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domingo, 4 de agosto de 2013

Campanha "Doe Sangue e passe a bola para um amigo"

Saiba mais sobre "Doe Sangue" aqui em União dos Palmares, AQUI

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

3ª Semana da Diversidade Sexual de União dos Palmares, será em setembro

Saiba mais AQUI.

O que fazer?

Fazia tempo que eu não me sentia assim, para baixo, aperreada e incrédula, sem saber como vou passar o mês se as despesas não vão poder ser cobertas por conta da falta de aporte financeiro. Sou uma empresa falida, sem capital de giro, sem crédito na praça, mas com muita esperança.

Não costumo mais usar os termos negativos de antes para classificar minhas incertezas, para não atrair energia ruim: mas confesso que me senti entristecida hoje e chorei. De repente, uma sensação de inabilidade diante das coisas práticas, de não saber como administrar o caos financeiro que é a minha vida se abateu sobre mim.

Tento me acercar de todas as minhas teorias positivas que aprendi com meus estudos e estímulos de autoajuda diante da nova postura que adotei para minha vida, mas nessas horas de quase descontrole emocional a gente se perde um pouco e fui me socorrer com quem sempre me alegra e está mais perto de mim: meus bebês de quatro patas.

São eles que dão razão à minha vontade de não fraquejar diante da vida; tenho responsabilidades com eles e são essas responsabilidades que me chamam a atenção para a vida. Preciso reagir para não deixá-los tristes.

Malu logo advinha que não estou bem e corre para me consolar, sofregamente, da mesma forma que o Oto. Eles me dão gostosas lambidas na cara para me dizer que eu não estou sozinha na vida, que ainda os tenho para preenchê-la e que vai aparecer uma maneira de eu melhorar de vida.

Os gatos também têm um sexto sentido e se colocam em alerta: Bruce Wayne mia e me chama, correndo atrás de mim o tempo todo; Janis Joplin quer me acompanhar até para o trabalho e fica na rua até eu voltar: só entra quando eu chego.  Aurora me olha com aquele olhar pidão dela, na maior calmaria.

Eles me dão o amor incondicional, sem pedir muito em troca, a não ser um pouco de atenção e carinho e nos devolvem isso com muito amor e agradecimento.

Tudo vai se resolver, com força de vontade, pensamento positivo e muita fé, se Deus quiser, digo a mim mesma e tomara que essa situação se abrande um pouco, porque não quero ficar pensando nisso, de jeito nenhum. Boa noite e fiquem com Deus.
 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Conheça o comunicador Alisson Francisco

Comecei minha vida no Rádio em março de 2000 na Rádio Serrana FM 95.1 em Ibateguara (Rádio Comercial), antes disso, passei três meses como operador de áudio. Logo em seguida recebi uma proposta da diretoria da rádio para ingressar como locutor das 22hs às 00hs ficando três meses nesse horário, ao mesmo tempo fui editor e produtor comercial. 
 
Com o reconhecimento do público radiofônico fui rapidamente para o horário das 13hs às 16hs e logo em seguida passei para o horário da manhã, onde consegui o maior índice de audiência daquela emissora. Com cinco anos na Serrana FM 95.1 tornei-me diretor de programação por mais de três anos. Tínhamos também no mesmo prédio, a Rádio Planalto FM 87.9 (Comunitária) do mesmo grupo de comunicação, onde também fiquei a frente por um bom tempo.
 
Depois de 08 anos, fui para a Rádio Farol FM 106.7(União dos Palmares), onde fazia o programa Agita Alagoas aos Sábados das 11hs às 12hs e aos domingos das 08hs às 12hs da manhã naquela emissora. Fiquei durante seis meses e logo ocupei o horário da tarde. Durante os três anos que lá fiquei apresentei os seguintes programas diários: Hot 106, Pistolão e por último o Bom Dia Farol das 08h às 12hs da manhã. Fui diretor de programação da Rádio Farol FM União durante 2 anos. Aprendi muito e fiz muitos amigos naquela cidade.
 
Hoje estou como Locutor da Rádio Farol FM Maceió, sede da Rede, pertenço também ao departamento comercial da TV Farol Canal 16 UHF (aberta) na Capital alagoana do mesmo grupo. Breve estarei apresentando na TV Farol um programa de Clipes Gospel com cobertura dos grandes eventos e entrevista de artistas. 
 
Com o tempo ganhei espaço no mundo das edições. Hoje gravo comerciais para os maiores eventos do Estado, do secular ao seguimento gospel. Também apresento em Maceió grande parte de eventos Gospel com cantores de nome e renome nacional. 
 
Fiz durante seis anos os Blocos Amor Q Fica e Bicho Folia na Cidade de Ibateguara e União dos Palmares. Hoje como sou evangélico, arrendei o nome do evento a outro empresário. Agora só realizo eventos evangélicos como a Adora Ibateguara e Marcha pra Jesus também da mesma cidade.
 
E essa foi um pouco da minha historia. Sou Alisson Francisco, locutor, editor, produtor, empresário e apresentador. Que Deus os abençoe.


A tatoo da Beleza Negra, Auricéia Nunes



"Eu quis fazer uma homenagem aos meus pais", diz Auricéia Nunes sobre a tatoo que tem nas costas com o nome dos pais. Aos 16 anos a adolescente que já foi eleita a mais bela negra da comunidade quilombola do Muquém. É filha de Dona Irinéia Rosa Nunes que faz parte do Registro do Patrimônio Vivo em Alagoas (RPV/AL) desde 2005 e do artesão Antônio Nunes. A estudante não pretende dar continuidade ao ofício dos pais.

A filha caçula da artesã quer ser veterinária e "Dos meus irmãos só Mônica Nunes quem acompanha meus pais nas palestras e nas vendas dos objetos. Nenhum dos filhos teve interesse pelo artesanato, a gente sempre viu em nossa casa as dificuldades financeiras e olha que minha mãe é conhecida". Observa Auricéia.

No dia em que tirei as fotos nem deu para conversar direito com ela, já que estava acontecendo uma confusão na Escola Municipal João Costa onde o evento II Conferência de Cultura era realizado. (Veja AQUI)

Segundo a estudante sua mãe está empolgada com a possibilidade de expor seus artesanatos em algum quiosque aqui em União dos Palmares ou no Povoado Muquém.   

 Irinéia e Auricéia Nunes

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Índice de Desenvolvimento Humano de União dos Palmares é baixo


Celebridades com os palmarinos

Diego Calixto e Elaine Lira junto do ator Caio Castro em Fortaleza, no Ceará. O ator e os palmarinos foram curtir o Fortal, tradicional carnaval fora de época da capital cearense

Jaci Lucia e os atores Marcelo Serrado e Fernanda Paes Leme. Acima espetáculo Rain Man, em cartaz no Rio de Janeiro.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Minha experiência da JMJ Por Fábio Silvério

Já se sabe: eu fui à JMJ! Eeehh!.. E gostaria, como inclusive me pediram para fazer, de contar um pouco da minha experiência de ter comparecido no maior evento católico destinado à juventude do mundo.

 Fiquei hospedado na casa de uma amiga, a Joyce, a quem eu já conhecia virtualmente. Sobre isso, não sei nem como descrever a imensa hospitalidade que tiveram conosco. Toda a família da Joyce me recebeu como um filho e foi como tal que me senti, de fato. Já na primeira manhã, a mãe dela, dona Marilda, me acordava com um suco estranho e que, não obstante o gosto esquisito no paladar, causou-me um gosto maravilhoso no coração. Aquele mimo era para mim um claro sinal do cuidado divino que, nestes dias benditos, se expressou de modo muito particular nos atos da dona Marilda.
 
Ela é alguém de uma simpatia toda singular. Nos deixou muito à vontade e era só sorrisos. Deu-me também uma lição. Disse-me: "O alimento é para sustentar o corpo. O ser saboroso é uma regalia de Deus". Relembrei isso diversas vezes. É verdade. Alguém pode dizer: isso é desculpa para quem não sabe cozinhar. Haha.. Na verdade, a comida da Dona Marilda é tão boa que eu estou sonhando com ela até agora.

Não sei descrever a gratidão que me vai na alma por me ter posto num lugar tão acolhedor. De fato, foi um prêmio imenso que Deus me deu diante do pequeno ato de Fé que fiz: o de ter confirmado as passagens quando ainda não me era claro onde me hospedaria.

Além dela, o senhor Wilson, seu esposo, demonstrou ser não apenas uma só carne com ela, mas possuir também a sua mesma alma: muito acolhedor e muito atencioso. Levou-me inclusive para conhecer a sua mãe, a Dona Júlia, de quem ele discorda só num ponto: o time preferido. Seu Wilson é flamengo doente. Dona Júlia é Botafogo.

Antes de viajar, eu pedia a Nossa Senhora que me protegesse. E o resultado? A família que me acolheu era toda consagrada à Virgem Maria pelo método de S. Luis Maria Grignion de Montfort. O bairro ou distrito ou sei lá o quê era também dedicado a Maria Santíssima. Inclusive, ganhei da dona Marilda uma medalhinha milagrosa. E aí? Minhas orações foram ouvidas ou não? rs

Hoje de manhã, Dona Marilda levou-me até o ponto de pegar o ônibus para o aeroporto. Por minha causa, saiu mais cedo do que de costume. Pegou dois ônibus comigo e me esperou pegar o terceiro. A toda hora, eu sentia o seu cuidado e aquilo me estremecia por dentro. Foi com os olhos marejados e com um nó na garganta que me despedi. Deus abençoe a família Rocha.

A experiência da JMJ foi única. É muito belo contemplar com os próprios olhos a força do catolicismo. É claro que se poderia contestar aqui a qualidade de tal catolicismo de massa. No entanto, é fato que a Igreja é ainda profundamente atrativa porque sua beleza descende do próprio Cristo, que é Beleza em si. É muito bonito ver que o Papa, um homem idoso e sem tantos atrativos estéticos e mundanos, consegue atrair milhões de pessoas, mesmo em nossa época extremamente secularizada. É belíssimo olhar para o lado e ver uma pessoa que, ainda que não se lhe saiba de antemão qual o idioma que fala, é católica apostólica romana.

Ver o Papa foi imenso. Uma euforia só. O comentário que tive de ouvir por lá foi: "Fábio é todo centradinho até ver o Papa." haha.. De fato, foi só vê-o que me dispus a correr em sua direção e me perdi momentaneamente das pessoas com quem eu estava. Vi o Papa e parecia que meus olhos relutavam a crer que fosse real. Na hora, me veio a sensação de que se tratava de qualquer tipo de tela extremamente sutil pela qual eu o via. Mas não. Era ele! Aquele que, como dizia Sta Catarina de Sena, é a doce sombra de Cristo na terra; aquele que exala o bom odor de Cristo; que é símbolo inexorável de Cristo e como que janela do transcendente. Passou por mim acenando amigavelmente, num ato que parecia querer significar que o próprio Deus me sorria ao invés de zangar-se dos meus pecados. Contemplando a face e o jeito do Papa Francisco, eu não somente sabia, mas via: "Deus é bom". Faz uma diferença imensa saber que Deus é bom. Experimentemo-lo! E repito: é preciso saber não apenas em teoria, mas encarnar esta sabedoria, isto é, ter em si o sabor da bondade divina. Sabor e sabedoria possuem o mesmo radical. Francisco parece ter uma sabedoria que é algo mística, cheia do sabor de Deus. Vendo-o, penso em S. Francisco de Assis: "o verdadeiro cristão não consegue esconder a alegria que o anima por ter descoberto este tesouro."

A JMJ também foi ocasião de eu conhecer pessoalmente quem eu só conhecia virtualmente, como a própria Joyce, a Sabrine, a Angélica, etc. De outras, eu nem sequer sabia que existiam e, graças a Deus, tive a honra de conhecê-las, como à Paula e aos seus amigos argentinos com os quais passamos mais de 24 horas juntos. São bons amigos que pretendo cultivar pela eternidade.

Um destes, inclusive, causou-me viva impressão. Pareceu-me como um "irmão de alma". Embora seja meio pretensioso dizer isso, foi como me soou. Identifiquei-me com certas disposições interiores deste rapaz. Parecia-me ver a mim mesmo sob alguns aspectos. E isto também foi algo da providência divina. Algo como uma seta luminosa a me recordar verdades fundamentais e chamadas específicas que Deus me fez. Aí nós dois:
 
Foi já com uma certa tristeza que assisti aos eventos finais. Depois da madrugada de vigília, o domingo surgia numa manhã limpa e ensolarada. Tive calor pela primeira vez em vários dias. Isto me fez recordar de uma frase de Sta Teresa D'Avila: "de amor está se abrasando o que nasceu tiritando". Se a jornada, no seu início, nos surpreendeu pela frieza do tempo, estranhada até pelos próprios cariocas e que bem podia simbolizar o estado espiritual com que começamos o evento, agora, no seu término, ela nos saudava com um calor que talvez pudesse representar o despertar interior, o efeito gerado por Deus nestes dias de Graça. Mas ainda assim, saber que a coisa estava chegando ao fim me deixou o tempo todo muito introspectivo. Era como se eu quisesse, de algum modo, estagnar o tempo a fim de que o término não ocorresse. Mas ao mesmo tempo, eu sabia que é preciso deixar as coisas irem. É preciso desapego e pobreza interior. Como a Paula bem me falou: ver as pessoas aqui reunidas na praia nos faz lembrar o evento da Transfiguração, no monte Tabor. Parece-nos querer pedir a Jesus para fazer tendas e aqui ficar pelo resto da vida. Porém, extasiados por tudo isso, não sabemos o que dizemos. É necessário, antes, já que iluminados pela luz ali manifesta, descer o monte e ir comunicar esta graça aos demais que ainda não conheceram a Nosso Senhor, ou que o conheceram e deixaram-No escapar. É preciso que reencontrem a disposição da esposa dos cantares: "encontrei Aquele que meu coração ama e não O largarei". Mas, antes, encontremo-la nós! Deixamo-lo escapar quando pecamos mortalmente. Fiquemos com Ele e Ele ficará conosco.

Enfim, passado tudo, pergunto-me: aconteceu de fato? Sim. Aconteceu. Porém, a efemeridade destes momentos privilegiados nos lembra que ainda estamos no exílio e que a felicidade só será completa no outro mundo. O fato de termos de voltar às nossas vidas e à cruz de cada dia é também uma grande lição. Não ponhamos o fundamento da nossa vida neste mundo. O tempo é contínuo fluxo; não possui estabilidade. Fiar-nos nele para sermos felizes é como construir uma casa sobre a areia. É empresa fadada ao fracasso. Ponhamos nosso coração em Deus, façamos d'Ele o nosso tesouro, e estaremos firmes sobre a rocha.

Eu ia escrever ainda alguma coisa sobre as críticas que sujeitos fizeram à JMJ a ponto de desacreditá-la de todo. Mas, não. Já falei algo disso. Digo somente o seguinte: Há quem queira criticar tudo quando não se adéqua às suas próprias opiniões. Eis a própria definição da soberba. Esta, a fim de se afirmar, se disfarça com mil zelos e sutilezas. Mas quem quer que a conheça, lhe distingue os traços a quilômetros de distância. A virtude é natural, espontânea e reta. A soberba é afetada e dissimulada. Seus efeitos não visam adequar-se a nenhum objeto. Estes servem apenas de pretexto ou "causa justificadora". Na verdade, a soberba quer causar sensações pura e simplesmente. E para isto se disfarça. Um certo racionalismo a serviço do irracionalismo da busca por admiradores é muitíssimo comum. Não falta quem queira ser o último porta-voz do catolicismo, uma espécie de novo Elias. Para tal, recorrem a mil práticas devocionais, todas em latim, e se privam do contato contra os "leprosos" modernistas. Uma e outra dessas atitudes fortalecem a ilusão da assepsia. E se a soberba lhes corrói a alma, importa somente o externo, o aparente. 

Há mil coisas que aconteceram na JMJ e que eu não sei contar direito. Isto aqui é somente uma exposição sucinta, mais interior que exterior, de como foi a minha jornada. Quem quiser saber de algo mais específico, pergunte-me e estarei feliz em responder, se o souber.  

Para terminar, quero agradecer mais uma vez à boa alma que me proporcionou os meios para esta viagem e para as alegrias que lá tive. Que Deus a abençoe e recompense sem medida. Que a Virgem Maria nos conduza a todos. Pax.

Fábio Silvério.
 
Primeira vez que vou ao Rio e que viajo de avião. Aí a minha cara de alegria pelo primeiro vôo.

Minicurso “TEORIA E MÉTODO DA GEOGRAFIA NOVA: PENSANDO TEMAS DE PESQUISA PARA ALAGOAS”

Ministrante: Fernando Antonio da Silva (Mestrando em Geografia pela Unicamp).
Mais Fernando Antonio da Silva, no blog AQUI.  
Próximo sábado dia 03 de agosto, no campus V da UNEAL.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O rapaz que tirou a roupa e a plateia que ficou nua

Mesmo adoentado, foi impossível ficar longe da história do rapaz que ficou nu numa festa de formatura, no último sábado.

Não o conheço e não tenho a mínima ideia de quem se trata. Não sei ao menos se ele sofre de algum distúrbio, ainda que momentâneo e pontual.

Entendo e compreendo o comportamento da meninada que estava no local, bem próprio da idade – a galhofa vai render dias de conversas e muitas piadas.

Mas alguns pontos me chamaram a atenção no episódio. Por exemplo: a quantidade de pessoas filmando a cena, com o objetivo claro de postar na rede – o que fizeram.

A sociedade do espetáculo só vê a vida em replay ou pela tela de um celular. Eis uma “doença” que se espalha entre adolescentes, jovens e adultos infantilizados (uma espécie que se multiplica mais do que rato na era da internet).

Também me pergunto (e fiz a mesma indagação a alguns “velhos” da minha idade): o rapaz não teria um só amigo ou conhecido, no local, com algum altruísmo, uma nesga de solidariedade, que o impedisse de chegar ao desfecho midiático?

Posso estar equivocado, afinal o tempo é traiçoeiro para quem tenta resgatá-lo, mas na minha geração muito dificilmente fato semelhante aconteceria.

Haveria, sim, um de nós que ao menos tentaria impedir que se chegasse àquele desfecho, ainda que com o uso da força. Ninguém ganhou com aquilo: perdeu o rapaz, que dificilmente resgatará seu sossego, perderam aqueles que só trataram de filmar o “escândalo”.

Se alguém tinha algum distúrbio, ali, não me parece que era só ele.

Blog Ricardo Mota