Os professores Sunamita Leite, Dariana Silva e Eduardo Paranhos, contratados da Educação de União dos Palmares, são uns dos poucos profissionais não efetivos do município; União tem um dos menores índices de contratos no seu quadro de pessoal em relação a outras cidades do Estado de Alagoas.
A educadora Sunamita, que leciona Cultura Palmarina, na Escola Municipal Fernando Juazeiro, em conversas com amigos, disse: "Minha vizinha exerceu a profissão de professora por muitos anos em União, e a mesma relatou que, em sua época de contratada, o desrespeito com o profissional era grande".
Ao longo do relato, os colegas de trabalho ficaram abismados como antigamente eram tratados os professores contratados. Segundo a vizinha de Sunamita, "além de receberem um salário mínimo, eles só pegavam em dinheiro o mês trabalhado. Isso quer dizer que, em meses de greves feitas pelos efetivos, férias na educação ou feriados, não eram pagos por completo".
"Isso é pior que filme de terror", mencionou o professor Eduardo Paranhos, que leciona Ciência na Escola Municipal Mario Gomes de Barros. Para quem hoje recebem os mesmos salários dos efetivos e na mesma data, esse relato deve ser assustador, mesmo.
Antes os colegas não tinham apoio dos demais professores efetivos; hoje a categoria é a mais unida. Há dois meses, profissionais efetivos da Educação pararam seus serviços em apoio aos colegas contratados. Até mesmo sindicato os poucos contratados têm, ficou na memória dos idosos professores e demais profissionais contratados da educação o não apoio do SINTEAL antigamente.
Se antes recebiam menos que os colegas que trabalhavam nas cidades de Santana do Mundaú e Branquinha. Porém, hoje, são esses professores que correm para trabalhar nas escolas municipais de União dos Palmares.
E para melhorar o que já está bom, próxima semana começam as inscrições para ocupar as poucas vagas de contratados da SEMED de União dos Palmares.
Data 09/11/2052
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