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domingo, 7 de abril de 2013

Empate! Botucatu e Coruripe levam R$ 100 mil, cada uma, no Dança da Galera

Os telespectadores do Domingão do Faustão estão tendo a oportunidade de  conhecer um pouco mais de algumas cidades do Brasil com a segunda temporada do Dança da Galera. Na disputa entre Botucatu (SP) - com a música "Casinha Branca", composição de Gilson e sucesso na voz de Fábio Jr. - e Coruripe (AL) - com "Que nem Jiló", de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira - deu empate. As duas cidades levam um prêmio de R$ 100 mil para a Pastoral da Criança local.

 Coruripe
 
Representante da região Nordeste, Coruripe (AL) fica a 84 quilômetros da capital Maceió. Possui 54 mil habitantes e a beleza natural é a sua principal característica: tem 53 quilômetros de litoral com praias paradisíacas. Assim como em Botucatu, foram 3 dias de inscrições na cidade.

Os atores Sérgio Marone e Monique Alfradique  foram os embaixadores de Coruripe. Eles visitaram piscinas naturais do litoral, com águas transparentes, e ficaram encantados. "O nordestino é um povo muito caloroso, fomos muito bem-recebidos", contou Monique, que percorreu a cidade, ao lado de Sérgio, sobre um trio elétrico, convocando a galera a participar da Dança.

Curiosidades de Coruripe

• 1.845 pessoas se inscreveram em Coruripe;
• Foram 5 dias de ensaio. Ao todo, 20 horas de muito trabalho duro;
• Foi preciso 5 mil litros de água para hidratar a galera;
• 8 mil latinhas de refrigerante;
• Foram distribuídos 8 mil sanduiches;
• 9 mil frutas;
• 50 voluntários da cidade ajudaram nessa produção;
• 12 mil metros de tecido foram usados nas roupas do ensaio e coreografia;
• 1.800 bandeiras juninas adornaram a coreografia de Coruripe.

Botucatu

Representante da região Sudeste, Botucatu está localizada na área central do estado de São Paulo, na margem sul do Rio Tietê, a 235 quilômetros da capital. Conhecida como a cidade dos bons ares, e também como a capital nacional do Saci Pererê, tem 127 mil habitantes.

A top Fernanda Motta e o ator Ricardo Pereira foram os embaixadores de Botucatu. Foram 3 dias de inscrições, 10 horas por dia cadastrando a população interessada em participar! Ricardo se disse muito feliz por estar conhecendo o interiorzão do Brasil!

Curiosidades de Botucatu

• 1.623 participaram na Dança da Galera em Botucatu;
• 9 mil litros de água foram consumidos durante os ensaios;
• 6 mil lanches foram distribuídos;
• 3 mil frutas;
• 2.000 capas de chuva foram usadas para proteger os participantes;
• 11.530 metros de tecidos foram utilizados para o figurino de ensaio e apresentação de Botucatu;
• Aproximadamente 50 voluntários trabalharam na Dança da Galera em Botucatu;
• Foram 4 dias de ensaio - 20 horas de trabalho -  para que tudo desse certo no dia da apresentação.

Para produzir o quadro, a equipe do programa viajou pelas seis regiões do Brasil, rodando 30 mil quilômetros em quase dois meses de gravações. No domingo passado, também deu empate entre Bento Gonçalves (RS) e Corumbá (MS). No próximo domingo, estarão competindo outras duas cidades: Guarapari (ES) e Cruzeiro do Sul (AC).

Fonte: G1

O antes e hoje dele!

Antes
Hoje
Saulo Peixoto da Silva

 Mande suas fotos de antes e hoje para o e-mail jmarcelop_7@hotmail.com

sábado, 6 de abril de 2013

Hoje tem o I Encontro Quilombola de Capoeira aqui em União dos Palmares

Neste domingo dia 21, a partir das 9h haverá o I Encontro Quilombola de Capoeira. O evento acontecerá na Escola Municipal Paulo de Castro Sarmento em União dos Palmares. A realização do encontro é dos professores e mestres dos Estados de Alagoas e Pernambuco.

A capoeira é um dos esportes mais praticando na cidade, sua valorização é um dos patrimônios deixado pelos negros escravos, que viveram em nossa região há séculos. A confraternização neste final de semana servirá para comemorar os 20 anos do professor Roberto Martins que é natural de União.


Venha prestigiar.

+ Roberto Martins AQUI

Hoje tem jogo do Bangú no Orlandão


Neste domingo dia, 21, às 15:00h haverá a segunda partida pelo campeonato dos municipios alagoanos (AMA), Bangú x Vasco de Ibateguara, no estádio Orlandão. Segundo Saulo Peixoto presidente do Bangú de União dos Palmares, "conseguimos um empate fora de casa na nossa estreia em 2x2 com o Leopoldinense da cidade dee Colônia de Leopoldina, vamos sortear brindes para quem for ao Orlandão". E acrescenta "esperamos a presença de todos os desportistas palmarinos no apoio ao seu representante neste grande torneio estadual!".

Acima fotos da estreia em Colonia de Leopoldina.

Antiga feira de ciência

Foto Cassiano Frazão

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Nota em apoio à ocupação de terra em União Dos Palmares

Foto Tribuna União
No último dia 28 de março (quinta feira) trabalhadores da Usina “Lajinha” e aproximadamente 120 famílias sem terra ocuparam as terras de duas fazendas localizadas no município de União dos Palmares e de propriedade do deputado federal e ex candidato a governador, João Lyra (PTB), um dos maiores usineiros do estado de Alagoas.

A ocupação foi o meio encontrado pelos trabalhadores de reivindicar o não atraso no pagamento dos seus salários por parte da usina. Em reportagem vinculada na impressa local, um dos trabalhadores afirma que “prometeram pagar, e o que pagaram não dá pra sobreviver, não dá pra comprar comida”. Este atraso dos salários dos trabalhadores se soma a tantos outros problemas vivenciados historicamente no estado de Alagoas no setor sucroalcooleiro.

Além dos atrasos, os baixos salários, as condições de trabalho análogas ao trabalho escravo, ausência de políticas públicas, e o não cumprimento das leis trabalhistas fazem parte do dia a dia da maioria dos trabalhadores do campo vinculados as usinas de cana de açúcar alagoanas.

Todas estas relações vivenciadas no campo têm como pano de fundo os lucros dos usineiros que, com as crises econômicas do capitalismo, têm sidos ameaçados. A saída para garantir a recuperação das taxas de lucratividade de suas usinas é por meio da intensificação da produção, do pagamento de menores salários e do desrespeito às leis trabalhistas. Para tanto, é imprescindível o auxilio dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e toda a máquina do estado para garantir que tamanhos absurdos possam acontecer. Infelizmente, em Alagoas, as mesmas famílias que exercem tamanhas arbitrariedades no campo, são as que ocupam os cargos de alto escalão do estado.

Além disso, a privação dos direitos e condições dignas de vida para a maioria dos trabalhadores do campo só tem a colaborar com a dominação política e ideológica da “elite” formada por pouco mais de 25 famílias que dominam o estado, visto que, sem o mínimo de condições para se manterem, acabam se subordinando à “ordem natural” das relações políticas e econômicas em Alagoas.

A ocupação das terras da usina “Lajinha”, com a derrubada dos pés de cana de açúcar e plantação de culturas alternativas, vem na contramão dessa lógica perversa que há tempos massacra o povo sofrido de Alagoas. A luta que está em curso em União dos Palmares mostra, não apenas aos próprios trabalhadores daquela localidade, mas também ao conjunto da classe trabalhadora, que só a luta e a ação direta podem garantir melhores condições de vida a toda a sociedade. Por isso:

• Desapropriação da fazenda já! Para dar conta das dívidas com os trabalhadores;

• Que os trabalhadores possam fazer a gestão e garantir o pagamento dos débitos trabalhistas e também, com produção alternativa, garantir o seu sustento e de suas famílias.

Espaço Socialista Alagoas, Abril de 2013.

Uma luz sobre Palmares

O sol se põe por trás da Serra da Barriga, em União dos Palmares (Foto: Severino Carvalho)

Morei em União dos Palmares de 2001 a 2003. Fui residir na terra do poeta Jorge de Lima em razão da profissão de jornalista, onde desempenhei a função de repórter da Sucursal da Gazeta de Alagoas. Ali, dei os meus primeiros passos no jornalismo impresso, depois de graduado.

Na vida cotidiana, fiz amizades sinceras em União e, por isso, sempre volto ao município para rever os bons e velhos amigos. Quando morava por lá, minha residência tinha, do quintal, uma vista privilegiada de uma das faces da Serra da Barriga, coração do Quilombo dos Palmares, maior refúgio de negros sublevados das Américas, onde viveram mais de 20 mil pessoas, entre 1597 a 1695, sob o comando dos líderes Ganga-Zumba e Zumbi.

Subi a Serra da Barriga diversas vezes, em datas especiais como o 20 de novembro (Dia da Consciência Negra) e em dias comuns. “Mas não tem nada o que se ver lá em cima”, retrucavam algumas pessoas; pasmem, a maioria moradoras do próprio município.

Posso afirmar que em todas as ocasiões senti a emoção de estar em lugar único no planeta. Ali existe história, a história do Brasil que nasceu índio e que se fez negro e pelas mãos deste. Pesquisas arqueológicas mostraram que antes mesmo da chegada dos escravos rebelados, o lugar fora ocupado pelos indígenas. Fragmentos cerâmicos produzidos pelos dois grupos étnicos foram e ainda podem ser encontrados no chão de Palmares.

Ficava matutando lá do quintal de casa e quando estava com os pés sobre o platô da Serra: “Como pode o poder público não conseguir preservar, fomentar e manter viva toda essa riqueza histórico-cultural afro-brasileira? Como pode União dos Palmares não desfrutar das riquezas geradas a partir desta atividade turística ainda tão tímida no município? Como pode parte de sua gente desconhecer a própria história?

Vivenciei de perto a luta das entidades negras palmarinas travadas para, naquela época, fazer com que o governo do Estado priorizasse a Serra da Barriga como centro das festividades alusivas ao 20 de novembro; para que Zumbi fosse reverenciado, em terras palmarinas, não só na data maior, mas durante todo o ano e para que a Fundação Palmares deixasse de gerir todo aquele patrimônio de forma remota, lá do Planalto Central, centrando definitivamente os pés em União.

Assisti e escrevi sobre a revolta dos cidadãos palmarinos quando o governo do Estado, à época, desperdiçou quase R$ 300 mil numa vila cenográfica em terras particulares, desprezando o solo sagrado da Serra da Barriga. A vila, assim como o dinheiro público, desapareceu. Também testemunhei a cobrança para que as pesquisas arqueológicas tivessem seguimento e trouxessem resultados práticos, expondo os achados em União dos Palmares.

Lembro ainda da reivindicação principal e recorrente: a melhoria do acesso íngreme à Serra. Tentativas de melhorá-lo até foram feitas, mas sem atentar aos cuidados técnicos de se realizar intervenções em um sítio arqueológico. Muitos artefatos se perderam, carreados pelas pás das motoniveladoras.

No presente, a estrada que leva ao coração de Palmares, a 500 metros de altitude, ainda não é das melhores. No platô, o governo federal construiu o Parque Memorial Zumbi dos Palmares que passa, no momento, por uma revitalização iniciada em janeiro e que deve ser finalizada em junho.

Quando o parque estava em operação, era possível conhecer, em quatro idiomas, por meio de ilhas dotadas de equipamentos de áudio, um pouco da história do Quilombo dos Palmares. Mas, antes mesmo da intervenção, o parque já funcionava de forma precária. Numa manhã de domingo, subi a Serra com um grupo de amigos e não encontramos um guia sequer. As estruturas onde deveriam funcionar os restaurantes e lanchonetes estavam vazias. Soube que o poder público deveria fazer a licitação para o uso e funcionamento daqueles espaços, coisa que nunca fez.

Um fio de luz porém começa a iluminar a Serra da Barriga e toda a região por onde se irradiou Palmares. Por meio da Instância de Governança da Região dos Quilombos, poder público e atores privados dos municípios de União dos Palmares, Murici, Ibateguara, São José da Laje e Viçosa, buscam, enfim, desenvolver o turismo de forma regionalizada, lastreado na riqueza histórica, cultural e natural desta parte do Estado de Alagoas.

É sobre as ações específicas deste modelo de gestão descentralizada do turismo, implantado no País pelo Ministério do Turismo, e os projetos para tirar do ostracismo a região dos Quilombos, que tratarei na próxima postagem. 

Severino Carvalho é jornalista formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), repórter da Sucursal Maragogi da Gazeta de Alagoas e editor do caderno Municípios.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Técnicos da Secretaria Municipal de Educação têm trabalho aprovado no VII Congresso Mundial de Educação Ambiental

Equipe Sala Verde da esquerda para a direita: Maria Aparecida Lopes da Silva (Cidinha), Maria Madalena Soares da Silva e Maria Goretti Lopes Galvão

Logotipo do VII Congresso Mundial de Educação Ambiental. Fonte: WEEC, 2013.

Sob o patrocínio de Sua Majestade o Rei Mohammed VI e com a presidência honorária da Princesa Lalla Hasnaa ocorrerá em Marrakech (Marrocos) o VII Congresso Mundial de Educação Ambiental (WEEC 2013), entre os dias 9 e 14 de junho de 2013.

O WEEC, em sua sétima edição, consolida-se como um espaço privilegiado para o debate acerca dos caminhos percorridos pela Educação Ambiental (EA) em esfera global, constituindo-se no principal evento mundial da área, tendo em vista a sua capacidade de aglutinar especialistas de todas as partes. Nesse sentido, considerando a qualidade e a diversidade das edições anteriores, o Congresso deste ano promete ser muito interessante e estimulante.

Dessa forma, é com muita satisfação que comunicamos que o comitê científico do WEEC 2013 aprovou a proposta de trabalho Educación para la convivencia con la eco-regíon Selva Atlántica, Alagoas, Brasil submetida pela equipe técnica da Sala Verde Serrana dos Quilombos, setor integrante da Secretaria Municipal de Educação de União dos Palmares, de maneira que a mesma fará parte do programa deste evento global.

O trabalho em questão refere-se ao projeto Educação para a convivência com a Zona da Mata desenvolvido no âmbito de uma associação entre a cidade de União dos Palmares e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), durante os anos de 2011/2012, sob o signo da conquista do Selo UNICEF que, por sua vez, trata-se de um reconhecimento internacional aos esforços do poder público municipal para promover ações inclusivas dirigidas a melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes.

Em nosso caso, estivemos interessados em propor desde as características da região da Zona da Mata alagoana tais como o clima, a fauna e a flora até os desafios e possibilidades de se viver nesta região como temas geradores de estudos e ações capazes de mobilizar educadores, crianças e adolescentes ao redor do debate sobre o ambiente que nos cerca. Sendo assim, entre os resultados desta proposta, levada a cabo por 21 escolas municipais (87,5% do total), acentuam-se as soluções pensadas para os problemas ambientais identificados pelas comunidades escolares envolvidas, os desdobramentos didáticos e artísticos, assim como as pesquisas realizadas pelos alunos em relação com a saúde, o bem-estar, a educação e o meio ambiente da cidade.

Responsáveis técnicos pelo trabalho: Carlos Jorge da Silva Correia (UFAL/Penedo), Maria Aparecida Lopes da Silva (Sala Verde/SEMED), Maria Goretti Lopes Galvão (Sala Verde/SEMED), Maria Madalena Soares da Silva (Sala Verde/SEMED) e Maria Betânia da Silva Almeida (Sala Verde/SEMED).

Outras informações sobre o evento podem ser acessadas em www.weec2013.org.

Trabalhadores rurais ocupam sexta fazenda da usina Laginha em Alagoas

 
Ocupações têm sido constantes pelo estado no último mês.
Movimentos cobram mais agilidade no processo de reforma agrária.

Mais uma fazenda localizada nas terras da Usina Laginha, que pertence ao Grupo João Lyra, foi ocupada por famílias movimentos rurais de Alagoas. Na manhã desta quinta-feira (4), trabalhadores sem-terra montaram acampamento na fazenda Batateira, no município de Branquinha.

Esta é a sexta fazenda do grupo ocupada pelos trabalhadores rurais na região. Na última segunda-feira (1), eles haviam ocupado as fazendas Caboré, Mangabeira e Açucena. Na semana anterior, os movimentos acamparam nas fazendas Sapucaia e Caípe.

O grupo que está na fazenda Batateira pertence aos movimentos Via da Terra e de Libertação dos Sem Terra (MLT). Eles cobram mais agilidade no processo de reforma agrária no Estado. De acordo com o coordenador regional do MVT, Marcos Antônio da Silva, o "Marrom", as ocupações são permanentes.

O coordenador disse que trabalhadores da usina também estão participando das ocupações. “O grupo da usina está em crise e estamos fazendo a mobilização também como forma de protesto contra o atraso nos salários", destacou.

A assessoria de imprensa do Grupo João Lyra informou que a empresa não vai se pronunciar sobre as ocupações.

G1 AL

INTERVENÇÃO LITERÁRIA - 18 de Abril - DIA DO LIVRO

PROGRAMAÇÃO:

Rodoviária Municipal - manhã/tarde:
- panfletagem
- varal com poesias
- exposição de banners

Casa Maria Mariá - manhã:
- leitura para crianças

Praça Padre Cícero - noite:
- leitura na praça;
- sarau;
- panfletagem no Chimbra's bar;
- sorteio de livros;
- apresentação da Gatos Pingados.

REALIZAÇÃO - Coletivo A Fábrica, Secretaria Municipal de Educação de União dos Palmares, Secretaria Municipal da Infância e da Juventude de União dos Palmares e Secretaria Municipal de Cultura de União dos Palmares.

LEIA MAIS E REESCREVA A SUA HISTÓRIA!