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domingo, 10 de abril de 2016

Estudar para quê mesmo? - por: Professor Nazareno

O Brasil tem um dos piores sistemas de educação do mundo. As escolas públicas principalmente estão em “petição de miséria” já há muito tempo. Ao contrário do que se pensa a situação também não é nada animadora nas escolas particulares.

Nossas universidades estão entre as piores do planeta e praticamente não formam bons profissionais afinados com a demanda do mercado de trabalho. Nunca ganhamos um Prêmio Nobel ou um Oscar e nunca nos destacamos em nada quando o assunto é conhecimento ou educação de qualidade.

Nossas escolas têm apenas meio turno diário de aulas enquanto nos países civilizados há quase um século que se trabalha em escolas com turno integral. Porém, investir em educação de qualidade no nosso país pode não ser um bom negócio tendo em vista a mentalidade de atraso já incutida entre todos nós.

De fato, o maciço investimento em educação de qualidade e na consequente boa formação dos nossos alunos pode mudar radicalmente em médio prazo todos os conceitos da pré-histórica mentalidade da sociedade brasileira. Com intelectuais, cientistas e pessoas com conhecimento de mundo entrando anualmente “aos montes” no mercado de trabalho muitos conceitos arraigados em nossas atrasadas mentes mudariam significativamente.

Carnaval, por exemplo, não existiria. Pelo menos da maneira fanática, apolítica e irresponsável como é hoje. Dificilmente se veriam intelectuais, homens cultos e PHD’s vestidos de mulheres e se drogando no meio das ruas. A mídia mudaria o foco e passaria a divulgar conhecimentos e responsavelmente cuidaria da boa formação de todos os brasileiros. Diferente do que faz hoje quando só visa ao dinheiro.

Embora no Brasil o Estado seja laico, os conceitos religiosos também teriam profundas mudanças na nova sociedade. Como na Holanda, Japão, Suécia, Noruega e outras nações desenvolvidas, a maioria dos cidadãos não seria escravizada facilmente por falsos profetas e outros picaretas da religião em troca do vil metal.

Como vender terrenos no céu, indulgências e outras lorotas a pessoas cultas e com vasto conhecimento da realidade? Num país cujos cidadãos tivessem excelente leitura de mundo a tendência seria o desaparecimento total de todas as religiões e do proselitismo religioso. Além do mais, na hora de votar e escolher seus representantes, os novos eleitores seriam muito mais conscientes e criteriosos. Votar no PT, no Lula, em Mauro Nazif e em outras tranqueiras seria quase impossível com votantes mais esclarecidos.

O futebol seria visto apenas como mais um esporte e jamais como paixão avassaladora, tosca e alienante. Mas como muitos brasileiros comuns são acomodados e conservadores, essas mudanças por meio de uma educação continuada, inclusiva e de boa qualidade jamais seriam implantadas em nosso país.

Mudar para quê se está tudo caminhando “dentro da normalidade”? Ter uma religião, acreditar em Deus, se drogar no carnaval, votar a cada dois anos nos mesmos políticos ladrões, torcer por um time de futebol dentre outras sandices absurdas são coisas muito boas, por isso passar algumas dificuldades não é nada, já que a grande maioria necessitada da população deste país se sente feliz desse jeito.

Seguindo esta lógica maldita, não há sentido em estudar, adquirir conhecimentos, buscar leitura de mundo e se aperfeiçoar. O problema é que alguém pagará pelo erro alheio. Sem boa educação, caminha-se para esse caos onde já estamos.

*É Professor em Porto Velho.

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terça-feira, 5 de abril de 2016

Zumbi dos Palmares em Quadrinhos

A história de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, contada em forma de história em quadrinhos como nunca antes se viu. O Quilombo dos Palmares, localizado na Capitania de Pernambuco, atual região de União dos Palmares, Alagoas, era uma comunidade, um reino formado por escravos negros que haviam escapado das fazendas, prisões e senzalas brasileiras. Ele ocupava uma área próxima ao tamanho de Portugal. Naquele momento sua população alcançava por volta de trinta mil pessoas.
 
Zumbi nasceu na Serra da Barriga, Capitania de Pernambuco, atual União dos Palmares, Alagoas, livre, no ano de 1655, mas foi capturado e entregue a um missionário português quando tinha aproximadamente seis anos. 

Batizado ‘Francisco’, Zumbi recebeu os sacramentos, aprendeu português e latim, e ajudava diariamente na celebração da missa. Por volta de 1678, o governador da Capitania de Pernambuco, cansado do longo conflito com o Quilombo de Palmares, se aproximou do líder de Palmares, Ganga Zumba, com uma oferta de paz. 

Foi oferecida a liberdade para todos os escravos fugidos se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa; a proposta foi aceita pelo líder, mas Zumbi rejeitou a proposta do governador e desafiou a liderança de Ganga Zumba. 

Prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, Zumbi tornou-se o novo líder do quilombo de Palmares…

Para baixar clique no link: hq zumbi

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Trilha ecológica e passeio na Serra da Barriga fazem turistas virem a União dos Palmares

Poemas do palmarino Iremar Marinho

 Iremar Marinho

Os belos poemas do Iremar traduzem a expressão singela e  a magnanimidade da flor do lácio encrustada no âmago Alagoano.Vale a pena sempre uma visita ao seu blog recheado de harmonia e cultura.
Mário Augusto

Cabo das Tormentas

Iremar Marinho

Há um Cabo das Tormentas a passar
Há uma vida de tormentos a vencer
Há esquadras sobrepostas para o mar
Há o tempo para o império perecer

Há um reino que não volta do Alcácer
Há o poeta que espera o rei voltar
Há o nauta que naufraga ao Bojador
Há o império que sucumbe além da dor

Não consigo atravessar o Tenebroso
Mar Atlante. Como Sísifo e sua pedra
eu não passo o Cabo Não de cansaços

14 de julho de 2010


Conchavo para sopro e cordas

Iremar Marinho

Junte o lixo das palavras.
Para o poema vale tanto
quanto ouro vem da lavra.

Junte signos, emblemas.
Valem chaves para o abismo
no desenredar do tema.

Junte ritmos, assonâncias,
o eco das sinfonias.
Tudo serve à orquestração

de toda dessintonia.
Junte o não o nada nem
para fazer poesia.


Silêncio e palavra

Iremar Marinho

Como expressar horror
com palavras? Estão presas
ao papel (palavras sofrem)
à espera do meu grito.

Como alardear a dor
em fonemas, se as palavras,
já cegas, só ferem quando
manejadas, como facas?

Como viver no escrito,
se, já mortas, as palavras
são sepultadas na lápide
do meu sonho derradeiro?

Blog do Iremar aqui 

 
Conheça o palmarino Iremar Marinho: Veja

domingo, 3 de abril de 2016

Como se faz um bom aluno?

O que é preciso para ser um bom aluno? De que forma pais e escola podem ajudar no sucesso educativo? Professores e especialistas dão algumas respostas. 
As boas notas começaram a surgir no 10.º ano quando ingressou na Escola Secundária Aurélia de Sousa, no Porto. Até lá chegar, Jorge (nome fictício) era um “aluno médio”. Do tipo: chega o três; não é preciso estudar para o quatro. Qual a razão para a mudança?

Ao fazer o exercício de olhar para trás, o aluno, atualmente no 12.º ano, percebe que “muita coisa mudou”. Para começar pode, finalmente, frequentar a escola para onde queria ser transferido desde o 7.º ano. Depois, ao escolher o curso de Línguas e Humanidades, conseguiu um currículo com as suas disciplinas preferidas: Língua Portuguesa, História, Filosofia, Inglês. Nunca mais se contentou com a mediania dourada de até então. No final do primeiro período a pauta mostrava muitas classificações acima dos 15 valores.

Motivação e esforço. São duas palavras sem as quais não se pode abordar o tema do “sucesso educativo”, dizem os especialistas em pedagogia e psicologia. Como se faz um bom aluno? “A resposta passa pela diferença entre ter rendimento e aprender”, esclarece Ana Salgado, investigadora na área da autorregulação, na Universidade do Minho. 
Antes convém pensar no que significa atualmente “ser bom aluno”. Será aquele aluno que consegue tirar 20 a tudo? Ou que é capaz de resolver problemas? Ana Salgado prefere a segunda visão. “Cada vez se reconhece mais a importância do aprender a aprender. Saber onde estão os recursos, como os utilizar para resolver o problema e aplicar o que se aprendeu a outros contextos.”

Para Luísa Moreira, coordenadora nacional do FMS Fénix, um projeto contra o insucesso escolar, entende que um bom aluno não acumula apenas competências cognitivas, mas também sociais e emocionais. Importa que o saber não ocupe espaço à consciência cívica e à interação social. Outro aspeto importante, para se ser um bom aluno, diz a professora, é “encarar a adversidade e o erro como algo natural que faz parte do processo de aprendizagem”.
Vários estudos internacionais têm mostrado o quanto o insucesso escolar não está apenas dependente da escola e dos próprios alunos. A condição financeira das famílias pode ser decisiva nesta equação.

O último relatório do PISA, intitulado “Low Performing Students: Why They Fail and How to Help Them Succeed”, publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), confirma precisamente isso. Na lista de fatores de risco associados aos maus resultados dos alunos de 15 anos lê-se que “em todos os países os alunos oriundos de meios socioeconómicos desfavorecidos são mais suscetíveis de obter piores resultados que os seus colegas mais favorecidos”.

O estudo reconhece ainda que a autonomia das escolas é benéfica para os resultados dos alunos. Por um lado, refere que a existência de recursos e a melhoria das infraestruturas escolares são fatores importantes, mas só produzem resultados até ao momento em que estão reunidas as condições mínimas de qualidade. Significa que não basta aumentar os orçamentos na área da educação para contrariar os maus resultados. É preciso pensar quando e onde é necessário investir.

Dados nacionais resultantes de uma avaliação dos percursos de sucesso dos alunos do 3.º ciclo em mil escolas públicas, divulgados pelo Ministério da Educação a 24 de fevereiro, confirmam a mesma desigualdade mostrada pela OCDE. Quanto melhores são as condições económicas das famílias e mais alto o nível de habilitações literárias das mães, melhores são os resultados dos alunos.

Luísa Moreira concorda que “o sucesso educativo é plural”. Significa que não depende só das motivações intrínsecas do aluno, mas também dos contextos familiares e dos recursos da escola. “O segredo está em construir uma resposta, tendo em conta toda esta complexidade, atendendo aos desafios que os alunos colocam ao longo do seu percurso escolar.”

Os docentes são uma espécie de terceira pessoa deste plural. “Têm aqui um papel muito forte, pois é sabido que a relação professor-aluno é fulcral para favorecer a aprendizagem dos seus alunos”, lembra Luísa Moreira. E quanto à instituição educativa? As expectativas sobre o papel a desempenhar no sucesso escolar dos alunos são conhecidas: “A escola pode e deve mobilizar os seus recursos humanos e materiais para potenciar condições favoráveis para que cada aluno, de acordo com as suas características, se torne o melhor possível nas mais diversas áreas do seu desenvolvimento.”

Planear, executar e avaliar
Mas não basta a motivação para se ser um bom aluno. “É preciso trabalho, treino e esforço”, acrescenta Ana Salgado. Resumindo, há que estudar. Mas nem todo o estudo alcança os melhores resultados. Porquê? A especialista responde que “nesta era das tecnologias, as distrações e as solicitações são muitas”. Televisão. Computador. Telemóvel. São fortes adversários na luta de estar sentado na secretária a estudar a matéria. “Não digo que o aluno tenha de repetir cem vezes a mesma tarefa. Mas tem de ter uma rotina, um hábito de trabalho e sacrifício de determinadas atividades.” A chave para gerir tudo isto, diz, está na autorregulação do comportamento.

Aplicada ao estudo, a autorregulação surge como uma estratégia - quase empresarial - para atingir o sucesso educativo. “Se o aluno conseguir aplicar a lógica do bom planeamento, ir monitorizando a execução e no final avaliar o que correu menos bem e tentar implementar uma mudança no dia seguinte, gradualmente, vai aproximar-se de uma eficácia máxima.”

Chegar a essa competência de organização requer muitos passos. Mas que podem ser dados desde o pré-escolar, com crianças entre os 3 e os 5 anos. Como? Colocando uma série de perguntas que ajudam a criança a regular o seu comportamento. Por exemplo: O que correu bem? O que gostas? O que não gostas? “São questões fundamentais para aos poucos a criança ir treinando a forma de pensar sobre a abordagem às tarefas.”

Cinco minutos de planeamento tornam o estudo mais rentável, garante Ana Salgado. Para o aluno perceber o que tem de fazer, que materiais necessita e o tempo que dispõe. Depois quando se passa à fase da realização da tarefa, seja estudar para um exame ou fazer os trabalhos de casa, duas horas de estudo efetivo, sem publicações nas redes sociais ou mensagens no telemóvel, são preferíveis a quatro horas a fazer um pouco de tudo.

De pequenino...
“Fazer um bom aluno é um processo que começa no nascimento e se prolonga até ao alcançar da autonomia”, diz Diogo Simões Pereira, diretor-geral da EPIS- Associação de Empresários pela Inclusão, um grupo de mais de 100 empresários que em 2006 se uniram para promover a inclusão social em Portugal.

Um processo “complexo” que o empresário – também pai – associa ao desenvolvimento da criança e onde família e escola vão tendo mais ou menos responsabilidades. Mas para o qual, alerta, “não existem receitas”. Ainda que se disponha a sugerir um conjunto de tópicos onde se percebe que o tema mereceu uma reflexão profunda.

Ora, fazer um bom aluno, na opinião de Diogo Simões Pereira, começa por uma infância feliz: “Com afetos, regras e valores assentes em bons exemplos dos pais e das pessoas envolventes”. Implica uma boa estimulação cognitiva e social antes dos 6 anos. “Se a criança estiver no pré-escolar dos 3 aos 6 estas questões estão muito facilitadas, mas ainda há muitos alunos em Portugal que saem de casa para o 1.º ano e perdem oportunidades de desenvolvimento.”

A promoção do sucesso desde o 1.º ciclo tem de ser uma prioridade. “É importante que a criança goste de ir à escola, goste dos colegas e dos professores”, nota Diogo Simões Pereira, para que sem problemas maiores possa realizar outra etapa “fundamental”: a do “aprender a ler, escrever e a contar”. É altura de sinalizar eventuais problemas que possam dificultar as aprendizagens: ao nível da visão, audição e da fala. E de estimular a autoaprendizagem.

Se o que está a impedir o aluno de aprender é a falta de conhecimentos prévios, como muitas vezes os professores reconhecem, a intervenção tem de ser rápida, diz Ana Salgado, para minimizar o impacto dessa experiência negativa. “Se a criança experienciar repetidamente insucesso, fica desmotivada e entra em evitamento com aquela disciplina, professor ou a escola como um todo, porque está continuamente a sentir que falha." No caso de défice de conhecimentos base, a solução, aponta a psicóloga, “é voltar atrás e trabalhar a tabuada, o cálculo, a matemática ou a leitura. O objetivo é perceber o que falhou e tentar recuperar através de um trabalho muito concreto naquele conteúdo”.

Além dos conteúdos, há outros aspetos que convém começar a nutrir nas crianças dos 6 aos 10 anos. “É importante começar a trabalhar a ideia do mérito e da atitude positiva face ao esforço, ao sucesso e ao fracasso”, diz Diogo Simões Pereira. Para o empresário, é vital que as crianças percebam desde cedo uma ideia-chave para toda a vida: “Que há duas formas de fazer as coisas, uma é bem, a outra é mal. E a segunda dá o dobro do trabalho, porque depois tem de se repetir para fazer bem.” 

Por último, o sucesso garante-se também com emancipação. “Entre os 10 e os 12 anos é altura de começar a libertar o aluno para o estudo autónomo, ensiná-lo a gerir o seu tempo e a sua vida – como acordar sozinho, vestir-se, sair de casa ir de transportes públicos – toda essa autonomia é importante para o crescimento.”

A partir de certa idade é necessário trabalhar as ambições e os objetivos individuais. “Em muitos momentos, estar na escola é um esforço e os jovens têm de perceber para que serve.” Depois dos 14, 15 anos e a coincidir com a entrada no 9.º ano, os pais e os professores devem ajudar os alunos a encontrar a sua vocação.

Jorge descobriu a aptidão para o turismo ao participar numa visita guiada por Joel Cleto, historiador, pelas lendas de Matosinhos. Quer aliar numa profissão o gosto pela História e o Português. Conseguiu o que Diogo Simões Pereira considera essencial para alcançar o sucesso escolar no presente e profissional no futuro: “Devemos escolher as áreas de que gostamos mais e onde somos mais fortes. Até porque somos sempre melhores a fazer o que nos dá prazer.”
Fonte: Educare.Pt

sábado, 2 de abril de 2016

Eduardo Pedrosa: O Zumbi voltará a ser forte!

Atendendo a uma solicitação do prefeito de União dos Palmares, Eduardo Pedrosa, o ex-secretário de Finanças, Gustavo Paulino Pedrosa, se reuniu na tarde desta quarta-feira, (30), na churrascaria do Pita, com desportistas locais, no sentido de viabilizar a volta da equipe do Zumbi Esporte Clube, às competições esportivas promovidas pela Federação Alagoana de Futebol.
 
Estiveram presentes ao encontro, os desportistas Marinaldo Lima, (técnico) Enedino Gregório (presidente do clube), Luciano Peixoto, Netinho Cavalcanti, Adelson Andrade, Bruno Praxedes; Maurício Canuto; Zé Carlos ‘Mão de Onça’; Dagoberto Manoel, Valdo Dativo, Ednaldo Lino, representando a Rádio Farol em FM, Ronny Peterson, Joe Carlos, o jornalista Ivan Nunes e o prefeito, Eduardo Pedrosa, além de simpatizantes e torcedores do ‘Pantera Verde’ da Zona da Mata alagoana.

“Quando assumi a prefeitura pensei em uma maneira de ressuscitar o nosso futebol. Então fiz um estudo com minha equipe para saber das necessidades que o Zumbi precisa para voltar a ser grande. Pedi que Gustavo [Pedrosa] conversasse com Enedino, Marinaldo, Netinho Cavalcanti, para que juntos pudessem encontrar fórmulas para que o Zumbi volte a ser forte para nos representar. Jamais faltará apoio de  minha parte, podem contar comigo, farei tudo o que for possível para que o nosso futebol volte a ser destaque no cenário alagoano. Minha intenção é também ajudar as equipes amadoras que passam por dificuldades”, afirmou o prefeito.

Gustavo falou da importância de soerguer o esporte local: “Recebi essa missão do prefeito para colocar em prática tudo aquilo que planejamos para o nosso futebol. União jamais poderia ficar de fora das competições esportivas, haja vista que nossos desportistas há tempo clamavam pela volta do Zumbi.
Temos uma juventude muito boa e vamos aproveita-la ao máximo. Entretanto, devemos trabalhar com calma, tranquilidade e responsabilidade. Primeiro vamos incentivar e dar todo apoio as divisões de base, e depois daremos prioridade ao futebol profissional. Já adotamos algumas medidas efetivas e concretas em relação a pendências na Federação Alagoana de Futebol,  já pedi para que se fizesse um levantamento de todo o material esportivo para que o professor Marinaldo possa iniciar os trabalhos de campo o mais rápido possível, Depois desse primeiro passo vamos priorizar o futebol profissional, que é o sonho de todos nós”, disse.

“Em nome de todos os desportistas e amantes do futebol, agradeço ao prefeito Eduardo Pedrosa pelo apoio e carinho que recebemos, como também, todos que fazem essa administração. A Gustavo meu muito obrigado, vamos juntos colocar o Zumbi no lugar de destaque no futebol alagoano”, disse entusiasmado, Marinaldo Lima.

O presidente Enedino Gregório, disse está bastante satisfeito com essa ajuda do prefeito Eduardo Pedrosa, em alavancar o futebol na terra de Zumbi dos Palmares. “Há tempos que eu desejei que uma pessoa pudesse nos ajudar para que o nosso glorioso Zumbi voltasse a brilhar nos gramados alagoanos. E o prefeito nos deu essa alegria a mim e a todos os torcedores e desportistas de nossa terra, em colocar o nosso Zumbi no lugar de onde ele nunca deveria ter saído”, disse emocionado.

Fonte: Pagina181.com.br

quinta-feira, 31 de março de 2016

População de União dos Palmares sofre sem atendimento médico

Homem morreu após buscar primeiros socorros no hospital São Vicente de Paulo durante o fim de semana

O único hospital que atende moradores do município de União dos Palmares, na Zona da Mata alagoana, está em situação delicada. Usuários denunciaram nessa terça-feira que não há atendimento disponível para quem precisa de serviços simples. 

O São Vicente de Paulo, que é filantrópico mas também recebe recursos públicos, deveria atender casos de urgência e emergência, mas não tem suprido sequer atendimentos básicos, principalmente aos sábados e domingos. No último fim de semana, um homem com sintomas de hipoglicemia morreu sem receber os primeiros socorros. 

Familiares de José Adilson, de 45 anos, ainda o levaram para o posto de atendimento da cidade vizinha, Murici, mas ele não resistiu. "Pedimos um exame de glicose no São Vicente e nos informaram que não havia nem sequer agulhas no local. Quando chegamos em Murici, a glicose dele estava em 40 [menos da metade do ideal], e mesmo depois de ser medicado, o perdemos", lamentou o tio da vítima, José Tavares. 

Procurada pela reportagem da TV Pajuçara, a representante do hospital, Bárbara Costa, justificou que a unidade não recebe recursos suficientes para suprir a demanda e ainda precisa arcar com atendimentos diversos, em vez de urgências. "Os postos de atenção básica de União não funcionam, então atendemos casos como dor de dente, quando deveríamos apenas atender os casos mais graves", justificou. 

A Câmara de Vereadores da cidade decidiu intervir e, para conhecer a real situação do hospital, solicitou documentos que comprovem o balanço financeiro da casa de saúde. "Precisamos saber o que está acontecendo para tentar contornar essa grave situação", comentou o vereador Paulo Cavalcante. 

Fonte: TNH1 

Projeto Vida Saudável promove reflexão aos palmarinos sobre qualidade de vida




Nesta terça-feira, 30, aconteceu mais uma reunião do GAPO, Grupo de Apoio a Pessoa com Obesidade, na Capela do Hospital São Vicente de Paulo, em União dos Palmares. Os encontros acontecem quinzenalmente com os participantes da rede social WhatsApp "Grupo Vida Saudável".

O palestrante desse encontro foi o jovem comunicador Clezivaldo Mizael, presidente do Rotary Club de União. Vegetariano há 20 anos, Mizael repassou sua experiência de vida aos presentes na reunião. Ele alertou sobre os perigos que as pessoas passam ao comer carne animal e o quanto a terra sofre para ter espaços geográficos destinados as criações de rebanhos de bovinos, suínos, aves, etc.

Organizações alertam cada vez mais que os animais estão recebendo mais hormônios, sendo abatidos mais jovens e de forma ainda cruel. Nesse último caso a carne pode transmitir mais doenças aos seres humanos.   
Pra fugir desses perigos mais pessoas estão mudando seus hábitos alimentares e se tornando vegetariano. Segundo especialistas, os benefícios para o corpo e a mente são enormes.  Além disso, os preços são bem mais baratos.

Aos 26 anos e com experiências em diversos movimentos sociais, Mizael respondeu as dúvidas dos presentes e sugeriu outras ideias para os próximos encontros, como um almoço vegetariano para o grupo.

Na reunião a participante Sherleyanne Santos convidou os presentes para fazer aula de Zumba duas vezes por semana na Praça Basiliano Sarmento. Outros informes foram dados.  

O Grupo de Apoio a Pessoas com Obesidade é aberto para toda a sociedade palmarina. As reuniões e atividades físicas feitas pelo grupo são totalmente gratuitas. Os interessados podem entrar em contato com Díria Mônica pelo Whats 99135-9730 ou José Marcelo pelo Whats 99154-6291.