - Reconheço que na juventude temos muita força e ânimo para fazer muita coisa ao mesmo tempo: a energia, pressa, mil sonhos, enfim... Mas dirigir um clube que carrega um nome tão forte exige habilidades como a perseverança, paciência, sabedoria e o trabalho. Estou preparado e tenho vários objetivos como: fortalecer nossa cidade com ações pontuais, fortalecer nosso clube com o aumento do quadro associativo, e enfim estar sempre disponível para servir nossa comunidade. Assim como servimos no momento daquela terrível catástrofe natural em 2010, o Rotary foi a primeiro organização a chegar na região com as barracas para abrigar as famílias [Shelterbox], roupas, alimentos, remédios, artigos para higiene, etc. Já servimos com o projeto LigthHouse e hoje com os projetos setoriais do programa ‘Eu sou União’.

PM - Você tem se engajado em algumas campanhas humanitárias em União. Quais são essas atividades e que resultado elas trouxeram?

CMN  - O Rotary em sua área de atuação concentra esforços em combater doenças, levar água potável para as comunidades onde não existe água limpa, fomentar educação, construir caminhos para a paz, cuidar de bebês e mamães evitando a morte infantil e materna, ajudar comunidades a se desenvolver econômica e sustentavelmente. Ao entrar no Rotary fiquei pensando no que poderíamos fazer para ajudar a cidade: daí lembrei dos bairros que têm espaços para práticas esportivas, mas não há nenhum incentivo, nem do município ou de outras organizações. Fiz um projeto, conseguimos recursos e estamos realizando A Caravana do Rotary, sempre tendo os parceiros e colaboradores em potencial desenvolvendo atividades esportivas, recreativas, de saúde e sociais. Os resultados são extraordinários, desde o sorriso da criança com olhar cheio de esperança, até a mãe que leva seu filho pra atendimento e recebe orientação de saúde e bem estar familiar.

PM -  Você acha importante esse tipo de ação? Por quê?

CMN  - Sim, sem dúvida. Temos visto, diariamente, centenas de crianças, jovens, adultos e famílias sofrerem as consequências da violência criminal e da violência de direitos. Direitos estes que são desviados do povo por políticos que não honram o dever outorgado pela população. Acredito em União e acho que as pessoas têm um poder extraordinário dentro de si: somos frutos de uma ideia divina e como filhos de um Deus misericordioso, benevolente, somos herdeiros destas características; só precisamos de um estímulo para viver e é o que estamos oferecendo.

PM - Fale um pouco de suas propostas e projetos. Pretende se candidatar a algum cargo público além da presidência do Rotary?

CMN  - Um ano de mandato passa muito rápido, estamos motivados à concluir o projeto ‘Eu sou União’ – a etapa esportiva será concluída em setembro e doaremos para as comunidades Newton Pereira e Nova Esperança todo o material esportivo usado no projeto, em seguida iremos para área da cultura com a produção de vídeos e fotos sobre a história de União, seus personagens históricos e vivos. Também temos o projeto “Arte no muro” que levará nossa cultura para as paredes ‘sujas’ da cidade com um pouco de grafite e pintura. Enfim, são várias ações, são muitas ideias e o tempo urge, entretanto de todos os projetos o que mais cativou é o sonho de abrir a Escola de Música do Rotary e acredito que iremos com a ajuda da população. Quanto à segunda pergunta, toda pessoa pública que tem respaldo e apoio da comunidade pensa ou já pensou em ocupar um cargo público: eu acredito na política séria, limpa, comprometida com o coletivo, transparente e com diálogo direto, acredito que ser prefeito, vereador, secretário do Executivo é uma honra para qualquer cidadão de bem com estas características. Eu acredito. Mas não há nenhum plano para que eu dispute eleição em União nestes próximos anos. Quero encerrar meu mandato no Rotary e me preparar para o futuro, outros desafios virão.

PM - Qual a importância da família para você?

CMN - Família para mim é o princípio de tudo: sem pai ou mãe não somos nada, aliás nem existiríamos; vivemos num mundo globalizado, onde o acesso à informação ficou mais prático e fácil, e isso é bom. Os direitos individuais e coletivos têm sido debatidos diuturnamente e isto é extraordinário, defendo o direito de todos, defendo a família, acredito que a família bem instruída, compromissada nos valores morais, sociais e espirituais tem muito a oferecer para a comunidade. Sou fruto de uma família assim, não posso deixar de defender a família.

PM - O que acha da aprovação da maioridade penal na Câmara Federal?

CMN  - A sociedade não amadureceu a ideia ainda;  o assunto não foi discutido abertamente com a sociedade e a mídia jogou uma bomba para a população. Obviamente que a sociedade escolheu a forma mais ‘prática’ à vista dela; o sistema falhou com a segurança e com a educação no país nos últimos anos, apesar dos avanços claro. Vimos cada vez mais crianças e jovens serem vítimas ou serem participantes de crimes. A Câmara apenas atendeu um apelo popular, se vai dar certo ou não, o tempo dirá. Mas eu defendo sempre a vida, a oportunidade de transformação através da família, da religião, do trabalho digno e claro da educação.

PM  - Avalia que a solução para jovens infratores seja a reclusão?

CMN  - Não. Ninguém aprende nada de bom preso num cubículo frio, sujo e escuro com outros infratores. A solução é mudar todo o sistema de reclusão brasileiro, mas ninguém discute isso porque exigiria reformas, investimentos e quando se fala em investimentos, o assunto rapidamente é dispensado. Prender, calar, bater, matar não é solução para as mazelas que há na sociedade, precisamos sim construir oportunidades para que crianças e jovens tenham a chance de ter uma vida digna. Acredito que quando o sistema verdadeiramente funcionar, não teremos tantos casos ruins, como os que temos visto.

PM  - Fique à vontade para fazer suas considerações

CMN  - Sinto-me muito honrado em poder servir à minha comunidade como presidente do Rotary Club de União. É uma oportunidade de dizer e mostrar que a juventude tem muito a oferecer, é o momento de mostrar que temos sim condições de protagonizar as mudanças que queremos na nossa cidade. Há muito a ser feito e muito vamos fazer. Sou grato por cada passo e ajuda que obtive no meu caminho, eles me trouxeram aqui. Obrigado pela oportunidade de falar um pouco sobre este desafio. “Pronto para mais uma missão, vamos ao trabalho”.


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Mãe pode ser presa por reclamar de sua filha vestida de mãe de santo

 Ex-namorada do ator Henri Castelli é acusada de intolerância religiosa 
 
A mãe da filha de Henri Castelli, Juliana Despirito, será indiciada por intolerância religiosa por ter reclamado nas redes sociais que o seu ex-namorado havia vestido a pequena Maria Eduarda com trajes da religião Umbanda.

O caso aconteceu no começo de maio e a yalorixá Neide Oyá, que aparece na foto com a criança, registrou um boletim de ocorrência no 2º Distrito Policial de Maceió alegando ser vítima de intolerância religiosa.

Juliana fez dois comentários sobre a foto, o primeiro deles no Instagram do ator dizendo: “Minha filha foi presente de Deus… Ela não pertence a nenhum outro espírito que não seja o Espírito Santo de Deus!”

No mesmo comentário ela alfinetou o ex-namorado dizendo: “Ao invés de falar de amor e bondade, seja de verdade! Parede de fingir o que você não é! Não adianta ser bonito por fora quando é escuridão por dentro! Eu sou mãe e sou eu que cuido!”

A mensagem teve muita repercussão na rede social e em seu próprio Instagram Juliana precisou se explicar: “#desabafo #chegadefarsa #chegadementira #aquinaoentramacumba PS: para quem se sentiu desrespeitado pela religião esta não foi a intenção. Minha filha quando crescer vai poder escolher o que faz ela feliz! Só não acho certo eu ver minha filha vestida de mãe de santo sem ter idade e discernimento das coisas. Se desabafei aqui é porque sou feita de carne e osso e tive os meus motivos! Como mãe me senti muito desrespeitada.”

Mas a mãe de santo se sentiu ofendida com a mensagem e procurou a polícia dizendo que teve medo por sua vida e pela de sua família. “De repente peguei o telefone e me apavorei. Senti medo e fui encurralada com a quantidade de ofensas e ameaças. O que ia acontecer com a minha família? Ela não atingiu só a minha imagem, mas sim todos da minha religião”, disse.

A foto foi tirada em um almoço comemorativo em Serra da Barriga, no sítio da mãe de santo em Alagoas. A imagem publicada por Henri Castelli teve mais de 16 mil comentários, muitos de críticas à religião e outros de apoio ao ator que é umbandista.

O caso de Juliana será investigado e ela pode ser condenada de um a três anos de prisão. Ela será indiciada por intolerância religiosa tipificada nos artigos 20 da lei 7.716/89 e no artigo 208 do Código Penal.

Ator e outras entidades religiosas também processam


O ator Henri Castelli já foi até Maceió prestar esclarecimento à polícia, ele também moveu um processo contra sua ex-namorada em São Paulo pelos mesmos crimes de intolerância religiosa.
“Ele (Henri) reafirmou que a conduta da Juliana foi ofensiva à mãe Neide, à religião e a ele próprio. A fala dele contribuiu para o andamento da investigação”, disse o delegado Alcides Andrade.

Além do ator outras entidades religiosas também moveram ações contra Juliana Despirito e segundo um dos advogados de Henri Castelli, o advogado Newton Pereira Gonçalves, outros órgãos que se sentiram ofendidos também poderão mover ações contra ela. “Outras entidades estão nos apoiando, se manifestando em seus estados com apoio dos MPs. Elas planejam entrar com outras representações. Assim sendo, esse caso ainda vai ter outros desdobramentos”, disse.

Zumbi dos Palmares

Zumbi dos Palmares  é um conhecido líder quilombola. Sua história começa em 1655 com seu nascimento em Alagoas, em um dos mocambos de Palmares. O seu nome vem do quimbundo “nzumbi”, e quer dizer “duende” (no Brasil, a tradução também é interpretada como “fantasma”). 

Com apenas sete anos, em 1662, Zumbi é capturado por soldados e entregue a um padre (Pe. António Melo) que torna-se responsável por sua formação. Batizado na igreja Católica como Francisco, ele ajudava nas missas além de estudar Português e Latim.

Aos quinze anos, em 1670, Zumbi foge para o Quilombo de Palmares  onde obtém reconhecimento pelas suas habilidades marciais. Com apenas vinte anos (1675) já é um respeitável estrategista militar e guerreiro, atuando na luta contra os soldados do Sargento-mor Manuel Lopes.

1673 é a data do primeiro registro histórico referente a Zumbi. Seu nome aparece em relatos portugueses sobre uma expedição que foi derrotada pelos quilombolas.

Em 1678 o líder de Palmares, Ganga-Zumba, é chamado a negociar com o governador da Capitania de Pernambuco (Pedro de Almeida). A proposta do governador consistia em dar liberdade para os negros do Quilombo de Palmares perante a submissão à Coroa Portuguesa. Ganga-Zumba aceita, mas Zumbi vai contra essa decisão alegando que não se podia dar a liberdade somente ao povo de Palmares havendo ainda milhares de outros negros sendo escravizados. Por este ato, Zumbi se torna o novo líder de Palmares.

Notando a dificuldade de derrotar o quilombo, contrata-se o bandeirante paulistano Domingos Jorge Velho. Com o apoio do governo, Jorge Velho e seus homens rechaçam Palmares e ferem Zumbi, que consegue fugir. Um ano depois, ao dia 20 de novembro de 1695, Zumbi é delatado por um antigo companheiro – após localizado, ele é preso e degolado.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Riacho transborda em União dos Palmares

 O riacho Canabrava, que atravessa dois bairros da periferia de União dos Palmares, um dos principais afluentes do Rio Mundaú, transbordou na tarde de hoje causando aos moradores da região.

A água invadiu algumas ruas no bairro Roberto Correia de Araújo e moradores estão preocupados com a possibilidade de terem que deixar suas casas, pois as fortes chuvas não param de cair na cidade.

A redação recebeu algumas fotos, enviadas pela moradora Maria Cícera, que reside próximo ao riacho. Todo ano quando chove, os moradores ficam apreensivos por conta das águas que invadem as ruas da periferia de União dos Palmares.
 
Em 2010 uma grande enchente afetou 19 municípios no Estado e ainda hoje famílias estão desabrigadas aguardando casas do programa da reconstrução. As ruas da Ponte e do Jatobá, em União, foram dizimadas pelas águas do Mundaú. 

“Na entrada da cidade e em bairros periféricos cortados pelo riacho Canabrava, quando chove é um desespero, pois grande parte do riacho foi aterrado para construções, mas quando chove a natureza requer o lugar de volta”, disse uma moradora do bairro. 

Segundo informações de moradores, duas pontes já estão cobertas no bairro.

Fonte: Primeiro Momento

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Faça seu curso nas áreas de Administração, História, Matemática, Educação Física, Serviço Social, Ciências Biológicas e Teologia

  1. Atenção:
O Centro de Educação Básica e Profissional Santa Maria Madalena – CEPB, em parceria com Instituições de Ensino Superior, CREDENCIADAS E RECONHECIDAS pelo MEC, trouxe para União dos Palmares e região o Programa Especial de Extensão Superior - PROEX. 

Faça seu curso nas áreas de Administração, História, Matemática, Educação Física, Serviço Social, Ciências Biológicas e Teologia. 

AULAS PRESENCIAIS. 

INSCRIÇÕES GRÁTIS. 

E Mensalidades a partir de R$ 165,00 Reais e trazendo um amigo ou parente receberá desconto especial na primeira mensalidade.

Para portadores de diplomas em busca da segunda graduação temos desconto especial para servidores públicos. 

Inscrições abertas até o dia 24/07. Seleção em 26/07. Início das aulas em agosto de 2015. Garanta já sua vaga. Não perca esta oportunidade de investir no seu futuro.

Maiores informações 3281-4223 ou 99103-3182 / 99931-6993. 
Centro de Educação Básica e Profissional Santa Maria Madalena. 
Rua Orlando Bugarim, 76.